Depois que Elizabeth e Richard fizeram amor novamente, eles tomaram outro banho e finalmente dormiram. Agora um sono de saciedade e exaustão. A viagem estava marcada para depois do almoço. No quarto eles tinham frutas, queijo, suco, iogurte e presunto. Antes de dormir eles comeram, pois estavam com os estômagos vazios e já sentiam fome depois de tanto esforço.
Dessa vez, Richard não sentiu medo de dormirem abraçados. Elizabeth deitou a cabeça sobre o peito de Richard. Dormiram bastante. Acordaram pouco antes do almoço. Desceram com as roupas que Richard levou para o quarto da torre. Trouxeram o vestido de noiva e o traje do Richard, além do lençol sujo. O restante cuidariam quando voltassem da lua de mel. Richard trancou a porta da torre novamente. Passaram no quarto do casal, pois as coisas de Elizabeth já estavam no quarto deles. As duas malas estavam prontas. Depois do almoço desceriam com as malas.
Alfred estava aguardando os dois para o almoço.
- Tudo pronto para a viagem?
- Tudo. As malas já estão arrumadas. Vamos comer e partir para a capital.
- Bom, desejo uma ótima viagem! E voltem com um herdeiro preparado.
- Bob vai nos levar no helicóptero e gostaria muito que Matheus fosse com ele para buscar o meu carro que ficou na cidade na sexta.
- Vou providenciar. Deixe as chaves do carro.
Eles terminaram de almoçar e subiram para vestir a roupa escolhida para a viagem.
- Não vejo a hora de estreiar esse quarto. Já inauguramos a torre, agora falta o nosso quarto.
- Vamos deixar para a volta. Não queremos perder o avião.
- Tudo bem. Seu desejo é uma ordem!
Elizabeth olhou no espelho e viu uma mulher apaixonada pelo marido. Vestiu uma blusa branca e calça jeans, colocou um par de tênis. Richard também vestiu jeans e camisa pólo azul, calçou tênis. Estavam prontos para viajar. Pegaram as malas e desceram.
No helicóptero Bob e Matheus os esperavam. Pegaram as malas e Richard ajudou Elizabeth a subir. Alfred veio se despedir e desejar que aproveitassem ao máximo.
Chegaram no hotel. Desceram com as malas e Matheus pegou o carro na garagem do hotel e os levou até o aeroporto. Depois da morte do filho e da nora em um acidente aéreo, Alfred comprou um jatinho. Pelo menos ele tinha certeza de que o jatinho era revisado com muita frequência, mesmo que não usassem tanto.
- Pensei que fossemos em um voo comercial?
- Desde que meu pai faleceu, meu avô e eu só viajamos no jatinho da família. Meu avô não confia mais na manutenção das empresas aéreas.
- Entendi. Deve ser realmente muito revoltante saber que as empresas aéreas ganham rios de dinheiro, mas se preocupam o mínimo com a manutenção dos aviões.
- Se na época que meu pai faleceu ele já tivesse o jatinho, meus pais estariam vivos. Ele comprou depois, pois ainda precisava viajar a trabalho e não iria pisar em um avião comercial. Eu desde que comecei a trabalhar, nunca entrei em um voo comercial. Não sei como ele permitiu que você viesse num voo comercial.
- Eu me neguei a viajar em um jatinho. Ele tentou negociar, mas não aceitei, não sabia que era particular da família. Pensei que fosse desses fretados, que são tão ou mais perigosos que os comerciais.
- Preferiu se arriscar a viajar confortavelmente.
- Sim. Agora sei que ele deve ter ficado com o coração apertado comigo num voo comercial.
- Tolinha! Agora já sabe. Onde tiver que viajar, use o nosso jatinho.
- E por que a empresa não tem um jatinho?
- A empresa tem também. Os dois foram comprados juntos. Esse é de uso exclusivo nosso. O da empresa leva os vice-presidente, administradores, gerentes e diretores para reuniões.
- A famosa expressão: depois da casa arrombada, coloca-se as trancas. Seu avô deve sofrer um bocado por causa disso.
- Você não faz ideia. Diariamente ele se arrepende de não ter comprado antes os jatinhos.
- E a louca aqui batendo o pé que não entrava em jatinho. Coitado do seu avô. Deve ter querido me esganar por minha teimosia.
- Mas graças à Deus você chegou bem. Eu tinha esquecido que você chegaria naquela sexta. Se tivesse lembrado, eu mesmo teria ido ao aeroporto buscar você.
- Na verdade foi bem melhor assim. Eu não teria conhecido o seu avô primeiro e não teria um monte de ideias. Sua presença iria me tirar do foco.
- Eu tiro o seu foco? Então deve voltar para a beira do lago sozinha para ter melhores ideias.
- Acho bom mesmo. Vou ter um monte de ideias incríveis.
Eles se beijaram apaixonadamente. Elizabeth quase perdeu o fôlego. Richard parou o beijo.
- Desculpa, fui muito afoito.
- Estou com fome de novo. Tem algo para comer nesse jatinho chique?
- Claro que sim. Vou pedir para trazerem.
Richard saiu da poltrona e foi conversar com os comissários de bordo. Pouco depois ele voltou e atrás dele um rapaz trouxe um carrinho com comida.
- Pronto. Vamos jantar agora e depois vamos descansar um pouco.
- Jantar? Mas já?
- Sim. Se não vamos ficar sem forças para outras atividades.
- Outras atividades aqui no jatinho? É isso que estou entendendo?
- Exatamente. Vou levar você para o quarto do jatinho. Vamos nos amar nas alturas. Mas precisamos estar bem alimentados.
- Senhor Richard MacMillan, está muito animadinho para o meu gosto.
- Vamos, vai ser muito bom.
- Já fez isso antes?
- Não com a minha esposa.
- Já entendi. Tem fissura por altura. Espero não decepcionar o senhor meu marido. Eu não tenho nenhuma experiência com relação a isso.
- Não vou ficar decepcionado. Você é ótima em tudo o que faz.
- Até em desmaiar? rsrs
- Isso é um caso para ser resolvido mais tarde.
- E como se resolve um desmaio?
- Evitando situações de estresse. Não sei se reparou bem, mas eu não estresso mais você. A última vez foi na porta do shopping, depois disso, não tive culpa nenhuma de você ter desmaiado.
- Tem toda razão. Depois do estresse no hotel, não tivemos mais nenhum estresse. Nem com você e nem com qualquer outra coisa.
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Atualizado até capítulo 100
Comments
elenice ferreira
se esse avô não fosse dele, eu diria que era uma avó! homem estranho!
2024-10-15
1
odia Costa
Que lindos 😍🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩
2023-09-04
2