Capítulo 15

Assim que o helicóptero dos Leclerc pousou em Veneza Derik caminhou com olhos atentos pela pista de pouso, já havia sido informado que um dos soldados de confiança do irmão faria sua escolta assim que chegasse a seu destino, o jovem era desconfiado, andava sempre sozinho e armado, não baixava a guarda por mais seguro que se sentisse, e isso havia salvo sua vida muitas vezes, Samuel era amigo de infância de Vincenzo, braço direito nos negócios e responsável por grande parte dos trabalho sujos que eram feitos por baixo dos panos.

— E bom vê-lo novamente.

Estendeu a mão para Derik que apertou com força.

—Vou levá-lo a mansão mais é bom estar preparado.

—O que aconteceu?

perguntou sério.

— Não será fácil como esperavamos cumprir as ordens do seu irmão, Jordana Milanny não está mais na prioridade de Vincenzo e sim na casa do pai.

Derik sorriu.

— Acha mesmo que isso será empecilho para mim?

Andou até o carro, Os homens guiaram até a mansão de Leonardo Milanny, sabiam que algo não estava certo e que provavelmente alguns dos soldados da linha de frente havia traído o Don de Camorra, em outras circunstâncias Jordana não teria deixado a casa, era o tipo de ser humano desprezível que só abandonava o barco se ele estivesse naufragando e tanto Vincenzo quanto Derik sabiam disso. Os homens estavam em Frente a uma das mais seguras e vigiadas mansões de Veneza o lugar era calmo e muito grande, dentro do carro aguardaram por horas o melhor momento para invadir, Derik era um caçador nato, criado e treinando para matar a sangue frio seja lá quem fosse o alvo, a adrenalina que pulsava em seu peito o tornava letal em combate, Quando uma limosine preta saiu pelos Portões da propriedade dando deixa para que entrassem ele saltou para fora, em sua mão uma arma calibre doze de cano serrado que abriria ao meio qualquer um que ousasse atravessar seu caminho, Samuel parou o carro olhando quem estava dentro, fez sinal em negação para Derik que adentrou em silêncio os portões, Um tiro certeiro foi disparado no peito do segurança que armado já apontava contra ele, os outros correram para dentro ao ver de quem se tratava, Derik era pouco conhecido em Veneza mais ao verem quê estava em companhia de Samuel sabiam a mando de quem aquele homem estava alí, ninguém em sã consciência Iria contra as ordens de "Lá peste" ou seria caçado e dizimado como todos aqueles que tentaram.

— Pode entregá-la ou entro para pegar.

Derik gritou alto em frente as portas da mansão. Leonardo saiu trêmulo.

— Ela não sairá aqui, minha filha errou, me contou tudo e diz está arrependida, tenham piedade, disse ter agido por amor ao seu irmão, ele me deve já perdi uma filha, não posso perder outra.

Derik andou até o homem, em seus pés arrastava o inferno.

— Vincenzo Leclerc não te deve nada.

Cuspiu em seu rosto.

—Pode reagir, me matar para que eu não entre e provavelmente conseguirá, mais não fará isso mesmo estando em maior número, sabe porque?

O encarou com desprezo.

—Meu irmão viria pessoalmente, dizimaria toda sua descendência até que não restasse um um único Milanny na face da terra, e quando chegasse em você ele mostraria exatamente o porque de todos chamá-lo de Peste.

O homem engoliu seco, deu um passo para traz para que Derik entrasse. Quando saiu da casa arrastava Jordana como um saco de lixo pelo asfalto quente, A jogou do carro enquanto gritava implorando a ajuda do pai, Jordana não era burra naquele momento já temia o doloroso e cruel fim que a esperava.

—Cale essa maldita boca.

Derik gritou alto fazendo que ela se encolhece, Samuel dirigia enquanto ele apontava a arma contra a face da mulher.

—Onde quer fazer isso?

O soldado Perguntou ao caçula dos Leclerc.

—Nos leve para floresta, o mais profundo que conseguir adentrar nela.

Sorriu de um jeito demoníaco, Samuel sentiu o medo invadir sua alma, sabia bem que ninguém estava seguro perto de um Leclerc, mesmo estando do lado certo.Derik abriu a porta, Jordana correu mata a dentro.

— Ela vai fugir.

Samuel disse a ele.

— Deixe, vai ser bem mais divertido assim.

Gargalhou se embrenhado atrás dela, Jordana corria, Caia pelo caminho ao ponto de ficar completamente arranhada.

—Jordana...

Derik gritava.

— Estou vendo você.

A mulher estava em Pânico, aquela altura já havia se mijado inteira, Escondida atrás de uma árvore se tremia sem parar.

—Te achei.

Derik a agarrou pelos cabelos a obrigou a caminhar até onde queria, ele podia mata-la rápido, um tiro bem dado seria o suficiente maís o jeito sádico de agir estava na genética dos Leclerc.

— Cave vagabunda.

Tomou a pá das mãos de Samuel jogando sobre ela. O homem olhava para os dois em silêncio, acendeu um cigarro levando a boca, As mão delicadas de jordana estavam completamente feridas e abertas em carne quando terminou, suada e completamente exausta caiu de joelhos próximo a cova rasa que ela mesma foi obrigada a cavar.

—Piedade Derik eu imploro.

murmurava.

—Nós nos dávamos bem lembra? antes do que aconteceu com você a dois anos atrás.

O jovem sorriu para ela.

— Não vou mentir, era bem gostosinha Jordana, na minha cama dava para o gasto mais tem uma coisa que eu abomino mais do que a traição que fez a sua irmã, É burra além de cruel e gente assim não faz falta, achou que meu irmão nunca descobriria sua armação.

Murmurou.

—Tem mais uma coisa, diz ama-lo tanto e quer saber? jogou nos braços dele a esposa da vez, já que ele parece estar se apaixonando pela loirinha que o apresentou .

Gargalhou em deboche.

—Quer pronunciar agora suas últimas palavras?

— Eu não agi sozinha.

Ela gritou enquanto ele engatilhava a arma em sua cabeça.

—Miranda, a mulher que está com seu irmão foi paga para me ajudar a matar a Arya, se duvida peça a ele que cheque no banco, uma conta foi aberta por mim em seu nome um dia depois do acidente, tem cinquenta mil dólares depositadas nela.

Derik passou as mãos pelos cabelos.

—Está mentindo.

Resmungou.

—É mentirosa e falsa por que alguém acreditaria no que diz? isso é mais uma das suas armações.

—Ela está fingindo, se fazendo de boa moça e seu irmão caindo novamente no conto da pura santa e ingênua.

Rosnou.

— Eu estou sendo sincera,errei mais fiz por amor.

Falou antes que a pá arrancasse sua cabeça que rolou para o buraco no chão, Samuel vomitou naquele momento.

—Precisava disso?

Perguntou a Derik que chutou o resto do corpo para vala.

—Um tiro seria o suficiente.

— Ela falava demais, pessoas tagarelas me irritam, me leve para casa tenho que ligar agora mesmo para o meu irmão.

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Comments

Andréa Debossan

Andréa Debossan

Não sabe ler e além fo mais se ela soubesse que tinha esse dinheiro pra que aceitaria o contrato era só pegar o dinheiro e pagar pela irmã. Tomara que os irmãos pensem não caiam nessa presepada

2025-02-26

0

Arlete Fernandes

Arlete Fernandes

Ia morrer mas armou para Miranda do que não vai dar certo Miranda não sabe ler e é isso que vai salvar ela!

2025-02-20

1

morena

morena

imaginar essa cena é muito prazeroso 🤣🤣

2025-03-09

0

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