Vincenzo estava em seu escritório, nenhum funcionário o incomodava ali, sabiam que era um lugar proibido onde coisas ruins aconteciam, CEO respeitado e bem sucedido era dono da maior parte das Vinícolas da Itália , considerado referência no mundo dos negócios constituiu seu patrimônio passando por cima de todo e qualquer um que cruzasse seu caminho, Vincenzo não era um homem bom ou sociável tinha pouquíssimos amigos e vivia sozinho perdido na escuridão que emanava de sua alma, Cigano filho de uma família Búlgara muito pobre fez furtuna em jogatinas e trafico de drogas pesadas, Inteligente e astuto se destacava entre os membros da cúpula criminosa chamada "Camorra", o homem de traços fortes e boa aparência não era italiano, apesar de ter se mudado ainda criança para o país tinha sotaque forte que denunciava sua descendência.
As coisas não foram fáceis para ele desde seu nascimento e a liderança de Camorra não seria diferente, para conquista-la sangue foi derramado e inocentes feridos e mortos, ele nunca sentiu remorso por isso pelo contrário, quando se aliou a Máfia Italiana sabia que altos preços teriam que ser pagos por poder e território e quando a divida chegou ele não exitou em pagar, Conhecido como " Lá peste" era temido por seus rivais por dizimar exércitos sem nenhuma piedade, corpos dilacerados, decapitados ou impalados hora ou outra eram expostos em praça pública em Veneza, a polícia sabia quem estava por trás de tudo aquilo nos últimos meses havia acontecido mais vezes do que foram capazes de encobrir, o fato de Te-los nas palmas de suas mãos como cães adestrados fazia com que provas e rastros fossem destruídos e apagados antes de poderem ser ligados a família Leclerc.
—Com licença Don Vincenzo.—
A voz trêmula de Ferdinando soou do lado de fora recebendo de volta apenas um silêncio agoniante.
—Senhorita Jordana acaba de ligar, disse estar vindo para cá com o que pediu a ela, chega em dez minutos.—
Vincenzo se levantou de sua poltrona o copo de whisky foi colocado sobre a mesa enquanto abotoava seu paletó, assim que abriu a porta o homem do lado de fora dela se encolheu, mesmo trabalhando para o líder dos Camorra a Quase uma década não tinha coragem de olha-lo nos olhos. Vincenzo o ignorou completamente seguiu em direção a sala se star onde sentado a mesa o esperava um grupo grande de advogados, em sua totalidade Cruéis e sem qualquer escrúpulo.
— Don Vincenzo.—
Se inclinaram como em reverencia.
—Os papéis que solicitou estão prontos.—
Um deles falou estendendo a ele os documentos que varreu rapidamente com os olhos.
— Como advogado devo alerta-lo que isso de nada irá servir diante de um tribunal, as coisas descritas aí são consideras crime em qualquer país ou jurisdição.—
Vincenzo o encarou com desdém
—Me perdoe Don Vincenzo, eu não quis ofende-lo.—
— Queria minha atenção, pois bem! a conseguiu.—
Rosnou para o homem que naquele instante se tremia inteiro.
— Quando olha para mim o que vê?—
— Eu.. eu.. me perdoe senhor eu não falei por mal.—
—Responda apenas o que perguntei.—
falou com frieza. Naquele momento o abridor de cartas que estava sobre a mesa já girava em seu dedo.
—Vejo um homem rico e bem sucedido senhor.—
Gaguejou ao balbuciar as palavras.
—Acha que alguém com esses atributos seria imbecil ao ponto de não saber que essa merda toda não serve para nada?—
Murmurou.
—Por Deus me perdoe Don Vincenzo, eu juro que não vai se repetir, eu não quis ofende-lo.—
Se ajoelhou aos pés do homem que o chutou com força.
— Nunca se meta em assuntos que não lhe dizem respeito, curiosidade demais é perigoso, quando nos metemos na vida dos outros damos a eles permissão para fazer o mesmo conosco, sua esposa e filha, ainda moram na Espanha naquele casebre a beira mar? —
os olhos do advogado se arregalaram no rosto.
— Vou fazer uma proposta justa a você.—
sorriu perversamente.
—Arranque um de seus olhos aqui e agora como sinal de arrependimento.—
Entregou a ele o abridor de cartas.
— E eu perdoou a afronta ou arrancarei os dois depois de fazer uma visita a sua família.—
O homem chorava alto, tremia ao berros enquanto levava ao rosto o objeto pontiagudo. Vincenzo permanecia com um olhar vazio, as mãos no bolso enquanto apreciava a cena de terror medonha, quando o jovem sucumbiu a dor e desmaiou ao chão com o rosto coberto de sangue ele cuspiu sobre ele, na mesa de advogados ninguém o olhava, estavam completamente em Pânico.
— Alguém mais tem alguma observação para fazer sobre o contrato? —
Ele falou calmamente.
—Imaginei que não teriam.—
Estalou os dedos para um dos soldados que correu até ele.
— Leve esse rato daqui é limpe tudo, quero que o afoguem em algum esgoto por aí e mandem o corpo a viúva.—
Deu as costas ao subordinado.
— Há Não esqueça a coroa de flores afinal não Somos bárbaros.—
Gargalhou parando diante da janela, dali viu exatamente quando Miranda chegou ao lado de Jordana .
— Enfim iremos nos conhecer Maldita desgraçada.—
Ele sussurrou ao olha-la.
—Bem vinda ao inferno.—
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Atualizado até capítulo 54
Comments
Andréa Debossan
nossa ele é troço muito ruim! Como pode um mafioso assim? tds os livros de mafioso que já lê eles fazem justiça pra o bem, não é ruim com este, ao invés de investigar direito mete os pés pelas mãos vai fazer sofrer quem não merece
2025-02-26
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Tânia Silva
misericórdia! esse homem é o capeta mesmo,coitada dela, mas vai se apaixonar por ela e é por isso que vou continuar lendo esse livro,só pra vê-lo arriado os 4 pneus por ela.
2025-03-10
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Maria Vieira
parando de lê, já li livros de mafiosos maravilhosos, esse mafioso deixou a desejar,boa sorte autora /Frown/
2025-02-17
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