Alessandra foi levada para um armazém abandonado nos arredores de Milão. Suas mãos estavam amarradas, e acordando seus olhos revelavam um misto de raiva e medo. Lorenzo entrou no local, sua presença dominadora preenchendo o espaço. Ele estava impecavelmente vestido, como sempre, com um olhar frio e calculista.
Alessandra: (gritando, assim que o viu) – VOCÊ?? O que diabos está acontecendo aqui? Você está por trás disso?!"
Lorenzo: (calmo, ignorando o tom dela) – "Boa noite, Alessandra. Espero que o trajeto não tenha sido muito desconfortável."
Alessandra: (furiosa) – "Você enlouqueceu?! Isso é um crime! Você me sequestrou! Eu sabia que tinha algo de errado com você desde o momento em que o vi!"
Lorenzo: (se aproximando lentamente, com as mãos nos bolsos) – "Cuidado com as palavras, Alessandra. Eu não quero que isso seja mais complicado do que precisa ser."
Ela o encarou, tentando decifrar as intenções por trás daquele olhar frio. O Lorenzo que ela viu na rua naquela noite parecia distante daquele homem implacável à sua frente.
Alessandra: (com desprezo) – "Você é um monstro. Todo aquele charme... era apenas uma fachada, não era?"
Lorenzo: (suspirando, ainda calmo e com tom sarcástico) – "Eu sou muitas coisas, Alessandra. Mas monstro? Isso é um julgamento precipitado."
Alessandra: (com raiva) – "Por que estou aqui? O que você quer de mim?"
Lorenzo: (sentando-se em uma cadeira à sua frente, com um olhar firme) – "Preciso de você para resolver um problema delicado. E antes que diga algo tolo como 'não vou ajudar', saiba que este é um daqueles momentos em que você não tem escolha."
Alessandra tentou manter a compostura, mas suas mãos tremiam. Ela sabia que estava lidando com alguém perigoso.
Alessandra: (com uma voz fria, mas trêmula) – "Você está brincando com fogo, Lorenzo. Se acha que pode me usar, está subestimando minha inteligência."
Lorenzo: (inclinando-se ligeiramente para frente, com um sorriso quase imperceptível) – "Eu nunca subestimo ninguém, Alessandra. Mas você, mais do que ninguém, deveria saber que às vezes somos forçados a fazer escolhas difíceis."
Após ser deixada sozinha no armazém por um tempo, Alessandra começou a repassar mentalmente o encontro com Lorenzo na rua de Milão. Naquela noite, ele parecia misterioso, mas intrigante. Agora, ela só via nele um manipulador frio.
"Como pude ser tão ingênua?", pensou ela. "Eu sabia que ele era perigoso, mas nunca imaginei algo assim."
Naquela noite o frio dominava aquele galpão e tinha sido deixada de qualquer jeito, sem dó sem piedade por aquele monstro
Alessandra gritava desesperadamente por ajuda, mesmo sabendo que não ninguém viria a noite parecia longa e ela não conseguia dormir jogada naquela cadeira amarrada e os pulsos cada vez mais doloridos e ferido..
No dia seguinte Lorenzo voltou, ela o encarou com fúria nos olhos. Que nem ela mesmo sabia de onde vinha tanta raiva por ele...
Alessandra: (amarga) – "Você acha que pode me usar, me intimidar? Você não sabe com quem está lidando."
Lorenzo: (mantendo a calma, com um tom quase apático) – "E você acha que pode me ameaçar, Alessandra? Nós dois sabemos que você não tem muitas opções agora."
Alessandra: (gritando) – "Eu nunca vou confiar em você! E quando eu sair daqui, farei questão de destruir tudo o que você construiu!"
Lorenzo: (com um sorriso gélido) – "Interessante. Mas, por enquanto, você vai fazer exatamente o que eu disser."
Apesar do tom autoritário de Lorenzo, Alessandra sentiu que havia algo por trás daquele olhar frio, algo que ele estava escondendo. Contudo, sua raiva e determinação eram maiores do que qualquer tentativa de decifrá-lo.
Continua...
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Atualizado até capítulo 41
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