O homem, com o hálito quente e o olhar lascivo, se aproximou de Ruby, a envolvendo em um abraço apertado. O cheiro de álcool e suor a repelía, mas a figura, controlando seu corpo, se deixava levar, a fingir que gostava daquilo.
Ruby, presa em sua própria mente, se encolheu em um canto, o medo a consumindo. Ela não conseguia controlar o corpo, não conseguia impedir que a figura o usasse para seus próprios fins. Ela se sentia violada, desumanizada, como se estivesse morrendo por dentro.
“Você é linda, Ruby”, o homem disse, a voz grossa e arrastada. “Você é a mulher dos meus sonhos.”
A figura, com um sorriso cruel, respondeu: “Você é interessante. Eu gosto do jeito como você me olha.”
O homem, a face rubra e os olhos brilhando de desejo, acariciou o rosto de Ruby, seu toque grosseiro e desagradável.
“Eu quero você, Ruby”, ele disse, a voz tremendo de desejo. “Você é minha.”
A figura, com um gesto malicioso, aproximou o rosto do homem. “Eu sou sua se você me merecer”, ela disse, a voz seduzente e ameaçadora.
O homem, completamente hipnotizado pela figura, a seguiu para uma sala quase deserta do bar.
Ruby, presa em sua própria mente, se desesperava. Ela sabia que a figura estava preparando algo horrível. Ela sabia que o homem estava destinado a ser sua próxima vítima.
A figura, com o corpo de Ruby, se aproximou do homem, seduzindo-o com um toque delicado e um olhar penetrante. Ela o manipulava, o controlava com suas palavras e seus gestos.
“Você é tão forte, tão poderoso”, ela disse, a voz seduzente e ameaçadora. “Eu gosto disso.”
O homem, completamente hipnotizado, se curvou diante da figura, como se estivesse adorando um deus.
A figura, com um sorriso cruel, levantou a mão e acariciou o rosto do homem. Seu toque era frio e impessoal, como o toque da morte.
De repente, a figura mudou de expressão. Seu sorriso desapareceu, se transformando em um olhar de raiva e ódio. Seus olhos brilhavam com uma intensidade sombria, e sua pele ficou coberta por uma película escura.
Ruby, presa em sua própria mente, sentiu um calafrio percorrer sua espinha. Ela reconheceu a fúria que tomava conta da figura.
A fúria da figura, como um vulcão em erupção, invadiu o quarto. O ar ficou denso e pesado, cheio de uma energia negativa que emanava do corpo de Ruby, agora completamente dominado pela sombra. A figura, com um olhar cruel, afastou o homem com força, o arremessando contra a parede.
"Você não me merece", a figura disse, a voz rouca e ameaçadora, sem o tom sedutor de antes. "Você é fraco, patético. Eu não preciso de você."
O homem, atordoado e ferido, tentou se levantar, mas a figura se aproximou, com um sorriso que agora era um esgar de crueldade. Os olhos, antes azuis e cheios de vida, agora brilhavam com uma intensidade vermelha, como brasas.
"Eu quero mais", a figura disse, a voz cheia de uma sede insaciável. "Eu quero mais do que você pode dar. Eu quero a alma."
Ruby, presa em sua própria mente, se encolheu ainda mais. A figura havia se libertado de suas amarras. A sombra havia se apoderado completamente do corpo, e o controle sobre o corpo havia se dissipado.
"Você não pode fazer isso", Ruby tentou gritar, mas sua voz era um sussurro fraco, perdido em meio à fúria da figura. "Ele não é digno do seu sacrifício."
A figura, ignorado o pedido de Ruby, se inclinou sobre o homem, seus dentes afiados como facas. O cheiro de sangue, o cheiro da violência, a enchia de prazer. Ela queria devorar a alma do homem, absorver a energia negativa que emanava dele.
"Você não pode se esconder", a figura disse, a voz rouca e cruel. "Você é meu. Eu sou sua sombra. E a escuridão nos consome."
O homem, aterrorizado, tentou se proteger, mas a força da figura era incomparável. Ela o agarrou, o esmagando contra o chão. Seus dentes se afundaram em seu pescoço, arrancando um pedaço de carne. O sangue jorrou, tingindo o chão do bar de vermelho.
O bar, que antes era um palco de prazeres e desejos, agora se tornou um campo de batalha. Os clientes, apavorados com a cena de horror, se afastaram, deixando o homem e a figura sozinhos.
Ruby, presa em sua própria mente, se sentia suja e corrompida. Ela tinha se tornado um recipiente do mal, um instrumento de destruição. A sombra a havia consumido, transformando-a em algo horrível.
"Pare", Ruby implorou, a voz quase inaudível. "Você está destruindo tudo."
A figura, com um sorriso cruel, ignorado os pleitos de Ruby. Ela se deliciava com a dor do homem, com o sangue que jorrava de seu corpo. Ela sabia que não havia volta, que a escuridão a havia consumido para sempre.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 28
Comments