Rodrigo
João entra no meu escritório com uma expressão autoritária, como se estivesse acostumado a ser obedecido. Ele claramente acredita que eu vou fazer tudo o que ele manda, mas não vai ser assim. Ele vai ter que se comportar e se adaptar, sem fazer exigências desrespeitosas, como usar aqueles cortes de roupa curtos que ele gosta. Eu percebo que, por trás de mim, tem um cara que está me apoiando e, com isso, consegui trazer o João para mais perto e iniciar uma conversa. Entretanto, João continua se comportando de forma mandona, insistindo que tudo deve ser do jeito dele. Mas, na verdade, ele está muito enganado se acha que isso vai acontecer. Ele parece querer que minha casa se transforme em um hotel, cheio de regras e exigências. Isso definitivamente não vai funcionar. Ele deseja tudo, absolutamente tudo, do seu jeito, mas não me conhece bem. Quando ele menciona sair do meu escritório, age como se já tivesse vencido a batalha. Nesse momento, eu o prendo contra a parede e inclino-me para cheirar seu pescoço. É incrível como, diante dessa situação, ele se torna vulnerável nas minhas mãos. Sinto seu corpo se arrepiar, e é nesse instante que percebo que estou em vantagem. Começo a falar e, para minha frustração, ele retruca tudo o que digo. Isso me enche de raiva e me dá vontade de pegá-lo e soltá-lo sem pedir licença até ele ficar sem conseguir se mover. Tento me controlar, mesmo quando ele insiste que o que é meu não é dele nem de mais ninguém, como se estivesse completamente solitário na situação. No entanto, a paciência acaba. Em um momento de impulso, eu o pego no colo e o prendo contra a parede, ele se debate, mas logo para de resistir.
João_Rodrigo, me coloca no chão agora!
Rodrigo_ Eu já te avisei, não avisei? Você agora pertence a mim.
João_Não, não foi isso que você disse. Você mencionou que eu só estaria aqui por causa de um capricho seu. Agora, por favor, me coloque no chão.
Enquanto inicio a carícia, meus lábios encontram seu pescoço, e percebo que ele começa a se mover, como se quisesse se afastar. Para engrossar o clima e intensificar a situação, dou um tapa leve em sua bunda. Ele me lança um olhar de reprovação, mas, curiosamente, a cada toque que faço em seu corpo, ouço seus gemidos suaves que ecoam em seus lábios, e isso me faz esquecer completamente tudo ao meu redor, dissipando qualquer pensamento que estivesse em minha mente.
João_~Rodrigo~
Enquanto eu o observava, ele tentava chamar meu nome de uma maneira quase suplicante, enquanto eu me entregava a beijos suaves em sua barriga e em seu pescoço. A intensidade do momento fez meu desejo crescer; eu já estava tão excitado e querendo muito mais dele. Com um impulso de paixão, deixei meus lábios marcarem seu pescoço com um chupão, descendo em direção à sua barriga e explorando seu peito com minha boca. A cada toque, ele apenas apertava meu ombro e emitia gemidos que me deixavam ainda mais descontrolado. Eu não conseguia mais resistir a esse garoto travesso; ele precisava ser meu, eu o desejava profundamente.
Rodrigo_mim,mim pede pra parar
Eu me aproximo dele e, sem hesitar, pressiono meus lábios contra os dele, cortando qualquer palavra que ele pudesse dizer. O beijo é intenso e apaixonado, uma mistura de desejo e brutalidade. Enquanto nossos lábios se encontram, sinto a presença do corpo dele contra mim, seu membro pressionando suavemente a minha barriga. Ele segura as colchas com força, evidenciando a tensão do momento e solta gemidos suaves entre os beijos que trocamos.
Após alguns instantes, decido me afastar um pouco, deixando-o recuperar o fôlego. Ele me observa, seus olhos carregados de intensidade, enquanto seu rosto começa a ficar ruborizado. A palidez da pele dele contrasta fortemente com o vermelho que se espalha por suas bochechas, criando uma imagem eletrizante e atraente. Ele me observa em silêncio, e eu percebo que há algo em seus olhos – talvez seja vergonha ou, quem sabe, ele esteja confuso sobre o que sente. Para quebrar esse clima tenso, eu o puxo delicadamente e o coloco em meu colo, sentando-me em um sofá aconchegante que está no escritório. Agora, com ele assim, tão próximo, eu passo a mão suavemente pelo seu rosto, acariciando suas bochechas, tentando transmitir calma e conforto, enquanto busco entender melhor o que se passa em sua mente.
Rodrigo_Vamos morar juntos até que eu consiga lidar com essa situação complicada. Prometa-me que você não vai trazer mais ninguém para o nosso convívio. Eu realmente detesto mentiras, João, e se você me enganar e trouxer alguém, eu vou te punir de alguma forma.
João_Humm... eu... prometo que não vou trazer ninguém.
Ele está bem vermelho, e acho que ainda está sob o efeito do que aconteceu. Eu, por outro lado, estou completamente travado, como uma pedra. Ele está no meu colo, e isso não está ajudando muito a situação. Eu o quero, sinto um desejo intenso por ele. Com cuidado, me aproximo dele e, quase sem pensar, dou um selinho. Fico surpreso ao perceber que ele não recusa esse gesto. Será que ainda está em transe?
Sinto a vontade de ir além e decido dar outro beijo, desta vez em seu pescoço. Com delicadeza, aperto sua cintura e começo a levantar sua camisa. Ele apenas geme, e aquele som me faz sentir ainda mais próximo dele. Então, inclino-me e sussurro algo no seu ouvido, tentando transmitir tudo o que estou sentindo.
Rodrigo_ Por favor, me pede para parar.
João_Ah... eu... c... continua.
Sem esperar nem mais um minuto, peguei-o no colo e saí apressadamente do escritório. Afinal, não havia ninguém em casa e ninguém poderia me ver carregando-o assim. Meu irmão, por sua vez, estava ocupado com a irmã dele, então não teria que me preocupar com interrupções. Quando finalmente cheguei ao meu quarto, tranquei a porta com cuidado e joguei-o suavemente na cama. Vou explorando cada parte da sua pele branca com beijos, deixando marcas em forma de chupões e mordidas, sinalizando o que é meu. Ele solta gemidos enquanto eu retiro o short que ele usa, se é que se pode chamar assim. Ele me observa com um olhar tímido, e então decido despojar-me das minhas roupas. Ao fazer isso, percebo que ele está um pouco nervoso. Será que esta é a primeira vez dele?
Rodrigo_João, é a sua primeira vez com um homem, correto?
João_Eu nunca tive nenhuma experiência desse tipo. Sou virgem e nunca estive com uma mulher, muito menos com um homem.
Neste momento, cubro João com o lençol. Ele parece confuso e não entende a situação. Não sei como explicar, mas desejo que a sua primeira vez seja especial e memorável, e não algo feito apressadamente e sem compromisso.
João_ O que está acontecendo...? Eu... eu...
Rodrigo_Me desculpa... eu não devia ter feito isso. Você provavelmente ficou surpreso ou pensou que era uma obrigação sua atender a isso, ou talvez estivesse apenas tentando satisfazer meu desejo.
João_Olha, a verdade é que eu estou completamente nu na sua cama, e isso é para você. Para ser sincero, eu não estou com medo de você ou de qualquer coisa assim, Rodrigo. Na verdade, eu estou me sentindo realmente excitado...
Rodrigo_ Essas coisas que você menciona, você realmente tem que vivê-las com a pessoa que gosta. Pode parecer um cliché ou algo que se faz só com mulheres, mas para mim, deve ser algo especial e memorável. Não pode ser feito apenas por impulso ou por uma questão de desejo físico. É preciso haver um significado maior.
João_Tudo bem, eu entendi...
Nesse momento, João se levanta, com suas nádegas brancas viradas para mim. Ele se inclina para pegar suas roupas, e a forma como ele faz isso parece até intencional. Isso me desperta uma vontade quase irresistível de dar uma palmada naquela bunda.
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Atualizado até capítulo 50
Comments
Elenilda Soares
porra Rodrigo cortou o clima
2025-01-19
1
lovely person
me*
2024-11-04
0
Carla Santos
Rodrigo vc deu a entender que ele não tem importância pra vc ele sentiu um inútil um lixo,mas foi maravilhoso mesmo sendo chiclè espero que ele entenda que a primeira vez de vcs vai ser especial e simbólica
2024-10-10
1