O dia seguiu normalmente para Laura, embora triste pelas últimas cenas que ela viu em sua vida passada, queria um final feliz e não tão traumática como foi. Já não bastava sua vida real que não era lá grandes coisas, e quando chegou à noite tivera mais uma regressão espontânea. E mais uma vez se deparou com a senhora simpática a Brigitte. Laura sentiu-se muito feliz ao ver aquela senhora simpática, era tudo que ela precisava depois de um dia tenso em sua vida tumultuada.
— O que foi minha jovem, porque está tão triste?
— Como a senhora sabe que estou triste?
— Não há nada que eu não saiba sobre a sua vida, minha jovem, a coisas que você nem imagina que eu sei a seu respeito!
— Como assim? Eu não estou entendendo aonde a senhora quer chegar?
— Vamos entrar e tomar um café, que eu te conto tudo sobre a minha vida! — Laura, embora sonhando, mas que parecia tão real tão evidente aquele sonho, ela podia sentir na pele aquela sensação gostosa, parecia estar vivendo aquelas cenas que marcaram de alguma forma, era uma amiga oculta que ela tinha sem saber. E só ela poderia ajudar Laura a entender mais sobre os mistérios da vida, da qual ela passava, coisas que fazia sem querer, mas fazia e sentia arrependimentos. E sofria com as consequências seria ela um anjo da guarda, ou uma fada madrinha, ou quem sabe uma duende do jardim que estava sempre protegendo Laura. Sabia que existia uma inimiga oculta da qual ela precisava lutar para que sua vida não seguisse por um caminho perigoso e sem volta, a sua necessidade de querer tudo de uma vez por todas, de querer ter as coisas para ontem e a pressa de viver, sabendo que a pressa é inimiga da perfeição, e que um erro é ser fatal, e nada melhor do que ter uma amiga conciliadora como era Brigitte.
— O que a senhora tem de tão importante a revelar?
— Depois que você foi embora aquele dia me lembrei de te perguntar se você acredita em vidas passadas?
— Acredito sim, mas porque a senhora está me perguntando?
— Porque eu já fiz regressões a vidas passadas e tive experiências agradáveis e outras nem tanto!
— Eu também estou fazendo essas experiências, e hoje tive uma que não gostei muito de quem eu fui em 1755, tive um final trágico além da minha vida ser muito triste!
— Nós vivemos muitas vidas, e é um carma que carregamos, até aprendermos a ser melhores do que somos, somos iguais às árvores, nunca morremos, vivemos mil gerações!
— Como assim? Perguntara Laura curiosa.
— Numa vida podemos estar sofrendo e termos a recompensa em outras vidas, e se formos bem sucedidos na vida podemos sofrer em outras. Até entendermos que não é o nosso corpo que precisa melhorar e sim o nosso espírito, ele e que precisa evoluir e crescer, as pessoas se preocupam muito com o mundo material e o corpo, e vaidade, mas esquecem aquilo que realmente é o mais importante que é o nosso espírito, somos feitos de barro e ou do pó da terra e ao pó retornaremos sejamos ricos ou pobres, todos voltarão a ser pó, foi assim que Deus fez o homem do pó da terra, e ele soprou o seu espírito dando vida, assim como o nosso espírito é igual uma árvore ou uma planta viva, ela vem da terra a planta não é nada sem a terra, e a terra não é nada sem a planta, assim como o corpo e o espírito, um não vive sem outro, mas se o corpo morre o espírito segue seu caminho e volta para Deus que dá um destino seja para as trevas ou para luz, ou até um lugar do aprendizado, até se recuperar e ser um espírito de evolução. E assim segue as regras divinas, os espíritos permanecem vivos eternamente até encontrar um corpo prestes a nascer. Mas como eu estava dizendo: depois daquela tragédia que você teve em outra vida, como você mesma disse, logo que vocês dois morreram afogados, mas renasceram novamente e tiveram uma segunda hipótese de ser feliz.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 35
Comments