Paloma e Alex

...Paloma Marinho...

Após nosso sexo no sofá fomos tomar um banho juntos, nunca gostei muito de compartilhar meu banho, mas isso parece ser natural para Alex.

O bonito ainda me atacou mais uma vez no banheiro e me fez g*zar muito gostoso. Pense num homem! Com um desses, dá para perder a cabeça facilmente.

Agora o bonitão está desfilando pelo meu apartamento usando só uma cueca boxer preta e eu estou usando apenas a camiseta dele.

— Você que pintou todos eles? — ele pergunta olhando para as minhas telas penduradas.

— Sim.

— Você tem talento.

— Meu pai também diz isso.

— Nunca pensou em expor?

— Não, isso é mais um hobby.

— Está privando o mundo de conhecer seu talento, loira.

— Não tenho vontade, isso é meu refúgio, meu ponto de equilíbrio quando estou estressada.

— Você é uma caixinha de surpresas loira. — sorrio e dou de ombros.

— Quem é essa? — ele pergunta apontando para o quadro.

— Minha mãe.

— Você se parece com ela.

— Pareço sim.

— Não tem vontade de vê-la?

— Já tive muita.

— Não tem mais?

— Não, já faz tanto tempo, a Paloma criança tinha, mas a Paloma de hoje não sente mais essa vontade, meu pai é mais do que suficiente.

— Seu pai deve se orgulhar muito de você.

— Se orgulha sim, sou única na vida dele.

— Quer sair pra almoçar?

— Não, muito obrigada.

— Não vai almoçar?

— Vou, depois eu faço alguma coisa para mim, não estou com fome, vou pintar uma tela.

— Essa é minha deixa, não é? Está me mandando embora?

— Já fizemos o que tínhamos que fazer, não é?

— Já sim. Foi bom pra você loira?

— Foi sim! E pra você?

— Muito bom.

Alex começa a se vestir, veste primeiro o short, pega a carteira e coloca no bolso e olha para a camisa dele que eu estou vestindo.

— Ah! Sua camiseta. — digo puxando a camiseta para cima e entregando para ele.

Alex me olha de cima à baixo e nega com a cabeça.

— Assim fica difícil loira! Como vou embora te deixando assim?! Aí eu não consigo ir!

— Nosso combinado era só uma vez e nós já fizemos duas.

— E vamos fazer a terceira agora. — Alex diz me beijando e me levanta para que eu entrelace minhas pernas em seus quadris.

— Alex...

— Eu não consigo ir sem te fazer minha outra vez.

Alex me encosta na parede, desce o calção e me penetra de uma vez, fazendo meu corpo subir com estocada forte.

— Alex... — ele me cala com um beijo.

Alex me penetra com força e o som dos nossos corpos batendo um contra o outro e nosso gemidos ecoam pelo apartamento.

— Ah loira você é gostosa demais. — ele diz e nós g*zamos juntos, só então ele olha para baixo e se dá conta do que eu tentei avisar, que esquecemos o preservativo.

— Eu tentei avisar. — digo.

— Desculpa Paloma, fui no impulso, desculpa, pode ficar tranquila que eu estou limpo.

— Quer ser papai, Alex? — o vejo ficar pálido.

— Querer eu não quero, mas se vier eu vou assumir.

— Calma garanhão, eu uso anticoncepcional.

— Ah! Eu estou limpo loira, se quiser te mostro os meus exames.

— Não precisa, eu confio em você, eu também estou limpa.

— Confio em você também e mais uma vez, desculpa.

— Tudo bem, eu poderia ter te parado, eu quis também.

— Quis é?

— Quis sim.

— Hum... O que eu faço com você loira? — ele pergunta e eu sorrio.

Meu celular toca em cima da mesinha de centro e Alex me coloca no chão e eu vou atender totalmente sem roupa e a prova do crime de Alex escorrendo no meio das minhas pernas.

Olho na tela e é Patrícia, minha melhor amiga.

— Oi paty.

— Onde você se meteu? Te mandei um milhão de mensagens.

— Estou no meu apartamento.

— Eu vou aí então.

— Não estou sozinha.

— Como assim? Me conta esse babado?

— Estou com alguém.

— Não me diga que voltou com o traste e resolveu levá-lo aí?

— Não é ele não.

— E quem é?

— Se eu te contar, você não vai acreditar!

— Então me conta bandida.

— Não posso.

— PALOMA MARINHO! Vai deixar sua melhor amiga na curiosidade?

— Depois nos falamos.

— Você não vai me contar? Vai me deixar nessa curiosidade?

— Mais tarde vamos naquele italiano?

— Vamos sim, aí vou querer saber de tudo.

— Tá, até mais tarde.

— Até!

Alex me olha com um sorriso no rosto e eu sorrio de volta.

— Vai contar pra sua amiga?

— Ela não vai parar de insistir se eu não contar.

— Não tem problema pra você contar que ficou comigo?

— Tem pra você?

— Não! Não costumo negar o que eu faço.

— Nem eu! E você nem sabe como minha amiga é insistente, ela não vai sossegar enquanto eu não contar com quem eu estava e ela sabe que estou com alguém porque ela queria vir aqui e eu disse que estava com alguém, então ela vai querer saber quem era.

— Entendi... Posso tomar outro banho?

— Pode.

— Vem comigo?

— Alex...

— Só um banho inocente.

— Nada em você é inocente. — digo e ele sorri.

— Vamos?

— Vamos.

Alex e eu ainda tr*nsamos mais uma vez no banheiro, não sei de onde esse homem tirou disposição para quatro vezes eu mesmo já estou ardida. Nunca tinha feito tanto sexo na minha vida. Esse homem é a própria personificação do pecado, além de bonito ainda é bom de cama, ele é tudo que qualquer mulher quer na vida, pena que eu não quero nada sério e muito menos ele.

— Eu acho que te devo um almoço, eu disse pra minha irmã que ia te levar para almoçar, mas eu acabei te comendo. — ele diz e eu sorrio.

E que comida!

Alex me deixou com a periquita ardida, de pernas bambas, mas muito satisfeita.

— Me levar para almoçar era só uma desculpa para me comer.

— Isso é verdade, mas eu preciso te alimentar, quero te devolver em perfeitas condições para o seu pai.

— Você não vai me devolver para o meu pai, já que não me pegou dele.

— Isso é verdade, mas é meu papel devolver você bem alimentada e inteira para ele, afinal fui eu quem te busquei na frente da sua casa.

— Se preocupa assim com as outras mulheres que você tr*nsa Alex? — pergunto e ele faz cara de bobo.

...Alex Alencar...

Ela me faz a pergunta de um milhão, mas eu nem sei o que responder. A verdade é que nunca me importei assim com nenhuma outra mulher, exceto minha ex da adolescência, minha mãe e minha irmã, fora elas nenhuma outra me importou tanto assim.

Não sei o que essa mulher tem, mas ela me encanta de um jeito que jamais havia acontecido.

Óbvio que não vou dizer isso a ela, jamais darei meu braço a torcer e admitir que estou querendo ter mais vezes com ela. Não quando ela disse com todas as letras que não quer nada sério com ninguém e na verdade eu também não quero. Só sei que quero mais vezes com ela. Paloma não é só boa de cama, ela é madura, segura, cheia de si e isso está me deixando encantado, pois não é comum que uma menina de vinte e dois anos seja assim, ainda mais ela que não teve a mãe por perto durante uma parte da infância e na adolescência. Admiro o pai dela, ele fez um bom trabalho criando sua filha sozinho, soube educá-la muito bem.

— Claro Paloma! Eu não sou tão insensível quanto você pensa.

— Não é o que diz nas páginas de fofoca.

— Acredita no que eles falam nessas porcarias?

— Bom, se está lá é porque não é totalmente mentira. Ou é? Porque minha amiga é capaz de dizer os nomes de todas as famosas que você já ficou.

— É uma droga ser conhecido!

— Nem é! Eu também sou conhecida, mas sou discreta.

— Eu também sou, o problema é que gosto de sair e nessas baladas sempre tem algum paparazzi.

— Sabe qual o segredo?

— Qual?

— Não ir! Eu não vou e passo muito bem obrigada.

— E o que eu vou fazer o final de semana inteiro?

— Já pensou em sossegar? Ficar em casa e assistir um filme? Ir à um restaurante? Ir à praia? Deixar essa vida de balada um pouco?

— Pior que não.

— Nunca pensou em namorar, não é?

— Não.

— Não é ruim namorar Alex, é bom ter alguém ao seu lado, fazer um programa à dois, um relacionamento só cai na rotina se você deixar. — ela diz e seu olhar fica triste, deve está pensando no ex.

— O seu caiu na rotina?

— Infelizmente sim.

— Quer falar sobre isso?

— Não tem muito a ser falado, ele falou que a vida dele estava parada e monótona e que precisava curtir enquanto ainda era jovem.

— Vocês dois começaram um relacionamento muito jovens e realmente perderam parte da adolescência, nessa época era para vocês estarem curtindo, mas estavam vivendo um relacionamento sério, não estou dizendo que o que ele fez é certo, mas é compreensível querer viver o que nunca viveu.

— Pois eu vou fazer isso também vou meter o louco, curtir muito e pegar todos.

Essa ideia da loira pegar todos não me agradou em nada, imaginar que ela vai fazer tudo que fez comigo como outro me deixa bem incomodado e não faço ideia do porquê. Eu nunca fui assim com ninguém, até porque a maioria das mulheres com quem eu fiquei foi coisa de uma noite só.

— E sua energia sexual? Vai compartilhar assim com todos?

— Droga! Não! Pior é absorver das pessoas, como absorvi a sua.

— Minha energia é boa, você g*zou que foi uma beleza.

— Cala essa boca! — ela diz e eu sorrio.

— Estou mentindo?

— Não.

— Vem aqui, vem? — a chamo para perto.

Ela ainda está sem roupa e eu com o short baixo.

— Foi muito bom. — digo colocando uma mexa do seu cabelo atrás da orelha.

— Foi sim. — ela diz e eu a beijo.

Só beijá-la já é gostoso demais, poderia ficar apenas beijando essa mulher por horas sem me cansar.

— Vamos tomar um banho? — a convido.

— Vamos.

Tomamos um banho juntos, onde fiz questão de lavar cada parte do corpo dela.

— Tem roupas do meu pai aqui. — ela diz quando saímos do banho, a minha sujou na nossa última vez de pé.

— Será que ele não vai se importar?

— Não, ele mal as usa, eu que trouxe algumas roupas dele para cá, já que dormimos aqui algumas vezes.

— Então pode ser.

Ela vai até ao closet e pega as roupas, que é uma camiseta básica de cor branca e um short jeans azul escuro.

— Seu pai é alto, não é? — pergunto porque as roupas serviram perfeitamente em mim.

— Ele é e muito bonito.

Ela pega outro vestido, só que esse bem longo, cor de rosa e veste, mesmo não mostrando nada, ela fica muito linda nele, pois realça suas curvas.

— Agora vamos almoçar loira.

— Não precisa, eu vou almoçar em casa.

— Eu te levo então.

— Não precisa, o motorista vem me buscar.

— Nem pensar, eu que fui te buscar e vou te levar até lá.

— Tudo bem Alex, vamos.

— Vamos.

Algum tempo depois paro o carro em frente ao portão do condomínio dela.

— Foi um prazer. — digo e ela nega com a cabeça.

— Segunda eu mando o contrato para você assinar.

— Ok.

— Até logo. — ela diz estendendo a mão para mim e eu a puxo para um beijo.

— Alex!

— Tem que se despedir direito loira.

— Até logo. — ela diz e faz jeito de abrir a porta.

— Deixa que eu abro. — digo descendo do carro e abrindo a porta para ela.

— Obrigada. — ela diz.

— Até logo, loira.

— Até. — ela diz e entra.

Eu fico olhando para ela até que suma de vista.

Que mulher!

Já fiquei com mulheres de todos os tipos, umas bem experientes e até mais velhas do que eu, mas nunca pensei que seria uma novinha que ia me tirar do prumo.

Não sei como farei, mas a loira será minha outra vez, e isso é um fato consumado, ela vai ser minha e não importa o que ela diga.

A novinha me deu um senhor chá e eu quero muito mais desse chá.

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Comments

Sou cacheada965☺️

Sou cacheada965☺️

Se não quer nada sério tudo bem Paloma, mais aproveita esse muito homem.

2025-03-21

1

Quase cinquentona🥴🥺😔😩

Quase cinquentona🥴🥺😔😩

E é pegando gancho nessa frase que eu pergunto de novo : Por que não reconheceram o Alex , lá no hotel chique? A família sai na mídia constantemente.🤔

2025-02-26

0

Thaís

Thaís

querido... ela disse "não se apaixone"... mas vc já ficou louco com o chá q ela te deu... agora guenta!

2025-01-19

3

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