Pov S/N
O resto da noite passou tranquila, até o amanhecer, fui acordada com batidas na minha porta, felizmente dessa vez eu escutei.
Coloco meus óculos e me levanto da cama meio zonza, vou até a porta e a abro, uma visita inesperada me olhava com olhos assustados e preocupados, Lorenzo.
Lorenzo: S/N! Eu fiquei tão preocupado. - Ele fala me abraçando repentinamente, não entendo qual o motivo disso.
S/N: Oi, porque você estaria preocupado?
Lorenzo: Você não viu? Descobriram que algo aconteceu de noite, vários guardas foram encontrados mortos em alguns corredores, e as gravações das câmeras foram apagadas, ninguém sabe o motivo, nem o segurança que olha as câmeras estava lá na hora, parece que alguém dopou ele, já que estava desmaiado no banheiro. - Ele fala e eu faço o possível para esconder o nervosismo presente.
S/N: Sério? Eu não vi nada, depois que fui até você eu vim até o meu quarto. - Minto para ele, e pelo visto ele acredita.
Lorenzo: Que bom, você poderia ter se machucado caso estivesse na hora, mas enfim, apenas vim checar você, a é, e tome cuidado, alguém desativou as câmeras dos corredores 18 até 27, ainda estão ajeitando isso, já que são muitas em cada corredor.
S/N: Obrigada pela preocupação, e informação Lorenzo. - Agradeço com um sorriso falso.
Lorenzo: Sem problemas, tenha um bom dia. - Ele diz alegremente enquanto vai para longe.
Eu fechei a porta do meu quarto e me direcionei até a caixa transparente de Ears.
O urso de orelhas estava dormindo tranquilamente ainda embolado em minha blusa, por algum motivo ela ainda estava limpa.
Sorrio para o nada e logo vou fazer as minhas coisas pessoais, como tomar banho, escovar e etc…
Quando termino de colocar o meu jaleco, eu ando novamente até Ears, que dessa vez estava acordada, e quando me nota começa a me encarar.
Eu realmente gostaria de abrir a caixa dele, mas com certeza seria perigoso.
Então eu apenas dou um aceno a ele e vou até a porta, quando abro me deparo com mais uma surpresinha, mas a diferença é que essa não era boa….. Messy está parada na minha frente com um olhar furioso, vejo que há alguns esparadrapos em sua orelha esquerda, e me pergunto o que aconteceu.
Messy: Sua desgraçada, eu tenho certeza que foi você que fez isso, não é? Não é?! - Ela pergunta me segurando pela gola do jaleco, e me empurra até a parede atrás de mim.
Messy: Você…. O que? O Que é isso? - Ela pergunta olhando para onde Ears estava, o urso pareceu amedrontado com a presença de Messy, que caminhou até ele.
S/N: Não mexa nisso. - Digo segurando o braço dela para que ela pare de se aproximar, e com toda força que tenho eu a empurro para fora do meu quarto.
Ela me xinga de algo e eu fecho a porta do meu quarto, tenho certeza que ela vai contar para alguém, preciso tirar Ears daqui, ou eu estarei ferrada.
S/N: Ok ok, eu pensei que não precisaria fazer isso mas eu preciso. - Digo rapidamente pegando o bloco de notas e uma caneta.
"Preciso que se esconda, caso alguém te encontre será perigoso para mim e você."
Escrevo e coloco contra o vidro, demora apenas um pouco para ele me responder com um sim.
Sorrio e pego a chave, rapidamente destrancando a caixa e a abrindo, cuidadosamente pego Ears em meus braços e o coloco no chão, eu ainda estava de meias, então não teria o atrito entre meu sapato e o chão.
Fico feliz que ele não tenha feito nada, e apenas olha em volta, abro a porta do meu quarto e espero ele sair, ele me olha um pouco, mas logo sai e corre para longe, indo se esconder, eu espero, então fecho a porta do meu quarto.
Me sinto agradecida pelas câmeras quebradas, mas só agora me pergunto quem foi, minha maior suspeita é 1048, acho que na esperança de Ears escapar sem ser visto, ou apenas apagar pistas.
Agora é hora de me preparar para disfarçar, pego uma caixa de som potente que trouxe da minha casa e coloco na caixa, logo após jogo um lençol em cima, apenas para deixar mais suspeito.
Vou usar a desculpa de que hoje iria fazer um teste aleatório de som, apenas para passar o tempo na hora do almoço.
Como hoje é…… espera, que dia é hoje?
Quando se passa muito tempo aqui embaixo você perde total noção de tempo, aqui o relógio e calendário são seus amigos.
Olho no celular e são 06:12, Sexta-feira, minha folga, então minha mentira vai se tornar mais verdadeira ainda.
Ou, eu posso apenas meter o pé daqui, como hoje é minha folga eu posso sair, então não daria problema, ou pelo menos nem tanto.
As folgas nunca são só um dia, pois só a saída daqui leva horas, então perderia o dia muito rápido, a minha folga mesmo dura 4 dias, mas eu só tenho ela a cada 3 semanas.
Bom, eu posso usar as duas juntas, vou deixar a porta do meu quarto aberta enquanto arrumo a minha mala, quando eles olharem a caixa não vão ver nada de errado.
S/N: Então vai ser isso. - Digo abrindo novamente a porta do quarto.
Vou até o guarda roupa, pego minha mala preta e começo a colocar algumas roupas lá dentro, o suficiente para 4 dias fora, também coloco 3 pares de sapatos, um chinelo, um tênis, e uma sapatilha.
E pronto, mala feita, e nada de outras pessoas chegarem.
Então passo para a minha bolsa, fones, meu celular que vou colocar depois, computador, carregadores, carteira, remédios, e algumas outras coisas, mesmo com isso tudo ainda sobrou bastante espaço,vou mantê-la aberta, já que de repente posso lembrar de algo.
E por último a frasqueira, sabonete, absorventes, escova de dente, shampoo, condicionador, perfume, pente, etc…
Até que foi rápido, visto que ninguém veio até agora.
Não quero ter que esperar alguém vir, então eu vou para o refeitório, e por lá eu penso onde ir.
Pego meu celular e ando para o lugar escolhido.
No meio da minha caminhada vejo Lorenzo carregando vários papéis em seus braços, alguns estão até caindo, e quanto mais ele se abaixa mais caem.
É uma cena engraçada, mas não expresso, afinal, não sou tão má assim, e eu posso aproveitar e perguntar como conseguir uma carona.
Ando até ele e me abaixo para pegar os papéis caídos, eram em torno de 20 folhas no chão.
Lorenzo: Muito obrigado S/N, eu realmente estava com problemas com isso. - Ele diz agradecido enquanto coloco os papéis nos braços dele junto com os outros.
S/N: De nada, mas, você não estava de folga? - Pergunto-me lembrando da noite passada.
Lorenzo: Eu estou, mas eu gosto de usar esse meu tempo para dormir ou observar as pesquisas de outros cientistas. - Ele afirma sorrindo, esse menino é trabalhador viu.
S/N: Ah, entendo, só mais uma coisa, como eu faço para ir a algum lugar fora da fundação?
Lorenzo: Normalmente você tem que pedir ao Senhor Hanry uma chave de carro. - Ele diz segurando os papéis com um braço, e usa o outro para procurar algo em seu jaleco.
S/N: Mas ele não está aqui.
Lorenzo: Eu sei, quando ele não está aqui eu fico com as chaves, e outro cientista de alto escalão fica no comando do sítio. - Ele tira uma chave do bolso e me entrega.
S/N: Obrigada Lorenzo, e boa folga. - Agradeço a ele, e o mesmo me dá um sorriso e se despede.
S/N: Foi mais fácil do que pensei. - Guardo a chave no bolso da minha blusa e continuo andando para o refeitório.
Chego no refeitório e pego apenas um café com leite e um misto de queijo, e me sento por lá mesmo.
S/N: E agora, para onde vou? - Falo sozinha mexendo no celular.
Acho que vou para a cidade que eu morava antes daqui, admito que sinto falta de lá às vezes, minha mãe mora lá também, mas não planejo visitar ela, sinceramente não gosto muito da minha mãe, não é que ela tenha sido terrível comigo ou algo assim, porém ela sempre zombou sobre eu ser uma cientista, e ela tem alguns hábitos que eu detesto.
Mas enfim, vou tentar achar alguma casa para alugar de última hora, eu não posso voltar para a minha casa antiga, já que tem pessoas lá agora.
Como meu café da manhã logo e concentro toda a minha atenção no celular até que encontro uma casa boa na cidade, sabe se lá como, mas eu consegui fazer um acordo com o dono de ficar por lá durante esses 4 dias, isso conseguiu colocar um sorriso em meu rosto.
Me levanto, coloco o celular no bolso da calça e saio do refeitório, pronta para pegar minhas coisas e sair da fundação.
Depois de um tempinho chego até os dormitórios, e encontro Messy, e mais dois cientistas superiores que só conheço por vista perto da entrada dos dormitórios, paro nela e os três olham para mim.
Cientista 1: Então é ela, que de acordo com você supostamente mantém um Scp com ela?
S/N: Um Scp? - Pergunto me fazendo de sonsa.
Cientista 2: Desculpe por mexer em seu quarto senhorita, porém Messy disse que avistou uma anomalia dentro do seu dormitório.
S/N: Mas não há nenhuma anomalia por lá, que eu saiba pelo menos.
Cientista 1: Realmente não há nada por lá, nós olhamos onde Messy mandou, e depois o resto do quarto.
Messy: Mas eu juro que tinha algo lá, era tipo um urso com tumores parecidos com orelhas ou algo assim, e ele só apareceu agora que minha orelha sumiu, isso não é estranho? - Ela fala indignada.
A parte que ela falou que Ears só apareceu quando a orelha dela sumiu realmente é estranho.
Cientista 2: Estranho é você cientista está acusando outra cientista, Hanry nos avisou sobre a sua encrenca com ela, e recomendo você parar, ou você será demitida, e você sabe o que significa a demissão, não é? - Ele fala e o rosto de Messy empalidece.
Messy: Sim senhor. - Ela diz assustada.
S/N: Desculpa a pergunta, mas o que acontece?
Cientista 2: Você é morta. - Ele fala normalmente e sai, em seguida Messy e o outro cientista.
"Essas câmeras quebradas são mesmo uma benção." Penso e vou até o meu quarto e pego minhas coisas, todas já estavam fechadas, mesmo eu tendo deixado-as abertas, provavelmente aqueles caras devem ter procurado aqui também, e devem ter fechado, então eu fecho a porta do meu quarto.
S/N: Agora vamos até a porta….. E perder 5 quilos. - Digo cansada só de lembrar a largura de cada corredor, e a longitude que estou da porta.
Mais ou menos 16 minutos depois eu finalmente chego até a porta do sítio, vou até o elevador, subo até o primeiro andar e vou até a saída.
Assino um papel que afirma que irei sair temporariamente da fundação, eu e minhas coisas passamos por um detector de SCPs, que impede de sairmos com algum deles, todos os SCPs daqui tem uma espécie de chip, que aí passar por uma dessa máquinas apita muito alto.
Logicamente nada apita, já que porque eu levaria um deles para fora?
Os seguranças me deixam passar e eu vou até o estacionamento, o guarda pede a chave, olha o número dela e me leva até o carro, e meus amigos, que carro.
Não sei qual é a marca, já que sou terrível com esse tipo de coisa, mas só de olhar dava para imaginar que era bem caro, recebi a informação que ele é anti-som, tanto dentro quanto fora, ou seja, nenhum som entra ou sai, agradeço o guarda e ele sai.
Acho que deve ser por conta das investigações, ou coleta de dados, para isso é realmente preciso um carro silencioso.
Mas enfim coloco minha frasqueira e minha mala nos bancos de trás, e minha bolsa na frente, me sento no banco do motorista, ponho meu cinto, tiro meu celular no bolso e coloco no GPS, que logo dá a localização até a casa alugada, acelero o carro e saio da fundação.
É 08:54 da manhã, e pelo visto vou chegar lá só depois do almoço, mas não ligo, eu posso almoçar em alguma bancada de comida na estrada.
Não estou afim de colocar uma música no carro, então a viagem está bastante silenciosa, e esse carro é uma maravilha, não uma zoada se quer, ou deixa entrar, sem falar que ele é confortável para um caramba.
S/N: Cara, eu vou comprar tanta porcaria quando eu chegar lá, e eu acho que estou precisando de roupas novas. - Como eu estou sozinho acabo falando meio alto.
Depois disso vejo minha bolsa se mover um pouco, mas ignoro já que deve ser apenas algo saindo do lugar, então me concentro na estrada.
Ela se mexe mais um pouco, apenas para abrir o zíper sozinha, e sair uma cabeça de orelhas……. Ears.
Olho perplexa com o urso dentro da minha bolsa, e por um segundo esqueço que estou dirigindo, e quando volto a olhar para a estrada vejo que um carro vem na minha direção, extremamente perto, na tentativa de desviar jogo o carro para fora da pista, e sem querer, entro dentro de uma floresta, e logo freio, não adentrei tanto a floresta, mas o suficiente para o carro ficar fora de vista de quem passasse na pista.
Respiro pesadamente tentando controlar a minha respiração, e só quando me acalmo olho para Ears.
Eu estava extremamente surpresa e assustada com a aparição de Ears, e eu não estou com a caixa, e eu não posso voltar de jeito nenhum para a fundação agora, eles só vão me deixar entrar depois desses 4 dias.
Ears me olha com uma cara brincalhona e depois olha em volta, a única coisa que eu faço é colocar uma mão em cada lado da minha cabeça, em sinal de desespero.
Ears nem parece notar isso, já que apenas sai da bolsa e vai olhar a janela do carro.
Solto meu cinto de segurança e lentamente abro a porta do carro que não faz um barulho se quer, e saio, logo fechando ela, Ears olha para mim por pouco tempo, e logo voltou sua atenção para a janela.
Uso esse momento fora do carro para liberar a minha mente da pressão.
S/N: FILHO DA PUTA, DESGRAÇADO, ARROMBADO, COMO O CARALHO DESSE URSO ENTROU NA MINHA BOLSA?! COMO NINGUÉM VIU?! Eu estou fudida. - Grito com cada mão em um lado da minha cabeça.
S/N: Mas o pior, como vou lidar com ele, só sei de muita pouca coisa sobre ele, e o barulho? Merda, deixei os tampões no meu quarto, eu vou morrer, e isso nem é o pior…. Bom talvez seja, mas e as outras pessoas?
S/N: Tomara que seja uma vizinhança tranquila, e sem nem um barulho sequer. - Falo sozinha andando de um lado para o outro.
Paro um pouco e olho para a janela do carro, Ears tinha ido até o banco do motorista e agora estava me encarando sem entender nada.
S/N: Foi mal carinha, não devia ter te xingando daquele tanto, mesmo que você não tenha escutado…. Eu deveria ter xingando mais ainda. - Digo enquanto encaro ele.
Meu momento de desespero diminui e eu abro novamente a porta do carro, Ears se afasta um pouco mas ainda fica no banco do motorista.
Eu entro e me sento, fecho a porta, e Ears me encara calado.
Para piorar estou sem papel, como vou falar com ele?
Pelo visto eu deixei transparecer isso em meu rosto, já que Ears me olha novamente de forma aparentemente brincalhona e fala:
Ears: Você pode sussurrar, ainda me incomoda, mas não me machuca muito. - Ele fala? Sim, ele fala, eu escutei essa mesma voz no corredor, mandando pelo visto 1048 calar a boca.
Um urso feito de orelhas fala, bom, ele também tem olhos, e eles são a única coisa que faz ele se expressar com o rosto.
Mesmo com a informação de sussurra, eu me mantenho calada, e apenas olho para ele com um olhar sério, o que faz ele ficar meio desconfortável.
Ears: Por favor, eu já vi você várias vezes, mas só escutei sua voz uma vez, falando algo sobre roupa e porcaria. - Ele implora para eu falar com ele.
S/N: Sua voz não te machuca? - Sussurro quase não escutando minha própria voz.
Ears: Não. - Ele responde escorando sua barriga feita de orelhas na minha coxa.
S/N: Para alguém que estava com tanto medo você está bastante confortável, não é? - Sussurro.
Ears: Naquela hora eu estava com medo, e eu me perdi do Builder, então só me restava a confiar em você. - Ele diz meio envergonhado.
S/N: Builder? - Eu falo um pouco mais alto e Ears dá um pequeno pulo de susto.
Ears: Você viu, ele estava do meu lado quando você me pegou. - Ele fala ignorando o susto.
S/N: O 1048? - Sussurro.
Ears: 1048? Ele se apresentou como Builder, e por falar em apresentar, qual seu nome? - Ele pergunta tentando fazer amizade.
S/N:.... S/N. - Sussurro.
Ears: Prazer, Builder não me deu um nome, ele só ficava me chamando por apelidos, como: Ouvinte do futuro, escuta pensamentos e outras coisas assim. - Ele diz, e admito que realmente era engraçado, mas não mostro achar graça, já que ele parece não gostar disso.
Ears: Como você se refere a mim? - Ele pergunta curioso.
S/N: Ears. - Sussurro.
Ears: O que isso quer dizer?
S/N:.... Ouvidos. - Sussurro.
Ears: Eu gostei, então esse é o meu nome, Ears. - Ele afirma, indo sentar no banco de passageiros.
Eu aceno com a cabeça, e coloco meu cinto novamente, ele se incomoda com o barulho do click que o cinto faz, mas não fala nada.
Minha bolsa ainda está junto com Ears, então eu a pego e coloco embaixo dos pés dele que nem sequer chegam ao chão, e depois coloco o cinto nele, apenas a parte de baixo segura ele, então eu só aperto mais.
Dou ré no carro e volto a estrada.
Eu realmente não sei o que vou fazer com ele durante esse tempo, mas pelo menos ele é menos agitado que 1048, fica mais fácil aturar ele.
E bem, para alguém que é sensível ao som, ele é muito falador, e pelo visto ama fazer perguntas.
S/N: 1048 que criou você? - Sussurro.
Ears: Sim, não sei como, mas só lembro de ter acordado com ele me encarando, e você, como você foi criada? - Ele pergunta, antes de responder qualquer coisa, eu reflito um pouco sobre a possível resposta, até chegar em um resultado.
S/N: Complicado, também não me lembro. - Sussurro mentindo a ele, então é assim que os pais se sentem quando os filhos perguntam de onde vem os bebês?
Ears: Hum sei. - Ele fala baixinho e cerra os olhos.
S/N:O que quer dizer com isso? - Sussurro.
Ears: Nada.
S/N: Hm tá, mas enfim, sobre aqueles seus gritos, notei que teve uma hora que você não gritou, porque? - Sussurro.
Ears: Eles gastam muito energia, e eu acabo precisando de coisas comestíveis para voltar com ela, e se eu usar muito eu fico fraco.
Não respondo nada e apenas aceno com a cabeça.
Cara, é bem mais estranho conversar com ele do que 1048, mas é mais agradável.
E foi mais ou menos assim a viagem inteira, até chegarmos na casa alugada, estou torcendo mentalmente para que nada de ruim aconteça, já que estou carregando um perigo comigo.
Estaciono em frente a casa e olho para Ears.
Continua……🌃🌟
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Atualizado até capítulo 25
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