Keith Sullivan~
Volto com a Júlia até a sala de estar, ainda consolando ela, mais ela não para de pensar no Jensen.. na verdade ele está muito tensa..
E a campanhia toca, e a Júlia se estremesse do meu lado achando que é o Jensen e bom eu também.. mesmo dizendo que enfrentaria ele.. mais parece que essa coragem sumiu por inteiro.
— Calma Júlia.. nada vai acontecer! Ele por acaso vai te bater? Eu hein! Deixa que eu vou lá atender.
E ela me segura.
— Não Keith, deixa que eu mesmo atendo. Não quero mais confusão!
E ela se levanta e vai até a porta e quando ela abre, ela tromba com alguém.. mais não parece o Jensen e eu me levanto.
- Opa, cuidado muchacha.
E eu vejo o homem, e nossa é muito bonito, nunca havi por aqui. Quem será? E ele sorri todo galanteador para júlia, e ela tenta sair dos seus braços assustada.
E ele parece me comer elas com olhos, e isso me dá nojo e eu decido interromper ele.
- Quem é você?
Falo caminhando até os dois.
- Opa, eu que pergunto quem são vocês duas? Não sabia que meu irmão estava muito bem acompanhado. Depois ele diz, que eu não passo de um mulherengo.
E meus olhos se levantam.. ele é irmão do Enrico? Não sabia que ele tinha irmão.
E quando ia responder, o Enrico sai do seu escritório e não me atrevo nem olhar para ele.
- Roberto! O que você está fazendo aqui?
- Que isso irmãozinho, é assim que eu sou recebido? A festa estava tão boa, que nem me chamou né?
- Roberto, não é nada disso que você está pensando.
Ele fala constrangido
- Mais quem disse que eu estou pensando em alguma coisa?
- Acho melhor irmos no escritório, e vocês duas ficam aqui!
Ele nos olha firme antes de sair com o irmão dele.
E eu respiro tensa.
- Meu Deus! Agora não sei quem é mais bonito, ele ou o irmão!
Falo colocando as mãos no meu coração e a Júlia revira os olhos.
- É sério isso Keith? Eu só quero sair daqui o mais rápido possível.
- Você viu que ele não tirou os olhos de você júlia? O cara quase te despiu com olhos. Isso foi nojento.
- Keith, por favor.. estou cansada, e o Jensen está vindo. Não quero mais problema.
- Quem mandou ser tão graciosa amiga? Agora atura.
E ela me olha irritada, e eu franzo a testa.. ain, temos que descontrair um pouco.
E o telefone começa a tocar e nao é o daqui da sala.
- Ah, quer saber? Eu nao vou atender. Nem sei se estou empregada ainda! E não sei que telefone seria esse..
E quanto mais eu falo, mais o telefone não parar de tocar.
- Affs! Quem é o irritante que não para de ligar? Eu juro que só vou atender, para mandar a pessoa pros quintos do inferno. Me espera aqui Júlia..
Falo subindo as escadas e indo atrás desse bendito telefone.
E assim que eu chego no andar de cima, vejo que na verdade é um celular que não para de tocar. E acho que é do Enrico, ele deve ter esquecido aqui em cima? Mais como?
E eu pego do móvel e quando vejo um visor, é uma tal de Marcela. E meu coração dá um aperto um pouco.. quem é essa Mulher? E eu atendo na mesma hora.
— Enrico, querido! Eu espero que você já tenha voltado.. faz tempo que você não me procura, estou com saudades.
E eu quase caio para trás! Eu sabia que ele tinha alguém.. mais porque isso me incomoda?
— Enrico?
— Talvez ele não te procura mais, justamente por está com outra né minha Filha? Para de ser oferecida.
Falo totalmente com raiva e desligo a chamada, e melhor do que isso, bloqueio o número dela. E tenho vontade de jogar esse celular na parede! Será que ele perceberia? Argh..
Falo irritada e caminho novamente para as escadas. E eu começo a ouvir gritos e me assusto e eu desço das escadas correndo e me deparo com o Jensen em cima do irmão do Enrico e logo o Enrinco sai do escritório também, assim como os seguranças dele.
- O que está acontecendo aqui?
Ele fala separando os dois com a ajuda dos seguranças e eu me aproximo da Júlia.
- Esse safado aqui, que desrespeitou a minha mulher.
Jensen fala com raiva, com o canto da sua boca sangrando.
- Roberto, eu já não disse para você ir embora! Tinha que ser você né, não pode ver uma mulher. Saia da minha casa agora! Você deveria dá um exemplo, já que é um delegado.
E eu o olho surpresa.. ele também é delegado? Não tem cara! E a sua postura é horrível para ser um homem da lei, Deus me livre.
- Depende da mulher Irmãozinho, se for tão gostosa como essa, aí eu não resisto.
E eu fico sem reação ao ver que ele falou isso mesmo..
E o Jensen tenta sair dos braços do seguranças, mais eles impedem.
E o Enrico chama os outros seguranças, que leva o seu irmão embora as força daqui.
E Jensen começa a xinga-lo furioso, e logo em seguida olha para mim com raiva..
- Já podem me soltar!
Jensen grita com a sua voz grossa, e os seguranças sai da frente deles.
- Agora pode me dizer, o que está acontecendo aqui!?
- Primeiramente, desculpa pelo meu irmão. Não queria causar nenhum problema, principalmente na minha casa.
Enrico fala de forma calma e até estranho.
A campanhia toca novamente, e eu decido atende. Eu ainda não consigo olhar para o Jensen, então passo por ele cabisbaixa. E quando abro a porta, vejo meu pai. E meus músculos ficam tenso.
- Pai?
E ele nem se quer fala comigo, ao contrário passa por mim e caminha até o Enrico.
- Boa tarde, Enrinco! E obrigado por ter me chamado. Eu ainda não acredito, que você se meteu em mais uma confusão Keith! Você não vai crescer nunca? Será que o que eu fiz, não foi o suficiente para você aprender!?
E meu pai começa a gritar comigo cuspindo toda sua indignação e eu só fixo cabisbaixa ouvindo tudo.
E o Jensen responde ele
- Eu já não tenho mais nada para falar! A sua filha sempre foi chave de cadeia,e parece que ela sente prazer em prejudicar a Júlia. E eu nunca aprovei a amizade delas! Mais hoje foi a gota. E eu quero que você e sua filha se exploda e vão para o quinto dos infernos! E deixa a Júlia em paz de uma vez por todas.
Jensen fala rude, e fico cansada em ver ele falando mal de mim.
- Jensen, não precisa falar assim também. Eu errei junto com a Keith, essa é a verdade.
Júlia fala, mais parece que só piora ainda mais.
- Claro! Você tem uma péssima influência do seu lado. Impossível não cair na armadilha dela.
- Eu sempre soube que você era um ignorante e grosso. Mais não fala assim da minha filha! Só eu que posso insulta-lá, de resto não aceito que ninguém de palpite na criação da minha filha.
Meu pai acaba respondendo os insultos do Jensen e eu me sinto completamente um brinquedo de fantoche no meio dessa discussão.
- Você como pai, é bem frouxo! Nunca ligou para a Filha, não é atoa que ela assim, por sua causa né. Eu como pai, jamais quero seguir esse seu exemplo.
E eu fico com raiva do Jensen quando ele fala assim do meu pai. Meu pode ter todos os defeitos, mais sempre gostei de ser a sua filha. Afinal, ele me deixava fazer tudo.. E por um lado isso era um pouco ruim, pois esse jeito dele sempre me deu liberdade desde de cedo. E toda criança que recebe um sim do adulto para todas as suas travessuras, é claro que ela amaria ele com todas as forças e iria achar a pessoa mais incrível do mundo, e eu era assim com o meu pai.
- Chega vocês dois! Essa briga não vai dar em nada. Se comportem como dois homens de verdades! Eu chamei vocês dois aqui, porquê as duas erraram! Independente se uma ou não influenciou a outra. Eu sou um delegado muito rigoroso! Não tolero mentiras e muito menos falta de honestidade comigo.
Enrico começa a falar e blá-blá-blá.. começou ele com esse sermão novamente.
- É, mais eu nunca concordei com essa ideia absurda! Sabia que iria dar algo de ruim. Eu estava pressentindo isso! E fora que eu nem sabia que a Júlia estaria vindo na sua casa! Porque aí mesmo que eu não iria deixar. Mais infelizmente, ela não me ouve, e prefere ir contra á mim, para se sentir bem com a amiguinha que nunca fez nada por ela, há! Fez sim, só causou desgosto e mal-estar!
Jensen cospe as palavras fria e rude pelo ar, e dessa vez eu não consigo ouvir calada.
- O que? Será que voce esqueceu tudo o que você fez de ruim para ela!?
Falo olhando para ele e gritando.
- Mais eu mudei! E você? Pelo visto não. E nem nunca vai mudar! Pena que a Júlia nao entende isso. E quer saber, não dirige mais a voz para mim. Eu só deixei a Júlia manter o contato com você, porque infelizmente, não sei como! Ela gosta de você. E eu faço de tudo para ver ela feliz, mesmo que isso vai contra a minha vontade. Mais ela é muito bobinha e ingênua! Ainda não consegue ver as maldades das pessoas em sua volta.
- Ninguém irá separar a nossa amizade! Sabe porque? Porquê há uma ligação muito forte entre nós duas, e a Júlia é tudo para mim. E eu jamais faria mal algum para ela! Daria minha vida por ela, e sei que ela também daria a sua pela minha.
Falo na defensiva, quem ele pensa que é para falar da minha amizade com a Júlia? Não tem moral nenhuma! O cara nem se quer toma vergonha na cara de pedir ela em casamento, e olha que já vão ter dois filhos, moram na mesma casa e ele tem ela a hora que quiser.. olha, sinceramente. Não sei como a Júlia aguenta isso! Por isso que debocho mesmo dele.
- Oh que lindo! Quase me comoveu.
Ele fala rindo irônico para mim.
E o Enrico solta um ruído na garganta, pedindo silêncio.
- Olha, eu chamei o senhor aqui, porque gosto das coisas claras. Sei que sua mulher não fez de uma forma mal intencionada, ela só queria ajudar á amiga, que foi contra á todas as regras dessa casa e ela terá uma consequência forte por isso! Mais se quer um conselho, vejo nela uma alma muito pura e que gosta de ajudar as pessoas! Ela mesmo fez a amiga me contar toda a verdade, mesmo eu já sabendo. E isso foi algo admirável de se ver! Acho que os dois devem conversar, e um entender e reconhecer o lado do outro.
Ele se vira para a Júlia e fala— E você, eu também quero dá um conselho: Ouve mais o seu marido antes de fazer qualquer coisa. O homem é o cabeça da família, não estou sendo machista. Mais já parou para pensar, que se você tivesse ouvido ele, nada disso estaria acontecendo? Não se pode invadir uma casa, sem ao menos que o dono saiba, e não falo isso, porque é uma casa de um delegado. Pode ser de qualquer um! E a sua comida realmente é uma delícia, se fosse em outras circunstâncias com certeza iria querer como minha cozinheira. Acho que á única coisa que não foi de ruim, foi a comida!
Ele fala com humor, e aperta as mãos do Jensen. E eu reviro os olhos internamente.
- Não se preucupe, que sou um homem justo, por isso que fiz questão que ela chamasse uma pessoa que ela confiava para vim aqui.
- Desculpa, mais hoje foi a prova viva que ela não confia em mim. E eu que agradeço pela sua honestidade e integridade. Sempre admirei a sua forma profissional de ser, agora não me resta dúvidas que você sim, É um homem da lei, que nao tolera injustiças e erros. - Agora, se me der licença, acho que por hoje já deu. Tenho que ir! Pois infelizmente, desmarquei uma reunião importante para vim aqui por ela.
Júlia me dá um adeus triste e sai com o Jensen cabisbaixa. E eu fico mal pela minha amiga que não merecia nada desse constrangimento. E eu olho para o Enrico com muita raiva!
— Satisfeito com o que você fez delegado? Era isso que você queria, um show? Minha amiga saiu arrasada!
— Silêncio Keith! Não enfrenta o delegado Enrico, não vê que você que provocou isso tudo ainda na casa dele? Quando você vai crescer minha filha? Você irá fazer quase 30 anos!! Já era para está formada, casada e até com filhos. Mais não! É essa adolescente em corpo de mulher.
— Chega papai! Eu não vou ficar ouvindo seus insultos, ainda mais na frente dele.
Falo irritada e envergonhada com toda essa situação.
— Eu quero ter uma conversa só com você primeiro, senhor Sullivan. E você espera aqui! E nem tente uma gracinha, meus seguranças estarão na porta.
— Porque eu não posso ir hein? Por acaso os dois vão planejar minha sentença na prisão?
— Não te interessa! E era isso mesmo que você merecia.
Ele fala me olhando rude.
— Keith, fica quieta! Sua situação não está boa. E por favor, não faça mais nenhuma gracinha.
Meu pai olha para mim e depois segue o Enrico até o seu escritório.
E eu solto um gruindo de raiva.
— Argh!! Porque tudo tem que ser tão difícil?
E eu respiro fundo e fico andando agoniada pra lá e para cá.
E eu preciso.. preciso saber o que eles estão falando de mim.
E eu vou até a porta do escritório do Enrico e coloco um do meus ouvidos nela, vendo se eu consigo escutar alguma coisa.
— Me perdoa mais uma vez delegado por tudo que a minha filha fez.. você sabe né.. ela cresceu sem a mãe dela.. tentei ser um bom pai, mais era bem ausente e errei muito na criança dela, ao ponto dela crescer e virar essa garota rebelde. Só que parece que essa fase nunca irá passar! E eu estou cansado.. se fosse filha pequena, eu até entendia. Mais ela já é uma pessoa adulta!
E lágrimas escorrem pelo meu rosto.. meu pai sempre coloca a culpa na minha mãe. Mais nada tem haver com ela! Ela nunca me fez falta e eu nem chorei quando ela foi embora, justamente porque ela nem parecia que era minha mãe e nós duas nunca fomos tão grudadas assim. E eu estou lutando para ser uma mulher diferente, mais ouvir tantos insultos cansa!
— Eu entendo senhor Sullivan.
Entende? Mais como você é falso hein delegado? Comigo você é um ogro de pessoa.
— Mais o que ela fez hoje na minha casa foi muito grave! Não me importa as brigas familiares de vocês, mais se ela quisesse recomeçar a vida, era só ter falado a verdade para mim, eu daria esse emprego para ela, não á destraria e nem á enalteceria por ela ser a sua filha. Mais ela preferiu o que eu mais abomino. Mentiras! E eu poderia literalmente prender ela agora mesmo e não aceitar nenhuma fiança. Mais isso seria pouco para ela aprender! Então tomei uma decisão, que será melhor para todos nós.
— Qual decisão Delegado?
— Era irá continuar trabalhando aqui, mais não será remunerada logo de inicio e terá que se mudar para cá. E por dois dias da semana ela terá que cobrir com suas obrigações em trabalhar como voluntária no orfanato e em ongs comunitárias no qual o orfanato tem convênio. Tenho certeza que essa experiência, poderá torna-lá mais madura e humana ao ver uma realidade que não está acostumada. E se tudo for como eu estou planejado, semana que vem mesmo ela já começa definitivamente.
E meu sangue simplesmente ferve! Não, não irei aceitar isso.
E eu entro pela porta sem pensar duas vezes
— Eu não irei aceitar! Eu não irei fazer nada do que você está propondo delegado. E quer saber mais? Eu que não quero mais pisar os meus pés NUNCA mais nessa casa!
Falo gritando alta e descontrolada.
E ele vem até a mim todo alterado e me encolho com medo, e ele segura meus braços de forma forte e firme, ao ponto de eu não conseguir me soltar e ele faz isso na frente do meu pai, que ainda por cima não faz nada.
— Quem você pensa que é para passar por cima de uma autoridade garota? Pela lei você não é só obrigada a me obedecer, como submeter também as minhas ordens!! E não levanta nunca mais essa voz alta para mim! Está me ouvindo? Nunca mais!! E simples, se você não quiser, agora mesmo eu te algemo e levo para a minha delegacia.
Ele fala cuspindo as palavras crua e fria no meu rosto, ainda segurando meus dois pulsos e pegando do seu bolso as algemas.
E eu controlo a minha vontade enorme de chorar, pois meus olhos já estão cheios de lágrimas.
— Minha filha, é melhor você fazer oque o delegado está ordenando! Ele é uma autoridade e imagina você presa novamente? Minha imagem já não está tão boa.. por causa das suas polêmicas. E eu não irei intervi e nem me meter nas decisões do Enrico. E se você for para a prisão, irá ficar esquecida lá. Porque eu como o seu pai, pode se esquecer de mim.
E eu realmente esperava qualquer outra resposta do meu "pai," menos essa. Mais esse delegado, se acha! Só porque ninguém peita ele, acha que tem o poder absoluto nas mãos dele. Mais eu não tenho medo dele! E muito menos desse distintivo que ele carrega pra lá pra cá. Porém estou cansada! E vejo que realmente não dá para eu correr. E eu não quero, não quero ter que voltar para a prisão novamente, lá é um dos lugares que nunca mais quero pisar as plantas dos meus pés. Só de lembrar, já fico cheio de náuseas.
— Tudo bem delegado, eu aceito sua "punição."
Falo olhando bem dentro dos olhos dele, com muita vontade por dentro de dar a volta por cima e fazer todos pagarem com a língua. Poderia simplesmente me revoltar com toda essa situação e fazer um inferno na vida dele. Mais eu não mereço passar por essa fase rebelde novamente. Não irei abaixar a guarda para ele e vou mostrar a pessoa civilizada e educada que eu sou. E se ele pensa que vai me humilhar me colocando para pisar nessas comunidades comunitária, está muito enganado. Apesar de ter nascido e crescida em berço de ouro, nunca fui esnobe.
— Você não tem escolha! E qualquer.. qualquer erro seu Keith, não terei clemência! Comigo não tem meio termo. Ou se enquadra, ou não se enquadra.
Affs, que cara chato! E que vontade eu tenho de pular no pescoço dele, mais me seguro.
— Já entendi o recado.
Falo firme e sinto uma risadinha se formar pelo seus lábios e eu me controlo.
— Perfeito!
Ele fala voltando para a mesa dele e ele pede para eu assinar um papel.
— Que papel é esse?
— Um termo de compromisso! Oras, você acha que eu sendo da Lei, acreditaria apenas em meras palavras? Comigo é tudo comprovado. Mais como sou bem bonzinho, deixarei você levar para casa e trazer na segunda-feira. Bom, foi um prazer vê-lo novamente Edward, agora eu tenho um compromisso marcado.
Claro.. deve se encontrar com aquela tal de Marcela e meus olhos ficam vermelhos.. porque estou dando importância para isso? A mulher que gosta desse homem é pedir para ser internada. Se já é autoritário assim e todo mandão, imagina entre quatro paredes? Deus me livre! Jamais iria aguentar.. seria uma tortura para mim.
E meu pai se despede dele e quando nós estamos prestes á sair pela porta, ele com todo deboche pronúncia o meu sobrenome bem auditivel.
— Até segunda-feira, senhorita Sullivan.
E eu nem me atrevo virar, pois solto um gruindo alto pela garganta e saio.
— Keith! Você deixou o delegado falando sozinho.
— Affs, não começa papai. Eu quero sair dessa casa imediatamente.
— Por esse final de semana você pode. Mais segunda-feira essa nova vida te espera minha filha e eu espero de coração que você tome jeito dessa vez e que não fuja das suas novas obrigações.
Minhas lindezas, mais um capítulo para aquecer o coração de vocês. E agora a história vai começar.. E vai ficar melhor ainda. Não deixa de curtir, votar e comentar. E ah, me segue lá no meu Instagram, pois sempre posto algo referente aos meus livros. Uma ótima sexta-feira á todas.. 💕🥰
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Atualizado até capítulo 61
Comments
Rosilda Carolina
cara e ser muito burra não lembra das câmeras só ela mesmo pra dar esse mole mas estou amando o 📕
2025-02-18
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Tatiane Santos
kkkkk
Ela esqueceu que tem câmera 🎥 pela casa 🏠
2025-02-05
0
Anonymous
Essa história vai ser um dia maravilhosa.
2024-10-31
0