a batalha dos deuses

-                   Ela possui duas camadas, e entre essas camadas possui micro molas ligando uma na outra que reduz drasticamente impactos, ela foi fundida na primeira superfície com titânio, bário e ouro… a segunda camada e de tântalo fundido a diamante.

-                   E isso resolve muito?

-                   Sim, resolve, evitará levar um pelo choque, a capa e a mesma só dei uma nova pintura militar como antes, e a melhor que temos ainda no momento.

-                   Satisfatório! Disse eu enquanto observava a beleza da minha armadura.

A armadura era pouco mais grossa que a antiga, e parecia ser bem mais confortável apesar dela ser toda fechada podia retardar ou bloquear alguns movimentos que antes eu podia fazer.

Após montar, Frederick se aproximou com uma seringa e pediu para aplicar no meu pulso, eram o sensor da armadura, somente eu podia usar a partir daquele momento, um micro chip que faria interação com a própria armadura.

-                     Aqui está a lista de comandos da armadura, e importante decorar são fáceis e simples. Disse Frederick me entregando um manual de comandos de voz.

-                     De onde veio a armadura? Perguntei a Paulo que estava já terminando de montá-la.

-                     Esqueceu que tenho muitos amigos, ela veio de vários lugares para não levantar suspeitas.

Após montar a armadura testei ela, ao contrário da outra não sentia peso algum mesmo sendo mais pesada, Paulo me avisou que ela tinha um exoesqueleto dez vezes mais forte que eu usava antes, possuía um esquema de ventilação nas costas que refrigerava toda a armadura evitando que eu soasse.

Testei a armadura por várias horas seguidas, não me cansava como antes e o sono meu estava reduzindo a cada dia que passava, talvez fosse por causa da vacina misteriosa, me sentia mas forte a cada dia que passava mesmo treinando intensamente era quase impossível soar e ficar exausto, aquela noite passei em claro, foi difícil achar o sono e quando realmente dormir quando acordei só tinha se passado meia hora, o que quer que esteja acontecendo não e tão bom assim pois passar uma noite em claro ainda mais com pensamentos de vingança só aumenta o ódio.

Fiquei tranquilo o outro dia, como sempre Paulo saiu a trabalhar e Frederick ficava sempre por perto esperando que eu precisa-se de algo, então após horas sem fazer nada apenas treinando na academia que tinha dentro da mansão, fui banhar, enquanto Frederick preparava um lanche pois já era quase quatro da tarde decidi então começar a agir naquele momento.

Fui peguei a armadura subi na moto e sai sem ao menos avisar Frederick, saí nas ruas, minha velocidade era muito alta era como um vulto diante das pessoas, pensei “ se esse cara realmente for um tipo de Deus, ele irá aparecer”.

Então sequestrei três pessoas, e amarrei elas, subi o mais alto prédio em construção no terraço e as deixei lá amarradas, era dois executivos e uma mulher, um deles era meio gordinho deu um belo trabalho pra o sequestrar, estavam amordaçados com as mãos amarradas para trás, estávamos no meio da cidade e já estava escurecendo.

-                     Ei! Senhor dos trovões, filho da papaia da prostituição, apareça pra eu chutar sua bunda. Gritei eu do alto prédio olhando para o céu.

Os reféns achava que eu estava louco.

-                     Ei! Senhor dos trovões, vim trazer uma oferta para você! Se não quiser darei aos cães! Continuei gritando.

Então fui até o mais gordo e o peguei com a mão esquerda e o ergui tirando-o do chão de forma que ele balança os pés tentando triscar o chão, realmente eu estava muito forte aquele homem não deveria pesar menos de 90 quilos nunca.

-                     Ei! Senhor dos trovões, filho de imputa! Pareça antes que eu mate esse belo presunto.

O coloquei para fora do prédio rumo ao chão segurando ele com uma só mão, ele começou a chorar e se balançava desesperado, os outros também se desesperaram mais ao ver que ele estava preste a ir 28 andares abaixo.

-                     Ei! Filho da puta perdi minha paciência. Soltei o incrível super gordinho ao chão que caiu como uma pedra se despedaçando como gelatina.

Então fui e peguei o empresário estavam todos de terno, choravam muito desesperados, o peguei da mesma forma do gordinho, ao chegar para o jogar de cima abaixo gritei novamente.

-                     Ei! Senhor filha da puta, vai aparecer não? É o soltei ao chão dos 28 andares acima.

Me virei e fui pegar a garota que chorava desesperadamente, quando de repente eu ouvi trovões do céu, olhei para trás e de longe vi uma pequena nuvem negra relampeando, me virei e peguei a garota ela tentava gritar e se debatia muito ela sabia que estava prestes a morrer.

-                     Ei! filho da puta miserável desgraça de cachorro, filho da mãe! Apareça seu verme maldito, antes dessa inocente mulher ir encontrar o chão a 28 andares abaixo.

A mulher começou a gritar e se balançar em minhas mãos tentando não cair, desesperada para fugir.

Olhei para a nuvem que trovejava e nada, então a soltei, foi a única que eu não quis olhar para abaixo para ver como tinha caído.

Virei minhas costas e saí após uns 10 passos disse:

-                     Deus de merda!

De repente ouvi um trovão e iluminou o lugar, um tremor no prédio, e quando me virei as costas lá estava ele em pé com seus raios saindo pela armadura.

-                     Eu te avisei, não avisei! Disse ele.

Eu acionei minhas garras me preparando para lutar, ele tirou a espada das costas e começou a girar ela, então percebi que quanto mais ela se movimentava mais energia gerava, então fui no seu rumo para lutar, ele apontou a espada para mim e disparou raios na minha direção que me acertou em cheio é muito rápido para poder se esquivar de um raio, apesar de eu não sofrer um choque aquele golpe me retardou me fez ficar mais lento por uns breves segundos, ele girou a espada mais uma vez e disparou outro raio em mim, desta vez eu me protegi com a capa quando percebi ele estava no ar em cima de mim, me defendi com o braço direito de seu ataque com a espada que travou em meus braços, realmente ele era muito forte! Devido eu estar com as garras deu um gancho de esquerda de seu abdômen até chegar em seu rosto o riscando com as garras, ele chutou minha perna esquerda de apoio me fazendo desequilibrar e me golpeou com força no rosto com a sua enorme espada, me levantei rapidamente e deu um chute de direita em suas partes intimas e dei uma sequência de direitas e esquerdas no seu rosto.

Ele ficou meio zonzo é girava, tentando acertar a espada em mim como um louco de um lado para o outro, então pulei e dei uma voadora de dois pés em seu peito o derrubando ao chão, pulei em seu tórax e comecei a golpear com varias sequências de socos em seu rosto com as garras o arranhando muito, a armadura dele era muito resistente se fosse qualquer outro tipo de metal já teria o despedaçado pois as pontas das garras ninjas era de diamante puro.

Enquanto o golpeava brutalmente e achava que estava na vantagem, ele começou a se sobrecarregar e deu uma explosão de eletricidade saindo de sua armadura me jogando longe dele, ao cair no chão achava ter o destruído, quanto comecei a me levantar vi ele em pé como se nada tivesse ocorrido, ele pegou a espada e disparou correndo como um raio em minha direção dando uma espécie de baiana golpe jiu-jitsu em mim, quando percebi estávamos caindo em outro prédio mais baixo destruindo uma parte de seu penúltimo andar trocamos socos e chutes, ele me acertava muito com sua espada, e quanto mais ela se movimentava e me atingia mais forte ela ficava disparando mais raios, “ se eu arrancar a espada dele terei mais vantagem”.

A sua armadura é espada parecia ganhar mais energia com movimentos.

Eu não conseguia chegar perto dele, e cada vez que ele me acertava mais lento me sentia mas fraco ficava, então eu dei um chute com todas as minhas forças em sua perna esquerda fazendo o ajoelhar, e o chutei novamente em seu rosto, ele se apoiou com as duas mãos no chão, e novamente o chutei nas costelas ele voou e atravessou o vidro do prédio era um tipo de escritório onde estávamos, ele caiu do prédio é acertou um carro que estava em movimento destruindo o carro completamente é matando seu motorista.

Pulei do prédio e cai em cima dele que amorteceu minha queda, foi um forte golpe cair em cima dele em seu peito, até mesmo eu senti a força aplicada, sai de cima dele, as pessoas olhavam desesperadas sem saber o que estava acontecendo havia muito pânico ali dava pra ver nos rostos das pessoas, homens que caem de armaduras do céu destruindo tudo pela frente parece coisa de filme.

Enquanto caminhava no meio da rua indo embora com a sensação de vitória, o que eu não esperava ocorreu, ouvi ele se levantar da carcaça do carro como se fosse normal, ele ergueu as suas mãos para o alto, alguns curiosos observavam de longe outros filmavam poucos corriam para longe dali, de repente a espada dele veio do alto aonde ficou e parou em suas mãos, foi ai que percebi que o que eu estava lutando não era um humano, talvez realmente fosse um tipo de Deus ou até mesmo um ser de outra dimensão, um alienígena quem sabe, não dava para perceber mas eu tremi, comecei a sentir medo daquilo.

Ele estendeu a espada para cima e disparou um forte raio ao alto e tudo que era energia desligou, celulares, carros a cidade inteira se desligou, paralisei por um breve momento então estendi minhas garras ao rumo de seu rosto e disparei elas em sua direção, o acertando em cheio mas ele ficou como se nada o acertasse, estava meio longe dele mas percebi que consegui trincar seu visor, era minha pequena chance já que não conseguia muito amassar sua armadura com meus golpes, sem contar que a única coisa que poderia passar em seu visor era minha lâmina, as pessoas corriam para longe dali desesperadas, a única coisa que iluminava era ele com sua armadura, quando percebi em um piscar de olhos estava ele perto de mim.

Nem deu tempo de eu respirar é voltamos a brigar brutalmente com socos e chutes, aonde eu podia o acertar eu o acertava, a sua espada ele tinha colocado nas costas, é brigávamos como cão é gato, estava escuro e devido eu enxergar apenas com um olho ele estava na vantagem, não conseguia muito revidar, nem percebi que tinha abaixado a guarda em quando recebia vários socos no rosto e peito, atordoado por seus golpes tentei me afastar dele afim de me recuperar um pouco a sanidade, com os braços sem forças para se erguer pensava no meu fim trágico, na minha mente passou meu irmão me avisando mas eu não o escutei.

Ele girou é em seguida me acertou com um forte chute no pescoço pegando em meu queixo me fazendo voar.

Em quanto viajava pelo ar por seu chute percebi que atravessará um prédio minhas costas batiam pelas paredes o chute foi tão forte que eu atravessei esse prédio que estava a 300 metros atrás de mim eu passava pelo quinto andar dele.

Quando atravessei o prédio por seu chute, ainda no ar vi ele acima de mim vindo com sua espada relâmpago para me golpear.

Ele me golpeou no meio e me levou com mais força ao chão, cai de costas no asfalto abrindo um enorme buraco, ele pousou em cima de mim pisando em meu tórax, e colocou a espada de volta nas costas se agachou e deu varias sequências de direita no meu rosto, após me golpear varias vezes me segurou pelo pescoço e me ergueu com uma só mão e saímos dali como um raio do meio da cidade voando.

“É o meu fim” pensei eu, não vou vencer estou todo quebrado não consigo mais lutar, a minha mão direita estava livre e a espada dele estava ao meu alcance, só tenho mais uma chance ou eu vou morrer.

Tentei puxar sua espada mas era muito forte, ela tipo estava bem magnetizada, ele percebeu e começou a me socar com sua esquerda enquanto me segurava pela direita, consegui rancar a sua espada mas nós desequilibramos e ele me soltou eu caí na água como se fosse pedra quicando em morro abaixo, até parar numa parte da praia do litoral rio de janeiro mas deserta, enquanto eu tinha me debatido na água nem percebi que perdi a espada para o fundo do mar, ele caiu desengonçado na areia da praia.

Estávamos a uns quinze metros de distância um do outro a sua armadura estava pifada com muitos danos, sem contar a minha que pesou muito já não respondia os comandos direitos, enquanto olhávamos um ao outro de longe pensando no que fazer, então corri em sua direção e ele correu para a minha, enquanto corria eu acionei as lâminas mas só uma funcionou do lado que eu menos usava, mesmo assim corri e quando chegamos perto um do outro pulamos e nós socamos um ao outro no rosto o seu soco me deixou sem ar, amassou meu capacete travando em meu rosto.

Caímos no chão como uma fruta cai de sua árvore quando está maduro, tirei meu capacete pois estava me dificultando a respirar e a ver, meu rosto sangrava e quando olhei para meu pulso esquerdo onde tinha acionado a lâmina percebi que ela tinha se quebrado.

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