03

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**Marcos**

O trânsito caótico do Rio de Janeiro me acolhia mais uma vez, enquanto eu seguia em direção à Corregedoria de Polícia. Um déjà vu incômodo me fez perceber a presença da mesma viatura que havia notado um dia antes, com os mesmos policiais a bordo. Decidi segui-los discretamente, mantendo uma distância segura para não ser detectado.

Após cerca de quinze minutos de observação, testemunhei uma cena perturbadora. Os policiais diminuíram a velocidade ao entrarem em um beco vazio, onde dois sujeitos suspeitos, claramente envolvidos com o submundo do crime, estavam sentados, fumando tranquilamente. Sem qualquer aviso, os policiais sacaram suas armas e dispararam contra a viatura dos suspeitos, antes mesmo de fazerem qualquer pergunta. A cena se desdobrou rapidamente, com os criminosos sendo abatidos ali mesmo, sem chance de defesa.

Meu coração disparou ao testemunhar tamanha violência desenfreada. Mantive minha posição discreta, registrando tudo em vídeo, certificando-me de que ninguém me notasse. Após o caos se acalmar e os policiais chamarem reforços, eu me afastei silenciosamente e segui em direção à Corregedoria para relatar o incidente.

Ao chegar em casa, já tarde da noite, o peso do que testemunhei ainda pesava em minha mente. Após o jantar em família e colocar as crianças para dormir, tomei um banho para tentar aliviar o estresse do dia. Enquanto a água quente caía sobre mim, minha mente divagava entre a indignação com a corrupção policial e a vontade de proteger minha família daquele mundo sombrio.

Ao sair do banho, encontrei Ana, minha esposa, sentada na cama, envolta em um roupão verde escuro. Ela me lembrou de uma conversa que tivemos pela manhã, mas meus pensamentos ainda estavam dominados pelo que tinha presenciado mais cedo. Contei a ela sobre os acontecimentos do dia, minha voz carregada de desgosto.

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**Ana** *Lembra do que eu lhe disse de manhã\, meu amor?*

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**Marcos** Estou tão abismado\, querida\, que não sei se o que quero\, realmente\, é o que quero. Não quis lhe dizer na frente das crianças\, mas hoje incrivelmente eu vi novamente aqueles trastes que vi ontem e advinha? Novamente eles fizeram mais vagabundagem.

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**Ana** Então você vai pernoitar falando de homens maus ou quer dar um trato em uma mulher má?

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**Marcos** Isso não vale!

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**Ana** *Silêncio\, senão amordaçarei você\, criminoso!*

Quando ela subiu as mãos para cima ele voltou a beijá-la por dentre as coxas da perna direita descendo até os seus pés, onde mordeu cada dedinho de seus pés do maior ao menor sendo que o menor mordeu com um pouco mais de pressão, voltando vagarosamente à parte das coxas indo em direção ao local que ela tanto esperava, ao chegar ali somente soprou com sua boca fazendo com que o ar saísse em forma de calor, ela ergue-se o quadril para chegar a sua boca mais Marcos empurrou com suas mãos para baixo o corpo dela de volta a cama, e na sua perna esquerda fez tudo que havia feito na direita beijando por dentre as coxas dela até chegar nos pés, onde a mordia suavemente nos dedos, ao voltar, tirou dela a calcinha com os dentes bem devagar, com os seus polegares ajudando a tirar pela lateral da calcinha, em seguida tirou a sua própria roupa, com um leve mergulho foi em direção ao meio de suas coxas beijando ali o que ansiosamente o esperava, com movimentos leves circulares ele fazia e a chupava como se a buscasse para dentro de sua boca, descia e subia passando a língua por dentre suas paredes, ela gemia bem baixo tentando se controlar, com um forte suspiro disse:

Amor vai logo, vai! Ele a ergueu colocando-a sentada tirou a sua venda de seus olhos, e disse:

Vem! Ela olhou nos olhos dele, e ao olhar para baixo em direção ao seu instrumento de prazer que ereto estava, subiu em seu colo, ao passar seus braços no pescoço dele que ainda algemava estava, puxou sua cabeça aos seus seios, ele ao penetrar forte, a beijava-a os seios delas e mordia, ela movimentava-se em cima dele de forma circular indo pouco a cima e baixo, ele a segurava na cintura fazendo pressão entre seus corpos, que não demorou muito para com que isso ficasse mais rápido, perdendo o controle do respirar levando-os ao Máximo do clímax, ele logo se derreteu de prazer nela, não demorou tanto para com que ela também chegasse ao mesmo nível dando a toda ternura em fogo que a consumia.

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