CAPÍTULO 15

^^^“ Você vai ser minha! De um jeito ou de outro”^^^

......................

...EMPRESA...

Luan olha diretamente ao seu fio Enzo, que o olha com um sorriso de lado, porém isso não abala o futuro CEO da empresa interpoott.

— Tio, irei ser direto, o que o Sr. Faz aqui? — pergunta friamente. Todos que estão na sala não ousam se intrometer na conversa, apenas observa a situação.

— Vim ver como está os negócios da minha empresa — Diz sarcasticamente.

— Olha tio, não tenho tempo para as suas loucuras, então se retire. — Secamente.

Luan não se importa com nenhum tipo de comentário do seu tio, pois sabe que ele está aqui apenas para irrita-lo.

— Não irei me retirar, irei ficar e assistir à reunião, você queira ou não — Luan põe as mãos nos bolsos e respira profundamente, para não perder a cabeça.

— Realmente, o Sr. É um pé no saco! Não tem o que fazer não? — Enzo se irrita com as palavras grosseiras do seu sobrinho bastardo.

— Como ousa me desrespeitar na frente de todos,seu moleque! — Aumentar o tom.

— Guilherme, chame os seguranças. Não tenho tempo, para as paranoias do meu tio.

— como ousa me expulsar!? Eu sou o dono dessa empresa! — Todos olham para Enzo, mas não diz uma palavra se quer.

Tem alguns sócios que não concordam com a sucessão de Luan, mas eles não ousariam desafia-lo. Hoje enzo veio tentar fazer uma cena, para que Luan fosse visto como um homem que não tem escrúpulos diante aos negócios, porém isso não está saindo conforme os planos de Enzo, que está apenas passando vexame.

— Vai sair por bem, ou por mal?O senhor escolhe. — Diz sem muita emoção ou hesitação. O seu dia acaba de ficar péssimo.

— Seu bastardo! Você ira me pagar, pela humilhação de hoje e do jantar — Sai sem dizer mais nada, ele sabia que o seu sobrinho não era de blefes.

— Não haverá mas reunião, irei remarca. — Diz estressado — Mas antes deixe-me dizer algo a vocês. Vou ser bem direto, caso alguém de vocês não estejam satisfeito com o gerenciamento que estou fazendo é só se retirarem da empresa, eu não me importo se tiver um a menos, pois isso não vai mudar o fato, de eu ser o futuro herdeiro dessa empresa. — Todos ficam em silêncio, e com os olhos arregalados. O homem a sua frente não está para brincadeiras.

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ESCRITÓRIO.

Luan está concentrado em alguns documentos a sua frente; ele está sem paciência, após ter que cancelar a reunião. Tudo isso pela ganância do seu tio, em tentar humilha-lo diante os acionistas e sócios

— Sr.? — Pergunta. Guilherme está sentado no sofá do escritório, supervisionando os últimos detalhes de outros documentos para entregar a Luan, pare ele assinar.

— Fale — Continua a sua atenção nos documentos.

— A srta. Sabrina ligou novamente, ela deseja falar com Sr. O que devo dizer?

Luan respira profundamente — Apenas ignore, estou sem tempo para perder com ela. Guilherme, faça uma investigação breve, para saber qual é o real motivo do meu tio ter vindo aqui e dê continuidade sobre as pessoas que estão por trás do meu acidente. — Fala calmamente

— Como desejar Sr. Irei dá continuidade a investigação — Entrega o restante dos documentos para Luan.

— Obrigado, pode se retirar — Diz com a sua atenção nos papéis a sua frente.

Guilherme é um excelente secretário e um homem de total confiança de Luan. Ele faz trabalhos por fora para seu patrão, já que é uma ótimo investigador e um hacker, mas somente quando necessário.

Luan permanece em sua sala assinando alguns documentos da empresa, porém hoje ele não vai ficar até tarde. O seu humor não está muito bom, para trabalhar ate tarde.

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HOSPITAL — SAN VEGAS

O tempo passou rapidamente, sendo exatamente oito da noite. O hospital está um caos total. Um ônibus capotou e muitas pessoas estão feridas. 3 mortas, 12 com ferimentos gravíssimos e 25 com ferimentos leves.

O hospital teve que acionar a metade dos médicos e enfermeiros disponíveis. Daphene é um desses médicos; ela está pegando alguns aparelhos para ir até os acidentados, mas alguém bate na porta.

— Posso entrar? — Olavac pergunta. Ele parece está com raiva de algo.

O segundo andar está completamente vazio, pois todos estão muito ocupados. — Claro, mas seja breve. Estou indo para a emergência. — Fala sem prestar atenção em Olavac, pois está procurando algo na gaveta

— ... — Olha para Daphene com os olhos nublados e uma expressão fria.

— Olav… — É surpreendida, ao ser agarrada pelo braço. — Me solta! O significa isso!? — Olha friamente ao homem que a segura com força, e ele a olha furioso.

— O que significa isso!? Haha, não me faça rir. Você é uma vagabunda, que fica se oferecendo a outro homem — Olavac fala e Daphene fica sem entender, ela tenta puxar o seu braço, mas olavac a agarra pelo outro, a segurando pelos dois. — Como ousa a escolher outro homem, que não seja eu?! Você é uma vadia! Se soubesse que a srta. Fosse uma vagabunda, eu teria a tomada a força — Fala sorrindo, como um maníaco.

Daphene percebendo a loucura de Olavac o chuta com o seu salto, machucando a perna do indivíduo, que a solta imediatamente. Ele geme de dor, e Daphene o encara.

Ela não demonstra medo, pois já passou por muitas coisas, mas muitos gatilhos atingiram a sua mente, a deixando enojada. — Não sei que diabos o Sr. Está falando, mas exijo respeito. Sem contar que não lhe devo satisfação, de quem fico ou deixo de ficar. Pensei que poderíamos ser amigos, mas percebi que isso é um erro. Você é louco e nojento! Vou me certificar de coloca-lo na cadeia — Daphene o chuta mais uma vez e vai até o seu celular, para ligar para a polícia.

Após anos essa é primeira vez que Daphene, está priorizando a si mesmo, ao invés dos seus pacientes. O hospital está um caos e o segundo andar está totalmente vazio. Ela está sozinha com esse homem, que achava não ser perigoso, mesmo sabendo da sua paixonite doentia.

Quando o celular de Daphene chama, ela é surpreendida novamente, Olavac a segura novamente e puxa os seus cabelos, ela se debate, mas parece que não adianta muito. Ela não iria gritar, já que ninguém a ouviria. Olavac a derrubar no chão e sobe por cima dela, ele segura os dois braços dela por cima da cabeça e tentar agarra-la. Daphene morde o rosto de Olavac e ele geme de dor.

— Não adiantar se debater, você vai ser minha! — Daphene cospe no rosto dele, e ele dá um tapa no seu rosto com uma de suas mãos. — Sua vadia! A culpa é sua por não ter me dado bola, agora vou lhe ensinar como ser uma mulher obediente.

— Mesmo que você faça qualquer coisa comigo, eu jamais séria sua. Me solta, seu desgraçado! — Se debate e Olavac rir

Quando Olavac iria tentar despir Daphene, o barulho da porta sendo arrombada é ouvido. Parece que o lixo, trancou a porta quando entrou no escritório. Quando Olavac iria levantar para segura a pessoa que entrou, é surpreendido com um golpe na cabeça, desmaiando na hora.

— Dada!? Você está bem? — Pergunta em desespero, porém Daphene fica sem reação, ou qualquer tipo de expressão. — Dada!? — Julieta fala com a sua amiga, mas não obtém resposta.

A polícia foi acionada…

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Comments

Fatima Maria

Fatima Maria

MINHA AUTORA VC ESTÁ DANDO UM SHOW. EM ABORDAR ESSES ABUSOS, NÃO SÓ ABUSO SEXUAL, MAIS É PALAVRAS QUE MACHUCAM E ATÉ TRÁS CONSEGUENCIA PSICOLÓGICA PARA A PESSOA. PARABÉNS 🎊 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼 EU TIRO MEU CHAPÉU 👒 EU ESTOU AMANDO NÃO POR SER UM LIVRO 📙 SÓ DE PAIXÃO, POR UMA MÉDICA E O CEO, TBM É GOSTOSO, PELA ABORDAGEM DO ASSUNTO APRESENTADO. PARABÉNS 🎊 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

2025-03-22

0

Maria Da Guia Lima

Maria Da Guia Lima

meu Deus quanta perigo nem. no trabalho a pessoa está seguro! esse tarado tem que ser preso ainda bem que a amiga o salvou

2024-05-01

2

Jane Silva

Jane Silva

infelizmente existem muitos homens assim, e muitas mulheres por vergonha não denunciam.
Ja aguardando a próxima historia

2024-04-06

4

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