...“Ambição, como um sinônimo de morte. Morra! E deixe tudo para mim.”...
......................
EM ALGUM LUGAR....
Sons e mais sons... É tudo que se ouve nesse exato momento. Coisas são jogadas no chão e Cadeiras são arremessadas contra a parede.
Um subordinado leal olha para a figura a sua frente, que está puto de raiva como se fosse matar alguém. Os olhos negros do Homem de terno azul-escuro, é algo que dá medo em qualquer um, principalmente em Taylor, um capanga e secretário.
— Mas que porra! Como aquele merdinha conseguiu se salvar?! Será que preciso tentar mata-lo quantas vezes? — Grita irritado.
— Jovem mestre, se acalme.
— Como Taylor?! Se você não conseguiu matar aquele maldito — Cerra os dentes de raiva.
— Peço perdão jovem mestre, nunca imaginei que ele sobreviveria. Se eu soubesse, teria terminado o serviço. — Diz e o homem se aproxima do seu leal secretário.
— Não quero as suas desculpas, quero um trabalho eficaz — Fala irritado
— Sim, Sr... Mas o que iremos fazer com o Sr. Belmonte, já que ele sobreviveu?
— Por enquanto vamos fingir que nada aconteceu. Então cubra quaisquer rastros ou pistas que possa me prejudicar e quando a poeira baixar, iremos tentar mata-lo novamente. — Sorri friamente — Agora sai da minha frente! — Fala num tom alto.
— Sim, Sr!
“ Até parece que irei perder toda a fortuna para você... Luan” Sussurra para si mesmo.
___________________
HOSPITAL — DIA SEGUINTE.
Daphene já está no hospital, checando os seus pacientes e dando altas para alguns que já estão bem, e isso inclui Luan que não para de sorrir para ela.
— Então doutora, já estou liberado? — pergunta a olhando fixamente.
— Sim, está tudo ok. O Sr. já poder ir para casa. — Responde calmamente, mas por dentro ela está super tensa.
— Por um lado é triste ter que ir, e por outro é maravilhoso, já que finalmente posso ir para casa. — Sorri e o Sr. Theo que está ao lado da risada.
— Por que está achando triste, ir embora? — Pergunta. Daphene não entendeu.
— Porque não poderei vê-la novamente. — Daphene fica tímida ao ouvir isso de Luan.
— Luan, desse jeito você vai deixar a srta. Clark sem jeito, e se ela estiver namorando? — O Sr. Theo começa a rir.
— Eu não namoro... — Responde, um pouco sem graça.
— Melhor ainda! — Luan acha a expressão de Daphene fofa.— Bem, agora devo me apressar, mas eu realmente gostaria de vê-la novamente. Então que tal sair comigo para jantar, quando eu estiver curado? — Pergunta
— Bem, eu não vejo problema, mas acho isso uma tanto impossível. — Responde. — Agora devo me retirar, irei deixar a receita de alguns medicamentos, para que o senhor melhore. Se me dê licença
— Toda, e me desculpe pelo meu neto. — Sorri
— Sem problemas, até logo — sai andando.
— Eu realmente gostei dela vô. Será que posso namorar com ela, algum dia? — Theo começa a rir do seu neto, pois é a primeira vez que ele o ver assim.
— Como desejar meu neto, mas acho um tanto impossível, pois algumas pessoas da família irão odiar. — Responde
— Até o sr. Vô?
— Óbvio que não. Ela parece ser uma boa pessoa, e se você gostou, o que posso fazer — Sorri — Agora vamos, tenho que ir à empresa, hoje tem uma reunião de acionistas.
— Certo!
Após alguns minutos, Theo e Luan saem do hospital. O carro já está do lado de fora esperando eles e claro tem seguranças
Daphene sentiu o seu coração bater diferente hoje, porém ela não acredita que possa ter gostado das investidas do luan Belmonte. Ele parece ser intocável, pois é o próximo herdeiro da empresa mais famosa do país. Por isso demonstra ser uma pessoa fria e distante, que nenhuma mulher é digna de se aproximar, mas nesses últimos dias no hospital pareceu ser uma pessoa gentil e sorridente.
__________________
CASA DOS BELMONTE
Luan e o seu avô acabou de chegar na grande mansão, e de cara encontrar uma pessoa indesejável. — Primo você já está de volta. Que bom! — Sorri gentilmente — Vô, a sua benção.
— Victor. — Luan responde com desgosto
— Assim seja, abençoado. — Faz um pequeno gesto, dando a benção ao seu outro neto. — O que veio fazer aqui? Quase não o vejo — Pergunta.
— Apenas de passagem. Bem, vou indo — sai andando — Ah! E seja bem-vindo de volta, primo. — Luan apenas manda o segurança continuar o empurrando, pelo pátio, já que ele está de cadeira de rodas.
Luan voltou a ser um cara distante novamente, isso foi o que ele aprendeu com o seu pai, quando ele ainda era vivo e tudo isso para que ninguém com má intenção se aproveite da sua bondade.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 51
Comments
Fatima Maria
É COMEÇO NÃO DAR PRA DESCONFIAR DE NINGUÉM.
2025-03-21
0
Ágatha Eloa
para mim as vezes com as falas de Luan da impressão que é uma criança falando kkkkkk
2024-08-23
2
Maria Da Guia Lima
será não ele é sim o mandante do do acidente! tudo por ambição e poder
2024-04-30
0