Enquanto as palavras pesavam no ar, um som de batidas à porta interrompeu uma conversa. Sr. Artur olhou para Celma e disse: "Espere um momento, filha, alguém está batendo à porta."
Ele se declarou e foi em direção à porta de entrada. Quando a abertura, encontrou-se de frente com Osvaldo, cujo rosto estava marcado pela tristeza e o arrependimento. Os dois homens ficaram em silêncio por um momento antes de Osvaldo quebrar o silêncio.
"Desculpe incomodar a esta hora, Sr. Artur. Eu... Eu preciso..." Osvaldo, com o semblante abatido, estava parado à porta da casa de seus padrinhos, Sr. Artur e Dona Ana. Ele se sentia perdido e desamparado, mas sabia que era o lugar onde precisava estar naquele momento.
Dona Ana, com gentileza em seu coração, sorriu e disse: "Osvaldo, seja bem-vindo. Não é uma inconveniência. Entre, por favor."
Osvaldo agradeceu com um aceno de cabeça e seguiu Sr. Artur até a sala. Seu braço ferido estava ensanguentado, e ele parecia exausto, tanto física quanto emocionalmente.
"Desculpe incomodar a esta hora", murmurou Osvaldo, sua voz carregada de pesar. "Eu... Eu só precisava falar com alguém. Só sei que acabei aqui."
Dona Ana pegou um kit de primeiros socorros e começou a cuidar do ferimento de Osvaldo, enquanto Sr. Artur ofereceu a ele um lugar para descansar. "Você está em casa aqui, Osvaldo. Pode ficar o tempo que precisar. E estamos aqui para ouvir, se quiser compartilhar o que está acontecendo."
Osvaldo suspirou, sentindo a pressão de tudo o que aconteceu. "Eu... eu e Celma tivemos uma briga terrível. As coisas estão ruins, e eu não sei como chegamos a esse ponto."
Dona Ana terminou de cuidar do ferimento e olhou com simpatia para Osvaldo. "Às vezes, quando as emoções estão à flor da pele, é difícil enxergar com clareza. Estamos aqui para te apoiar, Osvaldo, e para te ouvir quando estiver pronto para falar."
Sr. Artur concordou. "Você não está sozinho nisso, meu rapaz. Família é para essas horas difíceis, e vamos enfrentar isso juntos."
Enquanto Osvaldo encontrava um refúgio temporário na casa de seus padrinhos, o destino de seu casamento e a jornada da redenção continuavam a se desenrolar em meio às incertezas do futuro.
Osvaldo, Sr. Artur e Dona Ana, enquanto eles ouviam atentamente sua história. Ele se sentia grato por ter encontrado um lugar onde pudesse compartilhar suas preocupações e angústias.
Ele começou a falar, sua voz carregada de tristeza. "Eu... Eu e Celma, nós tivemos uma briga terrível, hoje foi a gota de água. As coisas estão ruins, e eu não sei como chegamos a esse ponto."
Sr. Artur assentiu compreensivo. "Relações podem ser difíceis, Osvaldo. Às vezes, quando as emoções se intensificam, perdemos o controle e dizemos coisas que não queremos dizer."
Dona Ana colocou uma mão gentil no ombro de Osvaldo. "Você não precisa enfrentar isso sozinho, meu rapaz. Estamos aqui para te apoiar, e estamos ouvindo."
Osvaldo continuou a desabafar, compartilhando as complexidades de seu relacionamento com Celma, desde a descoberta da traição até as brigas cada vez mais intensas. Ele se sentia aliviado por ter um espaço seguro para expressar suas preocupações e medos.
Sr. Artur olhou para Osvaldo com empatia. "Às vezes, a comunicação é a chave para resolver os problemas. Talvez seja hora de tentar conversar abertamente com a Celma e encontrar um terapeuta de casais para ajudá-los."
Dona Ana acrescentou: "Lembre-se, Osvaldo, vocês têm uma história juntos, e isso vale a pena lutar. Mas a mudança começa com a disposição de ambos em fazer dar certo."
Osvaldo se sentou na sala dos padrinhos, sua expressão refletindo a angústia que pesava sobre ele. Enquanto ele começava a compartilhar sua história com os padrinhos, o ambiente acolhedor da casa proporcionava um senso de segurança que ele não sentia há muito tempo.
Sr. Artur e Dona Ana ouviram com empatia e atenção, deixando Osvaldo desabafar e liberar as emoções que acumularam ao longo de sua tumultuada jornada matrimonial. Eles não o interromperam, apenas acenaram com a compreensão enquanto ele descrevia os acontecimentos da noite anterior.
Osvaldo falou sobre suas próprias falhas, sua raiva e sua dor, sem esconder nada. Ele aborda a profundidade de sua frustração e a sensação de que havia perdido o controle sobre sua vida e relacionamento.
Dona Ana, com compaixão, disse: "Osvaldo, é importante que você esteja disposto a falar sobre seus sentimentos e preocupações. Compartilhar suas emoções é o primeiro passo para lidar com os problemas."
Sr. Artur acrescentou: "Ninguém disse que um casamento é fácil, meu rapaz. É um compromisso constante, e todos cometemos erros ao longo do caminho. O importante é aprender com eles e buscar maneiras de melhorar."
Osvaldo expressou sua angústia de forma sincera para seus padrinhos, Sr. Artur e Dona Ana. Ele se sentia esmagado pelo peso dos acontecimentos e estava chegando a uma decisão difícil.
"Padrinho, madrinha, aqui já não tem volta", disse ele, com pesar em sua voz. "Chegamos ao fim da linha. Essa carga é pesada demais para mim, e eu nem sei mais o que fazer. Não quero machucar a Celma, mas sinto que não consigo suportar essa carga."
Dona Ana olhou para Osvaldo com compaixão. "Entendemos o quão difícil isso deve ser para você, Osvaldo. Às vezes, tomar decisões difíceis é a única maneira de seguir em frente."
Sr. Artur assentiu. "Você precisa fazer o que é melhor para você, meu rapaz. Às vezes, é preciso coragem para reconhecer quando uma situação se tornou insustentável."
Osvaldo agradeceu aos padrinhos por sua compreensão e apoio. Enquanto ele continuava a refletir sobre seu casamento e as escolhas que tinha pela frente, ele sabia que estava enfrentando um ponto crítico em sua vida. As consequências de suas ações e as incertezas do futuro o aguardavam, e ele estava prestes a tomar uma decisão que mudaria o curso de sua história com Celma.
Osvaldo retornou para sua casa após sua conversa sincera com seus padrinhos, Sr. Artur e Dona Ana. Ele estava carregando um fardo emocional pesado e enfrentando a difícil decisão que estava prestes a tomar em relação ao seu casamento com Celma.
Ao entrar em sua casa, tudo parecia silencioso e sombrio. Os ecos das brigas passadas ainda reverberavam nas paredes. Ele se sentou em um dos cômodos vazios, perdido em seus próprios pensamentos.
O destino de seu relacionamento com Celma era incerto, e ele estava prestes a enfrentar um ponto de não retorno. As escolhas que ele faria moldariam o curso de sua vida e de sua história compartilhada com Celma.
Com o coração pesaroso, Osvaldo refletiu sobre o que viria a seguir. O quarto capítulo encerrou com ele imerso em uma profunda contemplação sobre seu casamento e as consequências de suas ações.
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Atualizado até capítulo 30
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