Osvaldo e Celma enfrentam a crescente distância entre eles. Os desafios do seu relacionamento continuam a se desenrolar, enquanto ambos lutam para encontrar uma maneira de se reconectar e superar as feridas. Desde o seu retorno, Osvaldo e Celma estavam distantes, apesar de compartilharem o mesmo espaço. A tensão que pairava entre eles era quase palpável, e as palavras que antes fluíam agora pareciam se perder no silêncio.
Osvaldo, sentindo o peso das escolhas que havia feito e a distância que havia se formado entre ele e Celma, decidiu desabafar com um amigo próximo, André. Eles se encontraram em um café tranquilo, onde Osvaldo compartilhou seus sentimentos de culpa, remorso e confusão.
André ouviu atentamente, oferecendo apoio e conselhos sábios. "Osvaldo, sei que as coisas estão difíceis agora, mas você precisa encontrar uma maneira de enfrentar esses problemas com Celma. Comunicação é a chave. Se vocês continuarem se afastando, as coisas só piorarão."
Osvaldo assentiu, sabendo que seu amigo estava certo, mas as palavras pareciam vazias diante das circunstâncias. Ele se perguntava se a distância que havia se formado entre ele e Celma era irreparável.
Enquanto isso, Celma, sentindo-se sobrecarregada pelas sessões de terapia e a complexidade de sua situação, decidiu desistir da terapeuta. Ela não queria mais enfrentar as perguntas difíceis e a dor que a terapia trazia à tona. Em vez disso, ela se refugiou em sua própria solidão, mantendo o segredo de sua gravidez cuidadosamente guardado.
À medida que os dias passavam, a distância entre Osvaldo e Celma continuava a crescer, como um abismo intransponível que os separava. As noites silenciosas em que dormiam em quartos diferentes eram a manifestação física da brecha emocional que se formara entre eles.
Osvaldo tentou seguir o conselho de seu amigo André e fez várias tentativas de se comunicar com Celma. No entanto, suas palavras eram frequentemente recebidas com silêncio ou respostas curtas. Celma, por sua vez, estava tão imersa em sua própria dor e confusão que não sabia como enfrentar a situação.
Em um desses momentos de frustração, Osvaldo compartilhou com André: "Eu sinto que estou perdendo Celma, André. Eu a amo, mas não sei como consertar as coisas. Cada vez que tento, parece que estamos apenas nos afastando mais."
André, sendo um amigo leal, respondeu: "Osvaldo, o primeiro passo é ser honesto e aberto com ela. Vocês precisam encontrar um momento para falar sobre o que está acontecendo e como se sentem. É doloroso, mas é o único caminho para a reconciliação."
Enquanto isso, Celma, desistindo da terapia, se viu isolada em seus próprios pensamentos e emoções. Ela não compartilhava com Osvaldo o segredo de sua gravidez, e a incerteza sobre a paternidade do bebê a assombrava.
Osvaldo, buscando alívio para suas frustrações e tristezas, recorria cada vez mais ao álcool. Ele chegava em casa bêbado constantemente, agravando ainda mais as tensões entre ele e Celma. As noites que antes eram preenchidas com amor e risadas agora eram marcadas por brigas constantes e palavras ásperas.
As discussões entre Osvaldo e Celma eram frequentes, e o mais insignificante dos motivos se tornava combustível para uma briga explosiva. Osvaldo havia chegado a um ponto em que não suportava mais olhar nos olhos de Celma, pois cada olhar era um lembrete doloroso do que haviam perdido.
Celma, desesperada para reconstruir seu relacionamento, tentou iniciar conversas sobre o trabalho de Osvaldo, na esperança de encontrar algum terreno comum. No entanto, Osvaldo evitava essas conversas a todo custo, mergulhando ainda mais na sua concha emocional.
Em um momento de desespero, Celma finalmente compartilhou com Osvaldo sobre o terapeuta que ela havia encontrado e a necessidade de ambos começarem a terapia conjunta. Ela acreditava que era a única maneira de salvar o que restava de seu relacionamento.
No entanto, Osvaldo negou categoricamente. "Eu não estou preparado para lidar com isso, Celma," ele disse, sua voz carregada de exaustão. "Eu não sei se quero continuar com tudo isso."
A rejeição de Osvaldo foi um golpe para Celma, que ainda nutria a esperança de que eles pudessem encontrar uma maneira de superar seus problemas juntos. Enquanto a distância crescia entre eles, a perspectiva de reconciliação parecia cada vez mais distante, e o futuro de seu casamento se tornava cada vez mais incerto.
Uma noite, a tensão que vinha se acumulando entre Osvaldo e Celma finalmente atingiu seu ponto de ebulição. Uma simples discussão sobre a TV ligada alto demais desencadeou uma briga furiosa, com palavras afiadas e sentimentos reprimidos explodindo.
Osvaldo, irritado, gritou: "Celma, você não pode fazer uma coisa tão simples como abaixar o volume da TV? Está claro que você não se importa com o que eu sinto!"
Celma, com lágrimas nos olhos, retaliou: "E você, Osvaldo, não pode passar uma noite em casa sem estar bêbado? Você acha que isso me faz sentir melhor?!"
A briga continuou, com ambos os lados lançando acusações e ressentimentos acumulados. As palavras cortantes machucavam mais do que socos, e a raiva que havia se acumulado durante meses finalmente explodiu em uma tempestade emocional.
Osvaldo, perdendo o controle, virou uma cadeira, fazendo-a bater no chão com um estrondo ensurdecedor. Ele gritou: "Eu não suporto mais isso, Celma! Você acha que eu não estou sofrendo? Que eu não me arrependo do que aconteceu?"
Celma, soluçando, respondeu: "Nós dois estamos sofrendo, Osvaldo. Mas precisamos encontrar uma maneira de superar isso juntos, ou tudo o que tivemos será destruído."
A briga deixou ambos exaustos, emocionalmente e fisicamente. Eles se separaram, com os olhos cheios de lágrimas, mas a distância entre eles parecia mais intransponível do que nunca.
Enquanto a noite caía, Osvaldo e Celma permaneceram em lados opostos da casa, sentindo o peso de sua dor e frustração. O terceiro capítulo revelou que as feridas entre eles estavam profundas, e a possibilidade de reconciliação estava cada vez mais distante.
Em uma noite carregada de tensão, Osvaldo e Celma se envolveram em uma briga que se tornaria uma das mais intensas e amargas de todas. As palavras afiadas e carregadas de raiva voavam pelo ar, criando um turbilhão de emoções.
Osvaldo, com os olhos injetados de álcool e as palavras ásperas, gritou: "Você acha que essa terapia vai consertar tudo? Você está vivendo em um mundo de ilusões, Celma. Nada pode consertar o que você fez."
Celma, também enfurecida, retrucou: "E o que você fez, Osvaldo? Você acha que sua bebida é a solução? Você não está lidando com a situação, está apenas se afogando em suas próprias fraquezas."
As acusações voaram de um lado para o outro, atingindo feridas profundas e antigas. Osvaldo mencionou a traição de Celma, enquanto Celma apontou as noites solitárias e alcoólicas de Osvaldo. A briga parecia não ter fim, e a dor que ambos estavam infligindo um ao outro era quase insuportável.
A raiva e a frustração que haviam se acumulado ao longo do tempo explodiram naquela noite. A casa que antes era um lar amoroso agora era palco de um confronto selvagem e doloroso entre marido e mulher.
Quando a briga finalmente se acalmou, o silêncio pesado que se seguiu era ensurdecedor. Osvaldo e Celma se encararam, com os olhos inchados de lágrimas e a sensação de que algo havia sido quebrado de forma irreparável entre eles.
A distância crescente entre Osvaldo e Celma havia atingido um ponto crítico, e o futuro de seu relacionamento estava mais incerto do que nunca. A esperança de uma reconciliação parecia cada vez mais distante, enquanto ambos enfrentavam as consequências de suas ações.
Depois da briga explosiva, o silêncio pesado pairava sobre a casa como uma sombra. Osvaldo e Celma estavam exaustos, emocional e fisicamente. As palavras cruéis e os insultos que haviam sido trocados ainda ecoavam em seus ouvidos.
Cada um se retirou para seu próprio espaço na casa, desejando escapar das emoções avassaladoras que os atormentavam. As feridas que haviam sido infligidas durante a briga ainda doíam profundamente, e a sensação de que algo irremediável havia acontecido pairava no ar.
Osvaldo, tentando escapar de seus pensamentos tumultuados, buscou refúgio no álcool mais uma vez. Ele se sentou em um canto escuro da casa, bebendo para entorpecer a dor e a confusão que o consumiam.
Enquanto isso, Celma estava em seu próprio quarto, chorando silenciosamente. As lágrimas eram uma expressão de sua frustração e tristeza, mas também de uma sensação de impotência diante da situação.
A noite que se seguiu foi marcada pelo vazio e pela falta de comunicação. Osvaldo e Celma mal trocaram uma palavra, e o silêncio que pairava sobre a casa era quase ensurdecedor. O que antes era um lar cheio de amor e risos agora se tornara um ambiente frio e hostil.
A distância crescente entre Osvaldo e Celma parecia insuperável. Ambos estavam presos em um ciclo de mágoa e ressentimento, incapazes de encontrar uma maneira de se reconectar. O que o futuro reservava para eles permanecia incerto, e a jornada rumo à redenção e à cura parecia cada vez mais difícil de alcançar.
O dia amanheceu com Osvaldo despertando de uma ressaca intensa. Ele se levantou com dificuldade e, ainda tonto, vasculhou as gavetas do quarto em busca de medicamentos para aliviar sua dor de cabeça e náusea. No entanto, o que ele encontrou nas gavetas mudaria o curso de sua manhã e, eventualmente, o destino de seu casamento.
Ao abrir um envelope esquecido, Osvaldo deparou-se com um resultado médico que o deixou atônito. Seus olhos fixaram as palavras impressas no papel, e sua mente começou a girar com confusão e incredulidade.
Enquanto isso, na cozinha, Celma estava tomando seu café da manhã solitário. Ela estava imersa em seus próprios pensamentos, tentando encontrar forças para enfrentar mais um dia de distância e silêncio entre ela e Osvaldo.
Nesse momento crítico, Osvaldo entrou na cozinha com um olhar furioso em seu rosto. A revelação que ele havia feito nas gavetas do quarto havia acendido uma chama de raiva e indignação dentro dele.
Assim, o terceiro capítulo chegou ao seu encerramento, com Osvaldo e Celma enfrentando uma reviravolta inesperada que terá repercussões profundas em seu relacionamento. O futuro de seu casamento parecia mais incerto do que nunca, enquanto eles lutavam para lidar com as descobertas que estavam prestes a desvendar.
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Atualizado até capítulo 30
Comments
Rosângela Costa
História chata não saí da mestiça..
2025-04-03
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