Carioca
Chegamos na mansão e logo levei Barbara para tomar um banho, ela tava bem abalada e não falou mais nada comigo, apenas ajudei ela no banho e a sequei e coloquei uma camiseta minha nela.
Assim que ela deitou apagou então resolvi descer um pouco e beber algo forte pra me acalmar.
Assim que desci, Francesco e Matteo estavam chegando.
— Vitor que bom te ver aqui, precisamos conversar. — Diz Francesco.
— Vou, mas preciso beber algo antes. — Digo e ele sorri.
— Vamos, na minha sala tem algumas bebidas. — Ele diz e o acompanho com Matteo até o escritório.
Assim que entramos, eu e Matteo se sentamos nas duas poltronas que tinha em frente a mesa. Francesco foi até o pequeno bar e serviu três copos de whisky.
— Da última vez que vim aqui conversar não gostei muito do assunto, e infelizmente tô achando que não vou gostar do de hoje também. — Digo e Matteo dá uma risada.
— Você tem razão, mas essa situação creio que é bem mais tranquila. — diz Francesca.
— Já fala logo o que é. — digo já pensando milhares de coisas.
— Hoje fracassamos mais uma vez tentando pegar aquele infeliz, então tive que mexer uns pauzinhos. — ele fala e logo toma um gole de whisky. — Entrei em contato com um dos meus aliados de outro quartel da Itália, o nome dele é Stefanno, ele tem uma equipe incrível, e vai ser de grande ajuda para nosso plano.
— Que ótimo, não estou entendendo a parte ruim disso. — Digo escarrando ele.
— O problema não está aí meu caro. — diz Matteo com uma risadinha que não gostei muito.
— A alguns anos atrás pedi para que Stefanno se afastasse da minha família, ainda temos nossa aliança e sempre nos ajudamos, mas ele lá em sua cidade e eu aqui. — Francesco fala me encarando.
— Por qual motivo ? — digo arqueando a sobrancelha.
— Por causa da Bárbara. — ele diz e logo o encaro. — Stefanno era obcecado por ela, e não sei se ainda é, ele vivia atrás dela, até se envolveram, mas bárbara não queria ficar com ele de forma alguma, vendo a situação da minha filha, pedi que se afastasse, ele ainda ficou um tempo correndo atrás dela, mas logo parou.
— E aí você pediu pro cara vir até aqui?
Puta merda, não tô acreditando nessa merda, só posso estar louco, agora íamos ter um terceiro lunático que é apaixonado pela minha mulher, pelo menos esse é aliado, mas apenas de Francesco, tô vendo que isso não vai acabar bem.
— Ele vai chegar agora pela manhã, preciso que mantenha a calma com ele, entendo que é sua esposa, mas ele é nossa chance de conseguirmos achar sua mãe e seus filhos. — Ele fala e eu abaixo a cabeça em negação.
— Não tenho escolhas Francesco, fazer oque né. — Digo encarando ele novamente. — Quero receber ele com vocês de manhã, vou subir agora pra tomar um banho e ver como Barbara está.
— Ela não tá legal né ? — Francesco pergunta.
— Não, mas ela é forte e vai conseguir sair dessa. — digo me levantando e saindo do escritório.
Tantos problemas e agora mais um, espero realmente que ele tenha esquecido de vez minha esposa, ou teríamos sérios problemas.
Subi as escadas e fui pro meu quarto, Barbara dormia que nem um anjo, fui até ela e dei um beijo em sua testa.
Fui pro banheiro, tirei a roupa e entrei no chuveiro quente. Estava tão entretido nos meus pensamentos que me assustei quando senti minha pequena me abraçar por trás.
— Pensei que tava dormindo. — Digo me virando e abraçando ela.
— Eu estava, acordei com seu beijo e resolvi vim ficar com você. — Ela diz toda manhosa.
— Desculpa te acordar amor. — Digo dando um beijo em sua testa.
— Não precisa pedir desculpas. — Ela diz ficando nas pontas dos pés pra me beijar.
Abaixo um pouco o rosto e selo nossos lábios, ela me puxa pra mais perto com uma de suas mãos em minha nuca. Coloco minhas mãos em sua cintura e a ergo em meu colo. Encosto as costas dela no vidro do box, e começo a beijar seu pescoço.
Não aguentamos e fizemos amor, logo depois tomamos banho e fomos deitar, ela logo dormiu e fiquei olhando pra ela, como ela podia ser tão linda assim.
Deitei minha cabeça no travesseiro e fechei meus olhos, fiquei por um bom tempo tentando dormir mais não consegui, tirei meu braço debaixo dela com cuidado e fui até o banheiro, sai e me troquei, quando olhei para a janela já era de manhã, aquele maldito ia chegar a qualquer momento, mas tinha que me conter.
Desci as escadas e Francesco e Matteo estavam tomando café.
— Bom dia Pessoal. — Digo me sentando.
— Bom dia Vitor. — Ambos falam.
Tomamos café em silêncio, e logo o telefone de Francesco tocou.
— Ótimo….Já estou indo. — Ele diz e desliga o telefone. — Stefanno chegou, vamos recebê-lo.
Nos levantamos e fomos andando até a sala principal, eu e Matteo ficamos em pé esperando e Francesco foi recebê-lo.
Depois de uns segundos, um homem entra pela porta, de terno, todo arrogante, quando Francesco me apresentou, ele não acreditou que fosse marido da Barbara, isso me deixou furioso, mas não falei nada, apenas dei um leve aperto de mão com o maldito.
— Quer alguma coisa Stefanno ? Ou podemos iniciar nossa conversa no escritório? — Francesco fala.
— Podemos iniciar a reunião. — Fala caminhando até Francesco.
Fomos os quatro para o escritório, todos se acomodaram na mesa que havia.
— Agora preciso saber o motivo para ter me chamado assim. — Diz Stefanno tomando um gole de whisky.
— Meus netos foram sequestrados, junto com a mãe de Vitor. — na mesma hora o desgračado quase engasga.
— Filhos do Matteo ? — ele diz e olha pra Matteo.
— Não, de Barbara e Vitor. — Francesco fala e vejo na sua cara que já estava se arrependendo daquilo.
Olho pra Matteo que parece que tá segurando pra não rir da situação.
Stefanno fecha a cara por um tempo, mas logo um sorriso surge em seus lábios e já sei que ele tá prestes a me irritar.
— Como deixa sua filha se casar com alguém que não protege os filhos e nem a própria mãe ? — Ele nem me olha, apenas encara Francesco.
— Stefano isso não vem ao caso agora, precisamos da sua ajuda, Marino está mais forte que tudo, ambos aqui não conseguiram proteger eles.
— Entendo meu caro, vou falar com a minha equipe e hoje a tarde mesmo vamos começar o trabalho. — o sorriso dele parece de um psicopata. — Se for para ajudar minha amada, farei de tudo.
A não esse cara só podia estar brincando comigo. Me levanto nervoso e me inclino sobre a mesa.
— Olha aqui Stefanno, eu aceitei que Francesco chamou você, fui paciente até o momento, mas só te digo uma coisa, se chegar perto da minha mulher com segundas intenções, não responderei por mim. — Digo com a voz elevada.
Na mesma hora ouço a porta abrir e quando viramos Bárbara estava na porta encarando Stefanno e com bastante raiva. O mesmo apenas abriu um sorriso enorme como se visse algo extraordinário e realmente ele estava vendo, mas era MINHA esposa.
Barbara
Depois da mansão, Victor me acalmou e conversou comigo, me ajudou a tomar um banho e logo fui dormir, precisava esfriar minha cabeça, ouvi quando ele desceu e acabei cochilando. Depois de um tempo acabo acordando com um beijinho na testa, vejo ele ir até o banheiro, assim que ele fecha a porta me levanto tiro minha roupa e vou até ele no banheiro. Conversamos um pouco e fizemos amor.
Me senti bem e relaxada, deitamos na cama e acabei dormindo.
Acordei de manhã com uns barulhos de carro do lado de fora, tentei dormir novamente e acabei não conseguindo. Me levantei e fui para o banheiro tomar um banho, me sequei e fui para o quarto, coloquei um vestido vermelho justinho e sai do quarto, desci as escadas e fui para mesa do café.
Não havia nem sinal dos meninos e nem do meu pai.
Tomei um café rápido e logo me levantei, quando estava na sala pronta pra ligar pro Vitor, ouço a voz dele vindo do escritório e ele não me parece nada contente.
Fui até o escritório e quando abri a porta a primeira coisa que vi foi Stefanno sentado na mesa, depois olho e Vitor está quase indo pra cima dele. Que majestoso, certeza que foi ideia do meu amado pai.
Todos me olham entrar e logo vejo os olhos de Stefano brilharem ao me ver e isso me incomoda de todas as formas possíveis.
— Minha amada, quanto tempo, ainda continua majestosa como antes, é um prazer reve-la— ele fala e vejo Vitor quase voando nele.
Ele se levanta e faz uma reverência para mim, quando vai tentar se aproximar e pega minha mão me afasto.
— Não digo o mesmo, não é um prazer vê-lo, ainda mais que foi proibido de chegar perto de mim. — Digo nervosa e me afasto indo até Vitor. — Pai pode por favor, me explicar o que esse homem está fazendo em nossa casa ?
— Sente-se minha filha, vamos conversar. — Ele fala um pouco desanimado.
Vitor puxa uma cadeira para mim e me sento ao seu lado, Stefanno fica bem nervoso com a situação.
— Você sabe muito bem que Stefanno tem uma equipe ótima de inteligência, pedi sua ajuda para encontrarmos Marino, hoje eles vão começar a rastreá-lo junto com nossa equipe. — Ele da um gole no whisky e continua. — Marino está forte e pelo meus contatos de aliou com duas máfias rivais nossas, o que não é bom para nós.
— Tudo bem pai, eu entendo a situação, meus filhos e minha sogra são mais importantes. — Digo e coloco a mão na coxa do Vitor.
— Ótimo, minha filha, e tenho certeza que Stefanno veio na intenção de ajudar apenas. — diz meu pai e encara Stefanno com fúria. — Certo ?
— Com toda certeza senhor. — Ele diz abrindo um sorriso e sei bem que é falso.
Terei que tomar todo cuidado com Stefanno, ele sempre foi loucamente apaixonado por mim, tivemos um caso a anos atrás que realmente foi bom, mas nunca quis nada sério com ninguém, então parei de vê-lo, e isso vez ele ficar me perseguindo por muito tempo. Meu pai pediu pra ele se afastar tanto de mim quanto da mansão e depois de um tempo ele fez isso e nunca mais o vi.
Se não tomasse cuidado ele faria de tudo pra me separar de Vitor.
— Agora vou me retirar, venha amor, vamos sair juntos hoje. — Digo me levantando e segurando a mão de Vitor.
— Até mais tarde. — Digo saindo pela porta com meu marido.
Eu e Vitor subimos para o quarto e ele estava visivelmente irritado. Parei e segurei seu rosto com minhas duas mãos.
— Amor, calma, não liga pra aquele imbecil, eu sou só sua e sempre serei, se ele tentar algo, eu mesmo mato ele. — Digo e ele abre um sorriso.
— Pior que sei que mata mesmo. — Ele da risada e me ergueu pela cintura. — Não estou preocupado com isso, sei bem que você é minha e me ama meu amor. — ele diz me beijando.
— Amor vamos logo, se não vamos acabar nem saindo de casa. — Digo me soltando e saindo do seu colo.
— Não tenho culpa que você me deixa louco, ainda mais usando esse vestidinho. — Ele diz abrindo um sorriso safado.
— Pode parar, vou só terminar de me arrumar e saímos. — digo indo até minha mala.
— Tá bom amor.
Coloco um salto fino beje e vou para o banheiro escovar os dentes. Assim que saio Vitor está deitado na cama e meu deus que homem gostoso.
— Vamos amor, antes que eu me jogue em cima de você. — Digo e ele abre um sorriso.
— Você tá linda demais meu amor. — ele me olha de cima a baixo com um sorriso enorme no rosto.
— Obrigada meu amor.
Saímos do quarto e descemos as escadas, assim que chegamos na sala ja dou de cara com Stefanno que nem disfarça o olhar sobre mim.
— Pai eu e Vitor iremos sair um pouco, volto depois do almoço. — Digo puxando vitor para perto.
— Tudo bem minha filha, só tome cuidado. — ele fala vindo até mim para me dar um beijo na testa.
Saímos da casa e fomos até a garagem principal. Fui até a minha Ferrari vermelha e entrei no banco do motorista, logo Vitor entrou também e seguimos ao meu destino.
Hoje iria visitar uma grande amiga minha aqui na Itália, e gostaria de pedir a ajuda dela para ter algumas informações, antes de me entregar gostaria de tentar mais uma investida contra Marino.
— Estamos indo para onde meu amor? — Vitor pergunta colocando a mão sobre a minha coxa.
— Vamos visitar uma pessoa, depois podemos almoçar juntos meu amor. — Digo colocando a mão sobre a dele e acariciando.
— Faz tempo que não passamos um tempinho juntos assim né? – ele pergunta e eu apenas concordo.
Antes dos nossos filhos serem sequestrados, eu estava cuidando deles integralmente, queria estar próximo o máximo possível, já que fique os dois primeiros meses de vida deles em coma. Vitor com o morro e as mudanças estava com muitas coisas pra fazer, então acabamos só se vendo na hora do almoço e a noite.
Depois de um tempo chegamos a uma casa bem simples, desci do carro e Vitor me acompanhou, fui até a porta e dei três batidas.
Em alguns segundos minha amiga sai e praticamente pula em cima de mim.
— Barbara meu amor, que saudades de você, você sumiu, não me mandou mensagem, o'que aconteceu? — Ela estava eufórica e eu apenas ria.
— Minha querida longa história, mais irei te contar tudo. — digo abraçando ela mais uma vez. — Este é meu marido Vitor. Vitor esta é Monalisa. — digo apresentando os dois.
— Você se casou? eu não acredito nisso e nem me convidou? — Ela falava nervosa. — Oie vitor é um prazer conhecê-lo — diz estendendo a mão para ele.
— Prazer é meu Monalisa — ele retribui.
Monaliza
— Agora dona Bárbara, pode entrar aqui e vamos colocar tudo na mesa. — Ela diz e nós dois rimos.
Entramos e sentamos no sofá lado a lado, Monalisa se sentou de frente para a gente e começamos a conversar.
— Pode falar tudo, nos mínimos detalhes, até como conheceu o Vitor. — Ela se encosta no sofá e fica esperando.
— Bom vamos lá….. — Contei tudo pra ela.
— Ual, sua história daria um bom livro, se quiser posso até escrever. — Ela diz rindo e nós também.
— Amiga preciso da sua ajuda, sei que você é a única que pode me ajudar nesse momento. — Digo e ela abre um sorriso.
— Achei que não iria pedir, vamos lá.
Ela se levanta eufórica e vai correndo até uma porta preta que tem ao lado da cozinha.
— Seu pai não vai gostar disso. — Vitor diz baixinho.
— Ele colocou Stefanno na nossa casa, é melhor nem falar nada. — digo e ele apenas concorda.
Seguimos a Monalisa que entrou e desceu as escadas, assim que chegou lá embaixo havia um porão simples, é claro era isso que ela queria que achassem. Ela caminhou até uma pequena caixinha que havia na parede e digitou uma senha e depois colocou a digital.
Assim que apareceu acesso autorizado uma porta enorme se abriu e deu visão a uma área cheia de computadores, armas de todo tipo. Olhei para Vitor que parecia surpreso.
— Já contou pra ele sobre os diavoli del sangue (Diabos de Sangue) ? — ela diz caminhando para dentro.
— Ainda não – Digo e Vitor me encara e cruza os braços. — Não começa, nem meu pai sabe sobre isso.
Monalisa começa a rir.
— Diablo del sangue era um grupo de mafiosos italianos, eles matavam membros corruptos da máfia, nunca descobriram quem eram. — Ela diz sorrindo.
— E qual envolvimento de vocês com isso ? — Vitor pergunta curioso.
— Nós éramos esse grupo, fundei ele com 16 anos, ao todo somos 5 garotas. — Na mesma hora ele me encara assustado e eu e Monalisa não aguentamos e caímos na risada.
— 16 Anos? — ele fala negando com a cabeça.
— Sim amor, sempre acharam que foram homens que fundaram esse grupo, mas na verdade éramos apenas 5 garotas de 16 anos, lutando contra o sistema da mafia. — Digo indo até uma foto onde estamos nós cinco — Fomos procuradas por anos, mas nunca fomos pegas, e até hoje falam sobre nós.
— E as outras integrantes? — ele pergunta.
— As outras três moram ainda na itália e ainda continuam na máfia, mantemos contato, mais bem pouco, mas o grupo ainda existe e se tivermos uma missão se quer, todas vem correndo. — Monalisa diz.
— Mudando de assunto preciso que tente rastrear Marino, mas o problema é que sinto que tem alguém com ele que está escondendo bem seu rastro e você já sabe sobre quem estou falando. — Digo e ela abre um sorriso.
— Absoluta certeza que seja ele, mas cai entre nós, eu sou bem melhor. — Ela diz e dou risada.
Ela se senta em uma das mesas e começa o seu trabalho, vou até Vitor e o abraço.
— Você me surpreende demais Bárbara, seu próprio pai não sabe disso? — ele pergunta.
— Não amor e não pode saber. — digo seria.
— Porque?
— Nós cinco matamos muita gente, incluindo amigos do meu pai que eram corruptos, sempre matamos com provas, mas isso é proibido na máfia, tínhamos que levar primeiro ao Chefe da máfia e aí sim matar eles. — digo soltando ele. — Muito dos homens que matamos eram poderosos demais, ninguém acreditava que eles poderiam se virar contra nós.
— Entendo, quando foi a última missão? — ele pergunta.
— A última foi quando tinha 23 anos, um novo investigador entrou na máfia e ele era muito bom, mas logo descobrimos que ele era corrupto e os matamos, só que o problema é que ele já havia descoberto quem éramos, pegamos todas as provas e achamos melhor pararmos por um tempo.
— Eu ainda estou sem acreditar. — ele diz rindo.
— Amiga, achei ele, e você estava certa, Vittorino tá escondendo o rastro dele. — Ela diz levantando e pulando que nem uma criança.
— Tá vendo, ela é a melhor. — Digo pulando com ela.
— Meu deus duas doidas. — ele ri.
— Parece que ele está em Nápoles, aproveitei também para entrar no banco de localização deles e ele está na sua cola, todo lugar que vai ele sabe. — Ela disse dando um suspiro — Por sorte sou incrivel e levei vocês até o centro de Camorra, se não eles iriam vir me matar.
— Mesmo assim quero que saia da sua casa, vamos comigo para a mansão, não vou colocar você em risco Monalisa. — digo e ela vira os olhos. — Nem adianta falar não, sabe que te arrasto daqui.
— Tá vamos, vou arrumar minha malinha. — ela diz e dou risada.
Fechamos o esconderijo e fomos indo de volta pra cima, antes de Monalisa abrir a porta para sair, ela parou e me olhou.
— Droga! — digo já sabendo que eles estão aqui.
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Atualizado até capítulo 48
Comments
Maria Sena
Olha que vai ser difícil de pegar esse cara, se ele está sempre a frente deles, sabe todos os passos, aonde vai, com quem fala. Vai ser bem difícil.
2024-11-22
0
Fatima Vieira
maravilhoso
2024-12-18
0
Andressa Silva
maravilha 😍😍😍
2024-05-01
3