Capítulo Treze

Barbara

Ver novamente minha amiga e ainda entrar em ação com ela era sinceramente incrível, senti falta demais dela e das nossas missões.

Depois de tudo que aconteceu acabamos chegando na mansão, entramos e logo fui com ela para o escritório do meu pai.

— Amor fica aqui, vou falar com meu pai. — Digo e Vitor apenas concorda.

Dou dois toques na porta e ele me manda entrar, assim que vê Monalisa encara nós duas.

— Quanto tempo Monalisa. — ele diz se levantando e comprimentando a mesma.

— Saudades de você, Tio Francesco. — Ela diz e ele abre um sorriso.

— O'que aconteceu pra você aparecer assim do nada? — ele se senta novamente.

— Monalisa me ajudou a rastrear Marino, e ainda viu que ele está na minha cola conseguindo verificar o banco de localização deles. — digo e ele me encara.

— Imagina que iria fazer isso, deixa eu adivinhar ela está aqui pra ficar, porque invadiram a casa dela? — Ele diz e ela da risada.

— O senhor é ótimo pra descobrir as coisas. — Ela ri. — eu disse pra ela que não queria vir, mas como invadiram a minha casa era melhor não ficar lá.

— Fica tranquila Monalisa, pode ficar a vontade, daqui a pouco vamos para o quartel e você pode ajudar a equipe de Stefanno. — Ele diz e nós duas reviramos os olhos. — Não comecem, o foco aqui é um só, achar as crianças e Elena e matar Marino, então parem de ficar de briga com ele.

— Parece que o senhor se esqueceu das merdas que ele fez né. — Digo já nervosa. — Mas tudo bem pai, vou apoiar você, porque quero minha família a salvo.

Não dou nem tempo de ele responder e saio, Monalisa vem correndo atrás de mim.

— Que climão, mas fica tranquila amiga, ele não vai fazer nada com aquele seu marido enorme. — Ela diz e eu dou risada.

— Se ele tentar mato ele, eu mesma. — Digo e dou uma piscadinha pra ela.

— Não duvido minha querida, agora aonde e meu quarto, quero guardar essas coisas pesadas.

— Vou te levar lá.

Subimos as escadas e deixei ela em um quarto próximo ao meu, não queria ela perto de Stefanno.

Depois que deixei ela fui para o meu quarto, tirei meu vestido e entrei pra tomar banho, fiquei relaxando um tempo e logo me sequei e sai.

Quando abro a porta do quarto levo um susto.

— A mais Bella como sempre meu amor. — Stefano fala sentado na minha cama.

— Stefanno por favor sai daqui. — Digo nervosa.

— Estava com saudades Minha linda, e sei que você também estava. — ele diz se levantando da cama e começando a se aproximar de mim.

— Já mandei sair do meu quarto, eu vou gritar. — Digo e ele da risada.

— Quero fazer você gritar de prazer minha Bella. — Ele fala e chega mais perto.

— Eu te avisei. — digo pegando a arma que estava ao meu lado em uma cômoda e apontando pra ele.

— Brava como sempre, e por isso que te amo Barbara.

— Já mandei sair. — digo e ele continua parado me olhando.

Quando ele ia responder Vitor entra no quarto.

— Que porra se tá fazendo aqui, seu filho da puta. — ele diz furioso.

— Vim dar um oi a minha Bella. — Diz e se vira indo em direção a porta. — Até mais.

— Vitor não. — Digo para ele, pois sabia que ele ia voar na cara de Stefanno.

Ele sai do quarto e Vitor entra e bate a porta com tudo e tranca.

— Não vou conseguir Barbara, esse cara me tira do sério. — Ele diz furioso.

— Eu sei amor, quase matei ele agora mesmo. — Digo indo até ele.

— Porra não vai dar certo isso não, já tô puto. — ele diz e eu me sento ao seu lado. — Só quero encontrar as crianças logo, sinto falta dos meus bebês e da minha mãe.

— Eu sei amor, mas Jajá eles estão aqui.

— Vou descer e tomar uma dose de whisky, se não fico louco, sem falar que preciso fumar urgente. — ele diz e eu dou risada.

— Vai lá meu amor. — Digo dando um beijo nele.

Ele se levanta e sai pela porta, assim que saí aproveito e tranco. Quando estou indo até a minha mala ouço meu celular tocar, e é um número desconhecido.

Ligação On

— Oiê minha querida.

— Oque você quer?

— Quero marcar nossa troca

— Pode falar.

— Daqui três dias quero que vá até o restaurante La Sapore. E melhor não tentar nada Barbara, não vou ter piedade de matar seus filhos. Chegue às 23h.

— Ótimo.

Ligação Off

Merda, ele adiantou, mas tudo bem, minha família é o'que importa.

Coloquei uma roupa confortável e saí do quarto, fui para a parte de baixo e eles me esperavam para ir para o quartel.

— Tá tudo bem amor ? — Vitor pergunta.

— Tá sim amor. — Tento disfarçar.

Saímos de carro e logo estávamos no quartel, alguns foram treinar, a equipe do Stefanno junto com a Monalisa foram rastrear novamente Marino.

Assim que chegamos, meu pai chamou Vitor e Matteo e eu nem liguei, minha cabeça tava um turbilhão.

Fui até uma área de treino vazia, e comecei a bater em um saco que havia lá. Nunca senti medo na minha vida, mas agora eu sentia medo de dar errado e eu perder meus filhos. Eu teria que tomar cuidado, sabia que meu pai, Matteo e Vitor sabiam de algo, estava na cara deles.

Será mesmo que eu precisava me entregar para ele dessa forma, precisava bolar um plano e já tinha um em mente, precisava fazer algumas ligações.

Parei de treinar um pouco e me sentei, peguei meu celular e verifiquei se não tinha ninguém por perto e fiz três ligações rápidas, fui andando até um dos escritórios do quartel, abri a porta e não havia ninguém, escrevi um email com tudo o'que precisava e enviei para quatro destinatários.

A troca seria um sucesso, mas a ação iria começar depois dela. Só espero que tudo dê certo.

Apaguei todos os meus rastros do computador e quando estava saindo da sala dei de cara com Vitor.

— Estava te procurando amor. — ele diz

— Estava resolvendo umas coisas.

— Quer conversar ? — ele pergunta dando um selinho em meus lábios.

— Tô de boa amor, vocês já terminaram a reunião de vocês ? — pergunto e ele me encara.

— Já sim, seu pai só queria falar sobre algumas informações sobre Marino.

Ele estava mentindo, eu sabia, os três estavam, tinha que tomar muito cuidado ou seria pega.

— Vamos treinar então. — digo voltando para onde estava.

Eu e ele começamos a treinar, Vitor era forte e lutava bem, e claro que estava melhorando por conta dos nossos treinos.

Gostava de passar um tempo assim com ele pra descontrair um pouco.

Ficamos lá quase duas horas, até que o cansaço bateu e eu só queria um banho.

— Quer tomar um banho comigo aqui? Tem roupa pra gente e o chuveiro é uma delícia. — Falo dando risada.

— Com toda certeza eu aceito, ainda mais com você juntinho. — ele diz me puxando pra um beijo.

— Vamos logo amor. — digo abrindo um sorriso e puxando ele.

Entramos em um dos chuveiros e por incrível que pareça só tinha nós dois, tiramos a roupa e entramos.

— Caraca é gostoso mesmo. — Vitor fala se molhando.

— Ele ficou ainda mais gostoso quando tem você. — Digo com cara de safada.

— Barbara….Barbara… Não me provoca. — ele fala e eu dou risada.

Ele levanta a cabeça pra cima em baixo da água e aproveito e me ajoelho na sua frente, fico de cara com seu membro, o pego com a mão e Vitor se assusta, quando menos espera o coloco na boca e começo meu trabalho.

— Porra……amor….vou….goz…— ele nem terminou e senti um jato em minha garganta.

Me levantei limpando a boca e ele já me puxou com tudo pra perto dele, começamos a nos beijar com vontade, Vitor me ergueu em seu colo e logo me penetrou, segurando minhas coxas com força me erguia um pouco e começava com movimentos rápidos, estava agarrada em seu pescoço, e a cada estocada forte gemia no seu ouvido.

Depois de um tempo chegamos ao nosso limite.

— E melhor a gente sair agora, ou vamos ficar aqui até amanhã. — Ele diz beijando meu pescoço.

— Verdade. — Digo rindo.

Nos secamos e saímos, pegamos umas roupas que haviam e fomos para o escritório do meu pai.

Assim que entramos ele estava conversando com Stefanno.

— Minha filha, estávamos querendo falar com você e o Vitor. — ele diz e eu me sento na cadeira e Vitor fica atrás de mim.

— Com a ajuda da sua amiga, conseguimos rastrear o Marino, ele está em Palermo ainda, então vamos mandar uma equipe lá para tentar algo. — Diz Stefanno.

— Ótimo quando partimos ? — pergunto.

— Queríamos que ficasse Barbara, Marino está na sua cola, pode te rastrear e acabar com toda a missão. — Diz Stefanno me encarando.

Realmente eles tinham razão, me doía o coração mais teria que aceitar não ir nesta missão, iria ficar em casa e esperar.

— Tudo bem, mas vou estar no quartel, vendo a missão, e escutando tudo, não estarei lá mas vou participar. Era só isso ? — Pergunto e os três me encaram.

— Sim minha filha. — Meu pai fala.

— Ótimo, vou para mansão, Vitor vai comigo amor? — Me levanto já para sair.

— Precisa de mim aqui Francesco? — Ele pergunta ao meu pai.

— Preciso sim, mas é coisa rápida, depois te libero.

— Vou indo então amor, nos encontramos em casa. — Digo dando um beijo nele e saindo.

Saio do escritório e vou direto pra fora, quando ia sair vejo Monalisa vindo até mim.

— Você tem certeza daquilo que me mandou? — ela pergunta curiosa.

— Sim, confio em vocês e sei que darão conta.

— Com certeza vamos, tô doida pra ver as meninas de novo. — ela diz e apenas sorrimos.

Pegamos o carro e fomos direto pra mansão.

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Comments

Maria Sena

Maria Sena

E vamos às apostas meninas, quem vocês acha que vai salvar a Elena e os bebês e matar o vadio? EU digo que é a Bárbara e as meninas. E vocês hem?

2024-11-22

0

Fatima Vieira

Fatima Vieira

tomara q dê tudo certo

2024-12-18

0

Andressa Silva

Andressa Silva

quero ver tiro porrada e bomba

2024-05-01

5

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