Escorpião
Acordei pela manhã, sentindo muito calor. Me levantei da cama, entrei direto no banheiro do meu quarto, tomando um banho gelado pra me refrescar.
Sai do banheiro, com uma toalha na cintura, fui ate o meu closet. Lá, coloquei uma cueca bóxer, uma bermuda jeans, o meu kenner, uma corrente de ouro, peguei uma camisa, joguei sobre o ombro, e coloquei o meu boné. Passei desodorante e perfume, porque o pai é gato, mas também é cheiroso.
Sai do quarto, sentindo um cheiro bom de comida sendo feita. Desci as escadas, e fui ate a cozinha, dona Regina estava de costas, concentrada em cortar bacon, Bola e Lagarto estavam sentados conversando, enquanto tomavam café.
— e aí, caralh*. Minha casa virou padaria?
Fui ate a dona Regina, dando um abraço de lado nela. Me sentei no meu lugar.
— ain mãe, olha como ele me trata, eu to cansada dessa humilhação — Bola fala imitando mulher, fazendo a mãe rir
— Toma jeito, Cristian — ela fala, ainda rindo.
— Esse ai gosta de um negócio diferente, tia — falo, fazendo ela e o Lagarto rirem
— Sai dai, parceiro, gosto de nada diferente não. Ta me tirando? — ele fala, meio bolado
— Ae, patrão, nois vai tudo almoçar aqui hoje. A tia vai logo fazer uma fejuca pra nois. — Lagarto fala, ignorando o Bola.
— Só vou deixar, porque a tia manda muito na feijoada.
Falo, começando a comer.
Terminamos o nosso café da manhã, saímos os três pra subir pra boca, cada um na sua moto.
A manhã passou rápido, logo estávamos em casa, pra comer com a tia.
Depois do almoço, subi pro meu quarto, deitei com o travesseiro no chão, e dormi.
Acordei mais de oito da noite, me levantei, todo suado, se louco, calor da porra.
Fui pro banheiro, tomei um banho rápido, vesti uma bermuda preta, camisa preta, e o meu kenner. Coloquei uma corrente de ouro, passei o meu perfume e sai do quarto. Fui pra garagem, peguei a minha moto, subi vazado.
Cheguei na boca. Tava tudo os vapor trocando ideia com as putas.
Entrei na minha sala, fiquei fazendo a contabilidade ate quase meia-noite, quando o meu rádio tocou.
— Patrão — ouvi a voz do PK pelo rádio
— Da o papo. — respondi, atento. Ele tava na segurança de uma mina que o parceiro WL deixou aqui com a família, sobe os meus cuidados.
— Tão atrás da minha, patrão. Uns maluco numa van tão tentando levar ela. — Ele fala, eu já me levanto, pegando o meu fuzil, e a chave da minha moto.
— Já mete bala aí, parceiro. To encostando aí com os muleque. Não deixa eles levar a mina. Tu e o menor tão na responsa dela.
Coloco o rádio na cintura, chamo o Bola, deixo ele na responsa do morro. Saio do morro com o Lagarto, mais 10 vapor dos mais treinados. Bora resgatar essa mina.
Chegamos no local em tempo recorde, ja acionei meu parceiro WL pra mandar o papo.
Meus muleque já começaram na trocação nervosa. Quando eu vi a mina de longe, com um maluco segurando ela pelo pescoço. Me aproximei sem deixar ele me ver, meti bala.
A mina caiu no chão com tudo. Olhei pros lados e os cara já tava tudo morto, e os que não tinha morrido, os menor já tava colocando dentro do carro pra levar pra salinha.
Me aproximei da mina. Te mandar a real, mina gostosa. Corpo desenhado, parceiro, um cabelão cacheado, uma boca. Ajudei ela a se levantar, mas dava pra ver que ela tava fraca. Perguntei se ela tava bem, ela so olhou pro lado e desmaiou.
Segurei ela, pra mina não cair. Coloquei ela no chão pra pegar ela no colo, quando a mina começou a convulsionar. Segurei ela, já corri pro carro.
- Bora pro posto, caralh*. A mina ta mal.
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Atualizado até capítulo 83
Comments
Vitoria Barbosa
eita tá tendo provavelmente uma overdose
2024-05-01
0
Chipmunks
Essa história já se tornou meu vício diário! Preciso da minha dose de leitura nova, autora.
2023-09-23
7