Pov Christopher Walker
Atravessei as pesadas portas de madeira do hotel enquanto pensava na promessa que fiz a mim mesmo e estava deixando de lado por Angelique. De não entrar naquele hotel por vontade própria, a menos que fosse chamado pelo Alfa.
Foi naquele momento que percebi o quanto eu estava envenenado por ela, com seus toques sutis e hábitos irritantes.
Essa constatação inflou a minha raiva.
Eu o vi ainda do caminho até a porta da frente, vigiando o terraço de uma pequena guarita que mal o protegia do frio e da neve.
Subi as escadas com passos firmes, passando pelos longos corredores de carpete como uma flecha enfeitiçada. O terraço estava escorregadio, mas não precisei andar muito por ele.
Assim que percebeu minha presença, Blackback saiu de sua guarita com um sorriso de canto e um cigarro pendurado na boca.
- Que surpresa\, Sr...
- Calado – apontei minha carabina de forma acusadora\, ele não teve tempo para reagir\, levantei uma corda da guarita e sem dar tempo de reação enrolei em seus pulsos e pescoço\, o prendendo contra a guarita de pedra.
Ele rosnou, apertei o cano da aema e a corda em seu pescoço, deixando-o naquele limite entre o respirar e o sufocar.
- Não vou estender essa conversa mais que o necessário porque tenho uma esposa para voltar\, então preste muita atenção em minhas palavras.
Me aproximei até ficar a centímetros de seus dentes pontudos e nojentos. Apertei minha arma contra seu pescoço com força e a desci primeiro para o seu ombro, exatamente onde ele havia mordido Angelique.
- Você se acha tão poderoso\, atacando crianças e mulheres frágeis\, você é só um cão ouriçado grudando nas pernas das visitas\, mas eu estou aqui para te dar algo.
Ele rosnou, se debatendo sem conseguir se mexer. Desci a arma bem apertada em sua carne, estourando cada botão do colete que ele usava sob o casaco aberto, pelo tórax e barriga, eu queria que ele sentisse o terror que a ideia de ter seu corpo violado causava, como Angelique deve ter se sentido quando a tocou, quando a mordeu.
- Sua esposa? – ele disse com dificuldade e tentou rir – o gosto dela é delicioso.
- Eu sei que a mordeu\, mas eu posso fazer os bifes mais malpassados\, eles ficam mais suculentos e saborosos\, como ela merece. Posso suportar a agressividade e o comportamento explosivo a fazendo relaxar a cada noite. Mas você...
Desci a arma um pouco mais, até a calça grossa de brim, apertando sua genital, tanto que ouvi o ferro do cano estalar com a pressão, ele fechou os olhos e mostrou os dentes.
- Essa é a sua maldição – atirei\, explodindo as bolas dele com a bala de chumbo\, entrando pelo tecido\, ele ia se recuperar tão lentamente - toda vez que você se excitar com alguém\, não importa se a moça estará louca o suficiente para consentir ou não\, esse membro pútrido entre suas pernas vai doer dessa maneira e quanto mais duro você ficar\, mais a dor vai demorar para ir embora.
Os gritos cessaram aos poucos, mas levei alguns segundos mais olhando para sua agonia antes de me afastar, o mantive preso com as costas nos pulsos e pescoço, ele ficaria ali até a troca de guarda.
“Eu tinha uma esposa para quem voltar.”
Repeti essa frase em pensamento até ela perder o sentido. Eventualmente, ela saberia do que eu fiz, mas não era eu quem ia contar. Talvez ele se mijasse ao passar por ela na rua, lembrando do que eu podia fazer a ele, isso seria interessante.
- Christopher?
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Atualizado até capítulo 138
Comments
Nélida Cardoso
tai gostei ela merece que vc defender ela deste escroto ❤️❤️❤️🥰🥰🥰
2025-03-14
0
Mellika Duarte
gostei do que ele fez
2024-11-10
1
Rosária 234 Fonseca
kkkkk bem feito agora vc sabe quem manda 👿
2023-08-10
6