Estou a caminho da fazenda e meu telefone não para, minha mãe está incomodada e pede que eu atenda, ela está dirigindo por eu estar muito nervosa.
__ Eu não vou atender, aquela mulher me tirou do sério e Calebe deve estar furioso comigo.
Falo com minha mãe e começo a chorar, acho que não haverá mais casamento. Eu perdi a paciência com a sogra, agora Calebe ficará do lado dela e colocará um fim ao nosso sonho de ficarmos juntos.
Estou aos prantos e por coincidência Marina me liga para saber como foi a escolha do vestido. Ela tenta me acalmar, e diz que isso não será problema. Se Calebe me ama, ele vai entender. Como advogada de família ela entende bem de conflitos entre casais.
Chego e vou direto para o meu quarto, tomo um banho e visto um roupão, não pretendo ver ninguém a minha frente, estou triste e apimentada de raiva.
Como meu dia foi péssimo e não tem por onde piorar, ouço um carro chegando na fazenda. Ouço muitas conversas na sala e minha mãe está rodando a baiana com todos. Olho no corredor e vejo a família do noivo ouvindo um esbregue maravilhoso da minha mãe, ela é baiana mansa, mas fica arretada quando mexem com seus filhos:
__ Minha filha vai se casar com o vestido que ela escolher, a senhora pode ter certeza que eu dei educação a ela e se ela lhe faltou com o mesmo é porque a senhora deu motivos.
A mulher está assustada com a baixinha, pois minha mãe tem um metro e meio, é a pessoa mais doce e gentil que você possa conhecer, mas se mexer com suas crias, você pode ter certeza que ela vai virar uma fera.
Fecho a porta e vou olhar uma roupa para vestir, quando ouço a porta do quarto abrindo e logo após sendo trancada, viro-me em direção a porta e meu corpo arrepia, minhas pernas tremem e meu coração acelera.
Calebe vem em minha direção com um ar enigmático, está abrindo sua camisa e desabotoa a calça, põe uma mão em minha cintura e a outra no meu pescoço, me puxa para o seu corpo, me comendo com os olhos diz:
__ Eu te quero agora!
Sinto que é a única maneira de amansar a onça que está dentro de mim e apagar o fogo do meu corpo em brasas.
Em segundos nossos lábios se tocam e sua mão abre meu roupão e afastando minha lingerie, toca minha entrada me fazendo arfar em sua boca:
__ Não faça barulho, vai ser rápido, o tempo suficiente para sua mãe terminar o assunto na sala.
Estamos entregues ao desejo e prazer, em quanto minha mãe acerta os detalhes do casamento com minha sogra, onde minha mãe fala e a sogra engole tudo que está sendo dito. Dizem que meu pai é o coronel, porque não conhecem a minha mãe.
Sinto suas entradas fortes me fazendo relaxar, cada estocada é um prazer a parte, em um gozo excepcional eu me contorço em seu pau que está faminto, esfrego minha intimidade em seu corpo deitado ao chão para não fazermos barulho e chegamos ao limite juntos. Estou a pessoa que sempre fui, calma, mansa e feliz.
Foi tão rápido que os ponteiros do relógio quase não se moveram, estou bamba e mansinha, ele sussurra em meu ouvido:
__ Agora, podemos conversar a respeito do que aconteceu?
Ele pergunta e estou bem mais calma, ninguém nem imagina o quanto. Conto a ele o que aconteceu e ele me apoia em tudo. Diz para eu não bater de frente e no final fazer do meu jeito. Eu sinto que vou superar essa fase ruim e vou acabar sabendo resolver os problemas com a sogra.
Ao final, eu fui para a sala, pedi desculpas a minha sogra por ter sido grossa, ela me desculpou por entre os dentes, para não deixar o clima pior do que já estava. Minha mãe ditou as regras do casamento e ela teve que aceitar, pois meu pai é um poderoso cacaueiro na região e se der alguma coisa errada nesse casamento, meu sogro perderá muitos votos.
Agora eu entendo que para os meus sogros esse casamento é apenas um jogo para angariar votos na região e agradar alguns cabeçudos da política.
Olho ao redor e não vejo Pietra, já imagino onde essa cobrinha deve estar. Para o dia não terminar em uma tragédia pior eu pergunto:
__ Onde está Pietra?
Todos me olham e passam um olhar pela sala a procurando. Dou um sorriso de canto e acho que vou tirar o foco da minha sogra de cima de mim.
Minha mãe entendi o que está acontecendo com apenas um olhar no meu rosto, e diz:
__ Eu a vi entrando no escritório, seu irmão está lá, fazendo exercícios.
Calebe solta minha mão e a busca pelo braço e fala com sua mãe:
__ Acho bom a senhora tomar cuidado com essa menina, o diploma dela pode ser outro daqui alguns dias.
A sogra fica furiosa e se despedem entrando no carro. Eu me dou por satisfeita, além de tirar o foco de mim, eu ainda ganhei um prêmio consolação.
Marina me liga novamente e conto a ela tudo que aconteceu, ela diz que terá uma última audiência de conciliação nos próximos dias e que em breve chegará, as meninas virão antes dela, mas ela não vai demorar a chegar.
Fico mais tranquila e sei que com elas aqui as coisas ficarão mais fáceis...
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Atualizado até capítulo 79
Comments
Fatima Maria
QUASE SAIA ENTRE TAPAS E BEIJOS DE SOGRA E NORA 😅😅😅😅😅😅😅😅 LINDA O CASAMENTO É SEU NÃO DÊ O DIREITO A NINGUÉM PARA TIRAR O SEU GOSTO. DÁ UMA OPINIÃO É UMA COISA E QUERER MANDAR É OUTRA COISA.🤨🤨🤨🤨🤨🤨🤨🤨🤨🤨🤨
2023-10-24
5
Nil
Eita que capítulo, e quero ver como vai ser essa reunião de conciliação 🤣🤣🤣🤣🤣esses dois advogados vai pegar 🔥🔥🔥🔥🔥🔥
2023-06-09
11
Saalem Pontes Braga
eita que capítulo top,amei,gostei demais
2023-04-27
3