Eu não sou do tipo muito social e não faço questão de muita coisa, e muito menos agradar as pessoas, sou fiel aos meus amigos e familiares, mas não gosto de bajulações e puxação de saco. Sou competitivo e gosto de um desafio e quanto mais difícil, mais eu me dedico a ele. Assim eu ganho a vida e faço o meu fardo ficar mais leve. Eu já sofri muito e tenho medo de sofrer novamente. Por isso meus amigos são um grupo pequeno, na verdade são quatro apenas. Eles me ajudaram quando eu precisei, quando perdi meu pai, eles estavam do meu lado e quando eu sofri um acidente de carro, eles cuidaram de mim e quando eu precisei de ombro para chorar eles estavam ali, com uma palavra amiga. São meus irmãos de alma.
Eu tenho trinta e cinco anos e sou advogado de família, um pouco machista, talvez, mas eu gosto de defender clientes do sexo masculino. Eu acho as mulheres oportunistas e aproveitadoras.
Elas falam de igualdade de gênero, direitos iguais e quando é na hora da separação, elas querem ficar com tudo. Depenam os coitados, os deixando a pão e mexerica, fora que tem que pagar pensão pelo resto da vida, como se fosse um carma, por ter se casado com a mulher errada.
Quando foi que eu fiquei assim? Não é difícil de saber...
Quando eu fui largado pela minha esposa com apenas dois anos de casados e tive que vender a casa, o carro,os móveis e lutar pela guarda de uma gata siamês traidora que não ficou no meu apartamento e fugiu.
Eu ainda pago boletos do casamento até hoje, de uma viagem de lua de mel a seis anos atrás. E ela já está casada com outro e tem dois filhos. E desse fatídico dia só restou transtornos e dores de cabeça.
A gente não nasce medíocre, nos tornamos conforme a vida vai nos lapidando. Eu não levo mais ninguém a sério, quero distância de compromisso e mulheres que acham que sabem de tudo, e das santas e mansinhas eu quero distância, essas são as piores, elas depenam os homens até as bolas.
Mulher para mim é como fast food, prepara na hora, come e acabou. Não precisa repetir, cada hora é um lanche novo.
Estou no meu escritório, depois do almoço, já tive duas audiências de reconciliação e estou esgotado com tantos problemas dos outros.
Minha cliente entra na sala, toda cheia de Molejos, está triste e abatida, mas sua roupa é de quem está indo para a caça, ela é linda e está abalada porque seu ex marido não quer aumentar sua pensão, veio me pedir para eu conversar com ele e tentar entrar em um acordo. Não sei o que passa na cabeça dela e não arruma um emprego, não tem filhos e já ficou com a casa, o carro e uma pensão.
A olho tentando compreender os fatos e a mesma dá uma cruzada de pernas que me faz afrouxar o nó da gravata. Eu a entrego um lenço e encosto na mesa a sua frente escutando suas lamúrias, e a safada, com uma saia justa e curta, abre lentamente as pernas e aí eu me lembro do porque de não gosto de trabalhar com mulheres, elas nos convence pelos métodos mais antigos e obsoletos.
Eu fico um pouco ofegante e minha voz um pouco rouca, pois meu amigo já está latejando e já não penso com a cabeça de cima.
Dou a volta pela mesa e sento-me em minha cadeira, buscando um pouco da sanidade que me resta e a vejo se levantando e vindo em minha direção. Ela se senta a minha frente com uma pequena abertura entre as pernas e como um ímã atrai minha mão por entre a sua coxa e sinto sua amiga encharcada e salivando. Ela me puxa pela gravata e eu esqueço onde estou e curo sua tristeza em poucos minutos. Dando a ela o que está procurando. São estocadas para ouvir em todo escritório, minha sorte é que minha secretária está de folga. A possuo como um selvagem, e quando lembro que ela está fazendo isso para se vingar do esposo que a traiu, eu vou com mais força e batendo em suas nádegas ela geme, chora e pede mais. Seu corpo se contorce no meu pau e eu esporro dentro da camisinha que enche de gozo. Termino com mais dois coitos violentos e ela está toda bamba.
O meu telefone toca e vejo na tela o nome de Calebe, eu tenho que atender, é meu amigo e anda sumido.
Atendo o telefone e ao mesmo tempo peço que a mulher junte suas coisas e vá se arrumar no banheiro. Ela sai segurando suas roupas e vejo as marcas das minhas mãos em seu traseiro branco. Dou uma risada sem vergonha e lembro do que acabei de fazer.
Eu nem queria, mas o banquete estava farto e não posso esbanjar. Era isso ou seria chamado de frouxo.
Em conversa com Calebe eu me sinto lisonjeado por ter sido convidado a ser padrinho do seu casamento. Faço votos que dure por muitos anos e se ele precisar eu faço seu divórcio de graça.
Será uma boa ideia, um mês de férias na Bahia, se eu pudesse iria hoje, para não perder tempo e aproveitar bastante o lugar que eu mais amo depois de São Paulo.
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Atualizado até capítulo 79
Comments
Adriana
kkk deve ser tão chato que nem a data aguentou!
2024-09-23
2
Grace 🌻🌷
😤😤😤😤
2024-08-20
0
Grace 🌻🌷
Por que ❓Vês a tua mãe dessa forma⁉️
Para quem é fiel a família, espero que não tenha mulheres nela.😒
2024-08-20
2