- Se levante\, você é um príncipe não um oficial. – Ordenou o rei se sentindo irritado por vê-lo tendo aquele comportamento\, que não era comum para um príncipe.
- Desculpe meu rei\, mas sou apenas o general\, um oficial do rei. - Percebendo que o rapaz não iria se levantar ele concluiu sua caminhada e ajudou ele a ficar de pé\, olhou para a rapaz e viu que ele havia crescido muito e se tornou um belo e forte príncipe.
— Quando chegou? - O rei perguntou retornando para seu lugar.
- Acabei de retornar para a província e resolve ir caçar\, mas não sou digno de tal sorte como o príncipe que possuem habilidades inigualáveis. Tenho que agradecê-lo por acertar um javali de tão longe. – O rei que ouvia aquilo em silêncio\, não estava contente por ter seus dois filhos na floresta caçando\, mas como já haviam matado um dos animais ele estava grato.
Mas o que procedeu deixou o rei irritado pois não esperava que seu terceiro filho agiria desta forma e lhe entregaria um pedaço da flecha que atingiu o animal.
- Espero que o senhor agradeça o príncipe apropriadamente\, já que não mereço ter mérito por algo que não foi conquistado por meu mérito. – Dito isso o homem se curvou novamente e abaixou a cabeça\, o que ele não sabia era que seu comportamento distante era um exagero se comporta como um simples oficial quando na verdade ele era um príncipe.
- Não seria mais facial apenas agradecer você que também é um príncipe? – O rei foi indiferente e não pegou o pedaço de madeira que continha o emblema do príncipe herdeiro e isso fez ele apenas se relembra do passado quando ele estava envolvido em uma briga com o príncipe herdeiro e ele acabou enviado o mais novo para a morte.
- Acho que os anos que ficou na guerra não mudou sua forma de agir com seu irmão. – O rei andou para seu acento e sentou-se olhando agora de maneira indiferente para o filho que estava diante de seus olhos após tantos anos.
- Você era o único príncipe na floresta\, acha mesmo que irei aceitar um lixo com este e incriminar o príncipe herdeiro devido a sua vingança com ele? – O homem deu uma risada sarcástica\, o que desencadeou um sentimento ruim no general que estava se controlando para não falar nada errado e nem mesmo ofender ninguém do palácio.
O rei esperava que ele falace alguma coisa e decidiu que beberia uma xícara de chá até que ele estivesse disposto a falar algo em sua defesa, porém nada aconteceu e isso apenas fez ele falar algo para o homem reagir.
- Eu já preparei seu casamento\, as princesas virão para sua festa de aniversário e fará uma apresentação e outras que sua grande mãe irá selecionar a dedo. – Ele explicou. – Além disso também terá algumas jovens que viram para sua festa de aniversário e você poderá escolhê-las como concubina\, ao menos uma das que sua mãe a rainha escolher você terá que levar consigo.
- Meu rei\, não tenho a intensão… – O homem não o deixou terminar sua frase.
- O príncipe legítimo se casou com sua primeira esposa quando tinha apenas dezoito anos e você já está passando da hora de ter sua primeira esposa ou uma concubina. - O rei foi firme ao falar com o filho que ficou em silêncio.
- Irei me casar com quem o senhor acha adequada a ser minha esposa. – O rapaz falou e se curvou.
- Estou lhe presenteando antes do casamento com a mansão na vila dois\, ao ficar próxima do quartel de treinamento e do palácio. – O homem fez um sinal para que seu servo pessoal entregasse o documento da propriedade.
- Muito obrigado\, meu rei. – Rei dispensou o filho e ao vê-lo saindo de seu campo de visão ficou preocupado e perguntou a seu conselheiro.
- Você acha que ele me perdoará algum dia por tê-lo enviado ao exército tão jovem? - O homem estava procurando suas palavras para não ser tão esclarecedor expondo seus pensamentos.
- O senhor fez o que deveria na época. Ele te perdoará quando entender que o senhor agiu no momento\, mas se arrependeu posteriormente. - Descobrindo ou não todos acreditavam que ele não gostava do filho e até mesmo ele acreditou por um tempo\, somente mudou este pensamento quando viu que cometeu um erro e seus filhos mais velhos não tinham tanto talento para governar a província.
O rei se recordava em como a terceira concubina sofreu muito na época, quando teve seu filho tirado dela e enviado para a guerra e depois com a notícia de sua morte ela tentou se manter firme, mas muitos comentários surgiram e ela acabou não lidando bem com eles e preferiu ficar reclusa em seu jardim, não sendo visitado nem pelo rei após a falsa morte do terceiro príncipe.
- Ele e sua mãe sofreu muito por causa disto. – O rei falou com o conselheiro que ficou em silêncio e acabou propondo algo.
- Porque não aproveita e vai visitar a terceira concubina\, ela ficará contente e é bom para calar a boca dos outros que dizem que vossa majestade está punindo-a por ser de uma família pobre. – Sugeriu o conselheiro do rei. Aquele homem poderia dar os melhores conselhos para o rei\, mas ele não\, era alguém que poderiam brincar com ele\, o homem tinha uma aparência magra\, não tinha cabelos e usava uma roupa de cor laranja com azul\, sendo uma calça branca e uma blusa longa que cobria metade da calça de cor laranja e um lenço em sua cabeça d cor preta.
- Mande avisá-la que irei jantar em seu jardim esta noite. - O rei falou com o homem que estava ao seu lado e então ele se retirou\, com a intenção de avisar a concubina\, tendo sido acompanhado de dois servos até o jardim boemia\, entregou a mensagem para a mulher que parecia desacreditada\, porém em silêncio.
- Obrigada\, irei preparar uma refeição dignar de vossa alteza. – O conselheiro saiu deixando a mulher sozinha.
Sua serva pessoal vendo que o homem estava longe, olhou para sua senhora, ao ver que ela não estava se importando com a mensagem já que ela havia retornado para a mesa e desenhava algo com muito cuidado.
- Minha senhora o que vamos fazer para o jantar? A senhora não recebe sua mesada a meses e nem temos servos suficientes para cuidar do nosso jardim. – A serva da concubina estava preocupada\, pois se o rei visse que ela não havia recebido nada há muito tempo e só não passava fome porque vendia suas joias e propriedades do dote que recebeu.
- Você acha que ele se importa em como estou vivendo? Ele não se incomodaria com uma concubina sem dignidade como eu. – A mulher se referia seu passado\, ela não tinha o que admirar do seu passado principalmente porque vinha de uma família pobre e ela se apaixonou pelo rei que na época era um príncipe\, seus anos de casada sempre foi para agradá-lo\, mas quanto mais esposas ele tinha menos ele dava atenção a elas e isso incluía ela\, depois ele escolheu uma delas para ser a esposa real e tudo isso causou uma intrigar que quase levou algumas\, a morte.
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Atualizado até capítulo 64
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