Capítulo 7

Carlota: Olha tem uma barraca bem ali, vamos até lá.

Irene viu uma barraca de frutas e foi até lá em busca de ajuda para chegar no endereço. Ao se aproximar, Irene viu que era uma senhora com uma certa idade, ela estava sentada em um tamborete enquanto observava os transeuntes indo e vindo e direções opostos enquanto aguardava alguém ir até sua barraca comprar algumas frutas.

A senhora de idade ao ver as irmãs Vallín se aproximar de sua barraca se levantou rapidamente e deu um sorriso, mostrando ser simpatia já que as duas jovens poderiam esta interessada em sua mercadoria.

Vendedora: Bom dia, jovens, gostaria de compra algumas frutas suculentas e doce igual a mel?

A senhora perguntou vendo que as duas jovens pararam em sua barraca.

Carlota e Irene: Bom dia.

Irene: Eu gostaria de pedir uma informação, sobre como chegar neste endereço. - Irene falou já que ela estava com o pedaço de papel em mãos. Ela entrega o papel a mulher que ficou olhando com dúvida, porém antes de falar ela olhou novamente para as irmãs e perguntou.

Vendedora: Desculpa, mas o que duas damas tão jovens vão fazer em um lugar como aquele?

A velha perguntou curiosa, aquele lugar era uma casa de bebida onde muitas mulheres jovens dançavam e fazia companhia para os homens, não era u lugar vulgar onde as mulheres dormiam com os homens, mas ainda assim era difícil para a maioria aceitar, comportamento nada recatado e casto como as mulheres deveriam agir.

Irene: Trabalharemos lá.

Ao receber a resposta de uma das jovens, a velha ensinou o caminho e antes de devolver o papel olhou para elas da cabeça aos pés, balançando a cabeça negativamente.

Vendo com a velha ficou indiferente e com um olhar julgamento, Irene ficou triste e rapidamente agradeceu por ela ter lhes dito a direção e se afastou da senhora, notando o descontentamento dela apenas por saber onde as jovens iriam trabalhar, como se isso fosse improprio e uma afronta aos costumes antigos e as regras do rei.

“A vida não está fácil para ninguém ultimamente.’’ A velha pensou vendo que as irmãs saíram indo pela direção que ela instruiu, depois voltou para sua antiga posição sentada em seu assento ficando lá olhando os transeuntes que passavam uns despreocupados e outros cheios de aflições e medos. Era um mundo caótico e difícil para todos ultimamente.

Carlota seguia Irene que parecia não ter nenhuma dificuldade em seguir o caminho diante de tantas pessoas que havia na rua, dificultando elas caminharem tranquilamente na rua. Por sorte a casa de bebida não foi tão difícil de encontrar como pensou inicialmente. Vendo como o lugar era do lado externo elas ficaram admiradas porque não era uma simples casa de bebida, tudo parecia ter feito com muita dificuldade e trabalho árdua os artesãos na escultura das paredes com desenhos únicos e bem elaborados, todavia ainda era difícil acreditar que era realmente o lugar do endereço, já que elas pensaram que seria um lugar completamente simples.

Irene: Será que este é o lugar certo?

Irene se questionou, conferindo mais uma vez o papel em suas mãos, apenas para ter a confirmação que o número da construção estava correto.

Carlota: Acho que estamos no lugar certo, mas parece muito chique para uma casa de bebidas.

Irene: Acho que vamos ter que nos esforçar muito enquanto tivemos aqui, além disso, não esqueça de se manter longe de mim e não interferir no meu trabalho ou envolver-me em suas brigas.

Irene não queria ter seu brilho ofuscado por sua irmã mais nova na qual ela achava que era uma beleza sem precedente e ela não queria arriscar, pois esta era sua única chance de ter um futuro digno e quando isso se realizasse ela daria um jeito em sua irmã para que ela pudesse brilha assim como ela.

Irene após tentar se afastar de sua irmã entrou no local para poder conversar com a proprietária, mas antes ela olhou para Carlota que continuava no mesmo local eu ela havia deixado a alguns minutos atrás.

Irene: Carlota você planeja ficar parada aí igual uma estátua?

Irene foi grosseira em seu modo de falar, deixando a jovem cabisbaixa e logo se apresou a correr em direção a mais velha que lhe aguardava na entrada da casa de bebida.

Carlota: Irene, você está agindo de maneira singular após chegamos aqui.

Carlota ao se aproximar de sua irmã falou, porém, Irene não se importou já que sabia que estava mesmo fazendo isso.

Sem se importa com a irmã, Irene entrou no estabelecimento e ficou sem reação, era mais lindo do que do lado de fora, bem não era tão lindo assim o local, mas para elas que vieram de um lugar pobre e que dificilmente tinha o dinheiro para comprar algo para se alimentar, aquele lugar podia ser considerado um palácio.

Carlota estava do lado de fora, entrou acompanhando sua irmã e teve a mesma reação que ela, porém não demonstrou, pois ela estava chateada com sua irmã por estar agindo daquela forma a distanciando.

Ao olhar o local do lado interno notou, como era bem-organizado o salão, do lado esquerdo tinha algumas mesas com almofadas para os clientes se sentarem no chão, do outro lado mais mesas e um palco bem elaborado. Havia uma escada no centro, e havia um corredor, que era formado devido à distribuição de mesa.

No andar superior havia salas e quartos de lados opostos onde homens com muito dinheiro ou que queriam manter o sigilo de sua presença no local. Eles podiam ficar com seus convidados ou com mulheres de seu agrado, para conversarem e fazer companhia enquanto eles bebiam mais e mais até não aguentar ficar de pé ou decidirem ir embora.

As irmãs Vallín estavam paradas olhando para os lados a procura de algum funcionário. Vendo que uma mulher descia as escadas, elas a olharam em silêncio até que ela se aproximasse o suficiente para que pudessem falar alguma coisa.

??: Bom dia! Vocês devem ser as irmãs Vallín.

A mulher falou com as irmãs, que olharam para ela.

Irene: Bom dia, somos sim.

Irene falou com a mulher que deu um sorriso amigável.

??: O senhor Salle está esperando vocês. Podem me acompanha.

As duas jovens seguiram a mulher que as levou para o segundo andar em uma sala no final do corredor.

Ao chegar na sala, a mulher esboçou um sorriso e deu duas batidas de leve na porta, esperou que o homem autorizasse a entrada.

Sr. Salle: Entre.

Ele disse então a mulher abriu a porta revelando o que havia dentro.

Ao entrar no escritório, as duas irmãs viram que havia algumas pinturas de paisagens e outras de poesia nas paredes, no centro uma mesa e ele sentado em sua cadeira com os pés em cima da mesa que continha muitos papéis pintados com frases não terminada. Não havia muita coisa, apenas o velho e uma mulher que surgiu do outro lado observando as irmãs.

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