Capítulo 3

Irene: Até que fim, vamos logo.

Irene estava pronta para sair de casa e começa seu sonho trabalhando onde lhe daria a chance de ser conhecida por seus talentos, mas o que deixava todos preocupados era se Irene conseguiria se casar após seu marido descobrir que ela queria ser tornar famosa e cantar para os outros assim como dançar, apesar destas dúvidas que a mãe e o pai dela tinha a mulher não se importava já que antes de se tornar noiva de um desconhecido ela sempre desejou realizar seu sonho.

Ao saírem da casa e começarem a caminhar em direção ao local onde pegaria o único meio de transporte existente, Carlota ficava pensando em como seria quando tivesse a idade de sua irmã, pois agora ela só tinha quinze anos e nem mesmo poderia trabalhar, por sorte seus pais conseguiram este trabalho escondido dos oficiais do rei.

Irene por sua vez estava alegre por não trabalhar mais vendendo frutas e legumes que ela e a irmã cultivava no quintal de casa, o que não era muito mais ajudava nos impostos que eles pagavam na troca de estação. Agora sua vida mudaria de maneira que ela não poderia explicar como aconteceu e um pensamento lhe veio à mente, que se ela fosse tão boa quanto imaginava ser, poderia ser escolhida para ir ao palácio e quem sabe se tornar uma dançarina do rei tendo todo o luxo e privilégios que sonhava, mas isso não passava de sonho já que o destino que iria lhe guiar para um futuro incerto cheio de dúvidas e escolhas.

Carlota: A benção pai.

Carlota pediu a benção mesmo após ter se lembrado que esquecerá quando o viu na porta de casa a minutos atrás, ele por sua vez apenas olhou a menina e lhe abençoou continuando a andar sem demonstrar o que realmente sentia.

O homem estava triste, pois não era apenas uma filha que estava saindo de casa mais as duas iriam trabalhar em uma casa de bebida, uma dançando e cantado enquanto a outra ficária fora da vista dos oficiais do rei, ele e sua esposa eram pobres e não teve condição de enviá-las para uma escola e quem sabe ter um destino diferente do seu, mas o que ele podia fazer agora era encontrar um bom casamento para Irene que já tinha vinte anos e já estava velha para se casar, o que tornaria um pouco complicado as coisas, mas ele daria um jeito.

Carlota: Pai onde trabalharei?

Carlota perguntou ao homem que parecia estar pensando no que falaria.

Pai: Você trabalhará com sua irmã no mesmo local. – Após dizer isso, ele olhou para as duas filhas que se entre olharam e não gostando do que o pai acabou de falar.

Carlota e Irene: Por quê?

As duas perguntou no mesmo instante. Irene estava furiosa por ter uma irmã como Carlota, ela não desejava trabalhar no mesmo lugar que sua irmã caçula, porque ela iria lhe atrapalhar como sempre, se intrometendo onde não era chamada.

O que ninguém sabia era que apesar de amar sua irmã inicialmente após elas crescerem, Irene começou a odiá-la porque Carlota era melhor do que ela em algumas coisas, além disso, a jovem tinha apenas quinze anos e sua beleza era inigualável, tendo a pele branca mesmo tomando sol enquanto trabalhava na horta, seus cabelos eram grandes e seus olhos tinha um brilho selvagem que encantavam quando ela estava em uma dança.

Irene tinha uma beleza comum, porém seus olhos eram iguais de sua mãe sendo esverdeados, o que atraia muito quando ela pintava seus cabelos com maquiagem ao contrário dos de Carlota.

Seus cabelos eram loiros e sua pele um pouco amarelada, ela era a cópia de sua mãe enquanto sua irmã era como seu pai.

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