CAPITULO VII: O ESPIÃO

CAPITULO VII

arco II (confronto)

Todas as noites Léia faz uma ronda pela vila só que dessa vez tinha algo estranho acontecendo, Léia percebeu que tinha alguém observando o vilarejo.

Porém ela prefere seguir a ronda enquanto observa o homem que estava nos espionando, ela passa a prestar atenção em sua forma de agir.

Ele olhava para as casa com um certo desdém e com ar de superioridade, sinceramente isso me afeta.

Léia percebeu que o olhar dele para casa de Lia e Mattias era de ódio, como se senti-se raiva dos dois mesmo não os conhecendo.

Quando ele estava saindo ela decide atacar, ergue seu braço e começa a ativar uma conjuração (é como as ordens só que usa pontos de alma), cristais de gelo começam a surgir próximo a sua mão.

Quando o espião percebe o que estava acontecendo já era tarde demais, seu corpo foi coberto por gelo bloqueando seus movimentos.

Todos nós reunimos em minha casa para entender o que estava acontecendo.

- Achei esse maldito kardir do deserto nos espionando - diz Léia.

- Se estão nos espionando é por que pretendem atacar - digo.

- Não podemos ouvir o que ele tem a dizer pelo menos - fala Lia.

Léia aponta sua espada para ele e pede para ele falar.

Ele tem uma pele parda, seus olhos são verdes assim como os meus e os de Lucia, seu cabelo é preto como o meu porém diferente de mim ele tem um cabelo longo, por último suas escamas são laranja, ele tinha um semblante assustador como o de alguém que em algum momento cometeria um crime absurdo e não sentiria o mínimo de remorso por isso.

- Vocês deveriam me tratar melhor não acham - diz ele com uma cara de deboche.

- Anda fala por que você está aqui - diz Léia com raiva.

- Alguns kairas de um dos nossos vilarejo disseram sobre esse lugar - ele diz - nós só queríamos saber se essa vila de vocês tinha utilidade para gente.

- Infelizmente esse lugar não serve para nada, há apenas casas de campo e uma hortinha de druidas eu terei que falar ao meus superiores que esse lugar é inútil - diz ele - na verdade talvez esses druidas possam servir de algo, como escravos quem sabe.

Léia da um tapa em seu rosto e aponta a espada para esse maldito.

- retire o que disse - fala Léia brava.

- maldita, vou fazer questão de matar um por um - diz o maldito.

Crek

O símbolo em seu peito que dizia 4/4 agora se torna 3/4. O gelo começa a se quebrar e antes que pudéssemos reagir ele. nós ataca com uma explosão de fogo.

- Isso vai acabar bem rápido - ele fala.

Léia o ataca tentando aplicar um corte nele mas ele desvia de seu ataques sem muita dificuldade.

Por sorte sua concentração estava em Léia,

o que ajudou a Mattias poder efetuar um golpe com seu machado.

- Aaaaah - ele grita de dor.

Usando uma conjuração ele faz uma fumaça se espalhar pela minha casa.

- kof kof, onde ele está - diz Lucia

- ouço alguém correndo lá fora - falo.

Quando a fumaça desce conseguimos ver ele fugindo do vilarejo e Léia atrás correndo dele.

Seu braço está quebrado o impedindo de lutar.

- Se ele conseguir fugir estamos perdidos - diz Lia.

- Não faz diferença ele fugir ou não, vão nos atacar de qualquer jeito - digo - ele sumir sem nenhuma explicação só os daria mais motivos para os malditos vierem atrás de nós.

- Mesmo treinando todos os dias ainda não estamos nem perto de aguentar um ataque - diz Mattias.

- Temos que fugir - diz Lucia.

- Não - falo.

Eu não vou viver fugindo, dediquei minha vida a estudar a história e nunca encontrei um povo que se tornou grandioso fugindo, fugir vai nos levar a desaparecer, ou lutamos agora ou morreremos um a um

- Nós vamos confronta-los - digo

- Como, nos não somos fortes Mequiel - diz Mattias.

- usaremos de estratégia, nos vamos preparar o vilarejo para que ele fiquem em desvantagem, vamos enfraquece-los antes do combate e então nós os derrotaremos - falo.

Eu tenho um plano mas preciso de todos para funcionar, eu confio neles e sei que possuem conhecimento suficiente para isso, cada um em uma área.

Lucia pega o livro na mão e se aproxima de mim.

- Podemos usar esse mundo ao nosso favor - ela diz.

Lia e Mattias se aproximam de nós, sinto medo neles mas sei que confiam em mim.

- A gente vai mesmo fazer isso - diz Lia assustada.

- Lia a gente não tem o que fazer, depois do que ele disse lutar é o único jeito. - diz Mattias.

- não deixa a gente morrer Mequiel - diz Lia com um sorriso.

Continua

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