CAPITULO V
arco I (o vilarejo)
Fiquei conversando com a Lucia até nós ouvirmos alguem se aproximando. Havia uma mulher vindo em nossa direção, ela tinha uma pele pálida, cabelo curto e branco, olhos azuis e uma pelagem branca nas suas pernas e braços.
- Quem é o responsável por esse vilarejo - pergunta ela.
- Sou eu - respondo.
Sinto um certo medo nela porem é como se ela tentasse esconder isso. Ela me olha de uma forma fria e me observa como se estivesse tentando ler as minhas expressões.
- Meu nome é Léia é um prazer conhece-lo - diz formalmente
Todos nos reunimos em minha casa junto com Léia que disse que precisava conversar com todos da vila.
- Eu venho da parte oeste do continente em uma região chamada de grande taiga, vivia em um vilarejo de galaris que foi invadido por kardirs - fala Léia.
- Kardirs do deserto - pergunta Lúcia.
Por mais que sejam regiões bem distantes uma da outra eu consigo entender o medo de Lucia.
- Na verdade foram kardirs do mar - responde Léia.
- Por que tantos grupos de kardirs estão invadindo vilas - pergunta Lia.
- Os kardir são uma raça com um grande ego - falo - muitos deles foram empresários, cientistas ou políticos no outro mundo.
- Isso explica por que eles atacam a todos e forçam a outros da sua espécie a se juntar a eles - diz Mattias - consideram que só a opinião deles é valida.
A Lucia tinha dito ontem que vivia em uma vila só de kardirs, isso explica porque chegaram com promessas em vez de atacar.
- Kardirs tem richas com as outras raças, é muito difícil ver eles se juntarem a outros grupos - diz Léia.
- Pelo visto eu sou uma exceção - digo.
- Você é uma pessoa boa, consigo ver humildade na sua alma - diz Léia.
Léia acredita que sera questão de tempo até chegar aqui, segundo ela, buscaram invadir a sua vila assim que descobriram ser um vilarejo de galaris. Vão nos atacar se souberem que nosso pequeno vilarejo tem druidas.
- Você poderia ficar com a gente - pergunto - precisamos de alguem para ajudar a proteger a nossa casa.
- Eu não tenho para onde ir, bom eu vou ajudá-los, mas se quiserem viver vão ter que aprender a lutar - diz Léia.
No dia seguinte preparo a casa da Léia, sua casa era um pouco maior, ja que fiz ela acompanhada de uma forja para Léia poder forjar armas com intuito de proteger o nosso lar.
Guerreiros galaris tem o costume de forjar as próprias espadas, Léia disse que era uma soldada e que acabou perdendo sua espada no meio do combate.
Pedi para ela fazer uma espada para mim e depois de eu ter feito esse pedido ela disse que iria me ensinar a lutar, acho que ela gostou de mim, eu gostei dela, acho bom termos uma soldada por perto.
Com sua casa pronta eu vou atras de uma caverna que fica proxima de casa, la existe uma veia de prata, segundo Léia é o melhor material para se fazer armas.
Ao entrar ouço o barulho de passos, levanto a minha mão e tento a aproximar de onde o barulho vem se preparando para usar a ordem da caça.
Um morto-vivo vem correndo atras de mim, Ativo a ordem antes que ele pudesse me atacar, quando faço isso uma flecha é disparada pela minha mão, o monstro cai no chão morto (acho melhor dizer completamente morto).
- Isso foi assustador - falo ofegante
Uso a ordem da mineração na caverna e volto para casa levando a prata.
Continua
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Atualizado até capítulo 32
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