Três meses atrás…
— Garoto essa missão é quase morte, porque não monta uma equipe? — Perguntou um ancião atendente da guilda dos mercenários.
— Gosto de trabalhar só! — respondeu o cavaleiro negro.
— Você chama bastante a atenção, é o egoísmo leva a morte, mas todos ficam curiosos para saber como consegue pegar missões desse nível.
O cavaleiro negro pegou o papel e olhou, não dando moral ao velho.
— Isto é um pedido incomum! — Disse Horobas, ele estava sem armadura, não estava com o elmo, porém a aparência não era a real dele.
O atendente chegou perto do cavaleiro para cochichar,em sua visão era apenas um jovem, ninguém ali imaginava que Horobas fosse um cavaleiro Negro, na visão de todos, ele era um cidadão comum.
— Esse e um pedido da nobreza, um duque pediu, se tudo der certo você nem vai lutar, e mais uma missão de reconhecimento sobre os fatos.
— Entendo!
O cavaleiro estava disfarçado, com cabelo preto, olhos verdes, tinha um olhar de cansaço é triste.
Alguns dias depois, ele estava caminhando pelo leste procurando pistas, era próximo a cordilheira dos dragões, uma área que se unia com a cordilheira dos monges, só que a área era bem seca é quente, possuía muitos vulcões, é alguns ficavam ativos de tempos em tempos, sua terra bem vermelha, possuía alguns rachados na terra de sequidão, era uma época que a maior parte das lagoas e rios caiam drasticamente seu nível de água.
Enquanto caminhava vestido com sua armadura, aquele calor o deixava mais exausto que o normal, porém não se mostrava afetado com o clima, ele sentiu uma mana forte vindo a sua frente, algo tinha uma enorme concentração de mágia, é aquilo arrepiou os cabelos de seus braços, no longe ele percebeu um ponto preto se aproximando, o calor do sol embarçava e distorcia sua visão.
A energia vital que emanava daquilo era muito superior a dele, porém o cavaleiro sentou-se no chão, cravou sua espada no lado esquerdo, Sim, o cavaleiro era canhoto, porém seus treinos exigiam que tivesse uma perfeição e agilidade de qualquer lado.
Ele naquele momento tentou relaxar meditando, enquanto esperava aquilo de longe criar forma e se aproximar, ele não sabia o que poderia ser.
Aquele ponto preto se transformou em três, e logo criou forma de homem, então percebeu que aquelas três almas usavam armaduras, eram armaduras negras, não precisou chegar tão perto para ele saber que eram outros cavaleiros negros.
Três cavaleiros negros vinham na direção dele, no meio uma mulher pela forma, ao lado esquerdo uma homem alto e bem forte, mais alto que o próprio cavaleiro negro, e muito forte fisicamente, do direito um cavaleiro negro de altura mediana pouco maior que a mulher, e de aspecto bem magro.
O cavaleiro negro se manteve na mesma posição.
Cavaleiros negros usam armadura de cor preta, ela e moldada de forma justa no corpo, e bem completa, ela e feita com três dobras é no derretimento do aço eles colocam cristais negros (alto condutores de mana), o que forma um metal bem brilhoso, a armadura por regra precisa ser no mesmo peso do cavaleiro em aço.
Aqueles chegaram a uma distância de quinze metros e pararam alí.
Ninguém falou nada, o vento soprava suavemente, porém ao passar pelas armaduras faziam barulho de assobio.
Ele se levantou do chão devagar, pegou sua espada e apoiou em seu ombro.
Era um clima estranho e denso, uma batalha poderia rolar a qualquer momento.
— Servimos no passado ao reino central, porém o próprio nos descartou, é com medo de nossas forças nos caçou, porém o continente leste, o próprio rei demônio, viu nossas dores e nós tirou daquele ciclo dando paz, proteção e riquezas, por isso fizemos um contrato com ele. — Disse a cavaleira negra que estava no meio.
— O que querem? Perguntou Horobas.
— Venha, junte-se a nós!
— Não tenho motivos para me unir a vocês!
— O reino central não o perturbará, e terá tudo que deseja, desde que ofereça sua lealdade ao rei demônio.
— Nunca tive problemas com o reino central, não procuro proteção, é já tenho um lugar para oferecer lealdade, porém ainda não é chegado a hora.
— Faz algum tempo que o observamos, não seja tolo, por mais que seja forte, andar sozinho não lhe fará progredir, o rei deseja você, será um desperdiço de talento sua recusa.
— Está missão foi forjada para este encontro?
— Sim! Respondeu ela.
— Já disse, não tenho nada com vocês, minha lealdade é de outro lugar.
— É um a aviso, se não vier teremos que te recusar!
— vejo que negociar com vocês é complicado, já que só dão uma opção.
— Já dei minha resposta! — Respondeu ele.
Ela olhou para o outro cavaleiro e sacou sua espada.
— é um pena! — disse ela indignada.
Todos os outros também sacou suas espadas.
— Garoto não seja tolo, não há honra em morrer por crenças limitantes. — Disse outro cavaleiro.
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Atualizado até capítulo 95
Comments
ACAO COMICS
arigatooooo
2023-01-18
1
lira
Autor/a....A história continua muito boa!!
Além disso o português está super melhor...
I love it!!
2023-01-17
2