Themis aturdida, viu Ângelo tomar conta da situação após atentado em silêncio.
Seguiram por cerca de uma hora mar adentro quando ele parou o barco jogando a âncora no fundo.
Ele olhou-lhe que estava com o rosto marcado pelos socos levados e com o lábio ferido em choque. A deixou quieta e tratou de limpar o sangue do chão e arrumar o espaço, trazendo ao ambiente a ordem. Assim que terminou o trabalho em poucos minutos marchou até ela e a pegou no colo a levando para o banheiro ligando a banheira com água quente tirando as roupas dela a deixando nua fazendo o mesmo consigo. Entrou na água a puxando para seu colo, lavando o sangue do corpo de ambos. Enquanto fazia isso constatou pouco a pouco o corpo dela relaxar com o seu toque. Themis saindo do choque, o fitou com olhos vazios e falou:
_ Morte.
_ Sim.
Respondeu ele abraçando a mulher que colapsou contra o seu peito, caindo num choro compulsivo.
Permaneceu ali contra o peito másculo até que caiu num sono profundo.
Acordou contra o peito másculo dele cama nua coberta pelo pesado cobertor. Ângelo acariciava o rosto dela que não ardia devido a uma mistura de ervas que ele havia aplicado na pele ferida.
Ao constatar que ela estava acordada, buscou os lábios dela, que retribuiu ao beijo sedenta.
Ele deitou-a e cobriu o seu corpo com o dele, acariciando os seus seios e o seu ventre com as mãos, tirando dela gemida de prazer. Assim que constatou que ela estava pronta para ele, tocou a abertura dela com o seu membro a tomando devagar, constatando a pureza dela ao romper da membrana.
A dor que ela sentiu foi breve: ele começou a estimular o seu centro principal de prazer com os dedos de uma mão, estimulando com a outra os mamilos endurecidos enquanto a sua boca desbravava a dela. Ele levou-a ao ápice do prazer e depois chegou ao seu a mantendo próxima dele.
Themis o fitou envergonhada e recebeu dele o sorriso e beijos apaixonados. Ele sussurrou palavras de afeto no seu idioma natal.
Themis o fitou preocupada:
_ Não entendo o que fala.
Ângelo surpreso falou:
_ Disse ser minha e sou seu.
_ Falou em russo!
_ Pensei haver falado em grego.
_ a sua origem é russa.
Constatou ela agitada.
_ Não importa. Onde nasci o que quero e estar com você!
Exclamou ele beijando a boca dela apaixonadamente.
Themis lutou para não cair no frenesi, a sua mente lógica precisava de resposta.
_ Como soube do atentado contra a minha vida?
Perguntou ela seria.
Ângelo levantou da cama e pegou um par de luvas, as colocando a pegar o celular de Derick mostrando-lhe a troca de mensagens com o preço sobre a sua vida. Ela fitou o conteúdo do celular de maneira fria e voltando se para ele, perguntou:
_ Como conseguiu esse celular. Conte toda a verdade.
Ângelo deixou o aparelho no saco plástico impermeável e sem esconder nada, contou a ela toda a investigação feita por ele e como correu para salvá-la.
Themis absorvia tudo calada e olhou-lhe e compreendeu estar diante de um homem perigoso e letal.
_ Sei matar e rastrear pessoas.
Disse ele sentando a frente dela.
_ Porque me perseguiu e salvou-me duas vezes da morte.
_ Não sei nomear o que sinto por você. Se é obsessão ou amor. Sei que quero estar com você, protegê-la e fazer-lhe sorrir. Importo-me demais contigo.
Disse ele segurando o rosto dela entre as mãos.
_ Eu não sei quem sou. Só sei que consigo protegê-la.
Themis o fitou pasma, pois, o seu coração estava perdido. Constatou sorrir somente com ele, e que no seu íntimo queria um futuro.
_ Eu quero.
Sussurrou ela.
Ângelo sorriu a acariciar a boca dela com o dedo a puxando para perto de si, abraçando a beijar os seus lábios.
Ele novamente a tomou para si de maneira apaixonada.
No amanhecer fitou a mulher adormecida e decidiu que seria sua sombra protetora.
Aquiles observava o corpo do amigo com pesar. Não foi encontrado nele marcas de violência, somente o sumiço do celular.
A marinha o havia avisado que perto da costa foi identificado explosão de duas lanchas as coordenadas batiam próximo a do barco de Themis sabia que a morte de Derick e as explosões estavam ligadas. Olhou para o cadáver do amigo e soube que ele o havia traído.
Themis desceu da lancha de Ângelo, que a tomou nos braços a beijando com ternura. Ambos seguiram para um carro e ele a deixou num lugar tranquilo prometendo estar próximo dela para sua proteção.
Aquiles atendeu o telefone em pânico.
_ Dra.?
_ Estou a sua espera. Venha sozinho.
Disse ela passando-lhe o lugar que estava a sua espera.
Em poucos minutos ele chegou a saltar do carro correndo para ela.
_ Tentaram-me matar ontem novamente.
Aquiles observou no rosto belo as marcas roxas da agressão e os lábios partidos.
Tentou tocar o rosto dela com uma das mãos sendo repelido.
_ o seu amigo Derick forneceu a minha localização, aqui está o seu celular.
Disse ela entregando o aparelho.
Aquiles a fitou angustiado.
_ Quem lhe salvou?
_ Não importa.
De hoje em diante fará a minha proteção na promotoria e ficarei responsável por mim mesma fora de lá. Não confio nos seus homens e na sua capacidade de proteger-me.
Disse ela com sarcasmo seguindo para o carro.
Aquiles sentiu a raiva crescer no seu peito. Seguiu calado a mulher saindo em disparada para a promotoria.
Ângelo sentiu o peito arder de raiva, constatou que o rapaz estava apaixonado pela sua mulher.
_ Minha!
Disse ele ao pensar na noite que teve com ela da sua entrega total a ele.
O seu peito encheu-se de ternura de lembrar de como ela confiava nele. Iria protegê-la de todos a dê-te si mesma.
Themis entrou no prédio como uma bala. A notícia do novo atentado caiu como uma bomba na promotoria. Todos foram comunicados da traição de Derick e a equipe de segurança foi trocada, Aquiles foi o único mantido pelo pedido dela. Mais a sua presença só era permitida fora do escritório dela. Themis não confiava em ninguém, somente no seu Ângelo sabia estar segura com a sua presença. Ângelo havia se tornado mais paranoico atento a cada passo no prédio. Assim que terminava o expediente dela a levava de forma anônima para longe de Creta, temia um novo atentado em breve. A cada dia descobria novas habilidades no disfarce, espionagem e rastreamento. Fato que lhe deixavam inquieto e com medo de quem foi no passado.
Themis examinava as novas provas contra o esquema de lavagem de dinheiro de Dimitri quando Janine entrou pela porta com uma carta de convocação.
_ A senhora foi convocada a sede do governo em Atenas.
Themis compreendeu que as suas investigações e ações incomodavam a alta cúpula do governo. Sabia que a caça as bruxas contra ela estava aberta. Sorriu e falou:
_ Estarei lá em dois dias.
Janine fitou a mulher com olhar assustado. Nada abalava ela que parecia ser feita de pedra sem sentimentos e medos. A cada dia de convivência o medo de estar a conviver com uma psicopata aumentava.
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Atualizado até capítulo 30
Comments
Joelma Oliveira
vc já esteve perto deles querida só nao percebeu. qdo Ângelo lembrar d tudo... só espero q ele nao esteja envolvido na morte d pai dela
2022-11-18
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