… ⚠️ Abuso. Contém cenas proibidas para menores de 🔞.....
Ele passou a entrar no meu quarto todas as noites, me possuindo, roubando o último resto de dignidade que eu tinha.
Mesmo que eu trancasse a porta à noite, ele me possuía de dia, bem ali, debaixo dos olhos da Emma, que não percebia nada.
Tentei contar muitas vezes o que via acontecendo em sua casa, mas ela não me ouvia, não queria ouvir.
Fiz mais uma tentativa hoje, mas ele apareceu bem na hora e não sei se ele conseguiu ouvir alguma coisa.
— Vamos. Se não vai chegar atrasada — me levanto da mesa, com o coração nas mãos. Entramos no carro em silêncio — O que você vem tentando há dias falar com a sua irmã? Se contar alguma coisa a ela, anjo. Ela não acordará mais no dia seguinte.
— V-você conseguiria matá-la? — arregalo os olhos assustada.
— Consigo muitas coisas — Ele toca a minha perna, subindo suas mãos pela minha coxa. Fecho as mesmas, prendendo sua mão — Abre.
Tranquei a porta ontem, e desci tarde para o café da manhã, antes de ir para escola, só para conseguir escapar dele. Mas pelo visto…
Ele dá um tapa na minha coxa esquerda, a marca dos seus dedos permanece na minha pele.
— Abre as pernas caralhø! — Liam puxa a minha perna esquerda com força, me movendo no banco — Se senta direito, pernas abertas, Leah, não me faça perder a paciência.
Dessa vez obedeço. Suas mãos sobem pela minha coxa, até chegar a minha calcinha, que ele puxa para o lado, e me penetra com dois dedos, a seco, o que faz arder um pouco com a invasão.
Liam é bruto e me machuca. Lágrimas rolam pelo meu rosto. Agarro a porta e mordo meus lábios, contendo meus soluços.
— No momento que você passar a me aceitar, as coisas vão ser mais fáceis e menos dolorosas, anjo — Seus dedos entram e saem de mim rápidos.
O carro para e percebo que chegamos na escola. Como chegamos aqui? Eu não sei.
Ele retira seus dedos de dentro de mim. Pego minha bolsa, pronta para correr, mas ele trava as portas.
— Tira a calcinha.
— O quê?
— Você me ouviu. Tira a merda da sua calcinha. AGORA! — Grita. Tremendo eu a tiro, deixando ela cair aos meus pés. Ele puxa seu banco para trás, desce a calça de moletom que veste. Não usando mais nada debaixo dela — Senta — aponta para o seu pau, rígido, apontando para cima.
Sinto ardência em minha perna, quando não faço o que ele manda, com o tapa que ele desfere em mim. Pulo do meu assento para o seu, ficando de joelho sobre ele. Me posiciono sobre seu membro, e antes que eu desça com calma, Liam me puxa com força contra seu pau, me sentando de vez. Minha bøceta engolindo seu membro, duro, grande e grosso, de uma só vez.
— Ah! — arfo. Algumas lágrimas descem pelo meu rosto.
— Isso foi por você trancar a porta do quarto mais uma vez, pørra! — Dá um tapa em minha bunda.
Segurando minha cintura, me levanta um pouco e me føde, rápido, duro. Suas investidas são ritmadas e constantes, do início ao fim. Apoio minhas mãos em seus ombros.
Evitando olhar para ele, olho para fora, vendo alunos e professores entrarem na escola. Estamos a alguns metros do portão de entrada, mas eles passam por nós andando. Apesar dos vidros serem escuros, eles devem perceber o carro balançando, o mesmo carro que eles me verão descer, para entrar na escola.
— Goza comigo, Leah.
Eu nunca dou esse gostinho a ele, e ele nunca pareceu se importar durante o final de semana todo. Então por que agora?
Uma das mãos que está na minha cintura, vai para o meio das minhas pernas, onde nosso corpo se encontra, tocando minha carne inchada. Suspiro, agarrando com mais força seus ombros.
— Olha para mim! — Ele puxa meu rosto para ele — O quão mais rápido me aceitar, melhor será. — Ele roda seu polegar com mais força em meu clitóris. Meu corpo treme, acabo gemendo. Ele sorri — Geme meu nome.
Sendo traída pelo meu corpo, eu gozo em seu pau, minha respiração descontrolada. Dois tapas são dados em minha bunda.
— Liam. — Murmuro o nome dele baixinho, o suficiente para ele ouvir.
Seu corpo fica tenso, ele me levanta rápido, gozando em minha coxa. Sem camisinha. Merda. Não lembro se em algum momento dos últimos quatro dias ele chegou a usar alguma.
— Vou te levar a um amigo meu. Ver o melhor método contraceptivo para você. Odeio ter que usar camisinha, já faço isso com a sua irmã. Com você quero ver minha pørra escorrendo por suas pernas. Sua bøceta cheia do meu sêmen — ele pega uma camisa sua jogada no banco de trás e me limpa enquanto fala.
Volto a sentar no banco ao seu lado, pegando minha calcinha do chão, sacudi e vesti a mesma. Liam joga um short de lycra, com dois dedos mais curto do que a minha saia escolar, apenas.
— Veste isso. Não quero mais ninguém olhando sua calcinha vermelha de renda, além de mim. E desça a porcaria da saia, Leah ou faço você começar a usar uma legging por debaixo dela.
Visto o short, descendo o cós da saia. Deixando ela no tamanho correto, dois dedos apenas acima dos joelhos. Abro a porta para sair com a minha bolsa no ombro, mas sou puxada de volta.
— Está esquecendo nada não? — A única coisa que estava comigo, era a minha mochila, mas ela já está na minha mão. Nego — Seus dedos entram por debaixo dos meus cabelos, agarrando minha nuca, seus lábios se colam aos meus e ele me beija.
Fico parada sem corresponder. Recebo mais um tapa ardido na coxa. Arfo, e ele aproveita para invadir minha boca com a sua língua.
— Me beije de volta, Leah ou vou te levar para casa e føder esse rabo delicioso, que eu tanto anseio — o correspondo, beijando-o de volta.
O sinal para o segundo tempo soa na escola. Estou muito, muito atrasada e nem sei se vou conseguir entrar na sala.
— Preciso ir, Liam. Estou muito atrasada. Já perdi o primeiro tempo de aula — murmuro contra os seus lábios.
— Vamos. Vou entrar com você e explicar a sua diretora e professor o motivo do seu atraso — dessa vez ele me deixa sair. Todos os alunos já entraram, o que me deixa aliviada ao sair do carro.
Mostrou ao Liam onde fica a sala da diretora e vou até a minha sala. Todos estão sentados e o professor para de dar a sua aula quando abro a porta pedindo licença.
— Posso entrar? — ele olha para o seu relógio de pulso.
— Está doze minutos atrasada, senhorita White. Sabe que eu não tolero atrasos.
— E- eu… é q-que…
— Sim, estou esperando a sua explicação. Já mudou de escola no último semestre do ano letivo com notas péssimas. Ficar chegando atrasada, perder aulas e interromper a minha, não vai te ajudar a passar de ano.
Liam aparece atrás de mim. Todos os meus colegas de classe nos olham.
— A culpa foi minha, professor. Meu carro morreu no caminho e tive que ficar à espera de um reboque. Poderia ter chamado um Uber para a minha cunhada, mas ela já estava atrasada por minha causa e ficou com medo de não conseguir entrar e nem conseguir voltar para casa. Sua diretora está ciente e me entregou a autorização para que a Leah pudesse entrar e participar do restante das aulas de hoje — ele estende um papel assinado pela minha diretora ao meu professor, que analisa o mesmo e dá espaço para que eu entre.
Liam se despede piscando para mim. Me sento ao lado de Makenna que fica me olhando.
— O que aconteceu com as suas pernas? Aliás, o que aconteceu com você sexta à noite e por que não atendeu todas as minhas ligações? Eu e Harry ficamos preocupados.
Merda. Esqueci das marcas dos tapas do Liam. E de que ela não sabia de nada do que havia acontecido comigo desde do último dia que nos vimos na boate.
— Estava nervosa por não chegar nunca e fiquei batendo as mãos nelas, impaciente e… — minto e é claro que ela não acredita.
— Senhoritas, podemos recomeçar? — Fico grata ao professor Kashif começar a dar a aula novamente, interrompendo minha fala e qualquer questionamento dela.
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Atualizado até capítulo 38
Comments
Gedalva
Ela tem que fugir desse louco 🤬🤬🤬🤬!!!
2024-03-02
3
Euza Lisboa
Tadinha 😢😢😢 Não tem ninguém por ela.
Como se erguer depois de tanta decepção desde seu internato?
2023-08-29
3
Euza Lisboa
Eitaaaaa que é muito pior do que tudo, pois ele já tinha premeditado tudo desde os 10 anos dela. Infelizmente, a mãe dela é esse esterco.
2023-08-29
1