— Para tia, por favor. — Estou-me a sentir fraca, está a drenar todo o meu sangue.
Chego o mais rápido que posso e me deparo com a Ana vampira, bebendo o sangue de Catleia, vou até ela a jogo longe. - Ela rasgou seu pescoço, bebe o meu sangue para se curar.
— Como você sabia...
— Não sabia, apenas imaginei.
— Foi o Luck?
— Creio que sim, sinto muito.
— E agora o que vou fazer? Ela é a minha única família, cuidado Catarina, atrás de você.
— Pego enfio a minha mão no peito de Ana, se não parar vou matar-te.
— Você estará a fazer um favor, a vontade que sinto de rasgar a garganta de Catleia é imensa, ouço o coração dela e o sangue circulando nas veias, o meu único pensamento é sugar cada gota de sangue.
— Por favor não mata ela Catarina, assim como vocês ela pode ser treinada para se controlar, ajuda, estou-te a implorar.
— Tiro a mão de dentro do peito de Ana. — Está bem, vou levar ela comigo lá para casa.
— Vou com você, preciso falar com Luck.
Na casa de Catarina...
— Entro e vejo Luck descendo as escadas, conversando e rindo com Jennifer. — O seu desgraçado, transformou a minha tia. — Parto para cima dele lhe dando um, tapa e faço as veias da sua cabeça explodir e ele cai no chão.
— Agora que você dispensou ele, suponho que posso pegar e dar uns amasso, é lindo até desmaiado.
— Fica longe dele, a sua (Lobisomem), ele é meu.
— Você não vê, que a relação deles está que nem a minha com Catarina.
— Tem que ser o insuportável. — Onde levamos a minha tia.
— No quarto próximo ao meu, vou cuidar e ajudá-la a se controlar, não se preocupe.
— Obrigada Catarina, agora vou ver se o Luck acordo. — E com dor de cabeça, porque transformou a minha tia?
— E isso importa, já fiz e não me arrependo, vocês humanos se acham certinhos, querem sempre ter razão e a vida não é assim, não são melhores que nós a sua tia nos odeia e nunca fizemos nada, não pedi para ser imortal e nem a Catarina pediu para ser Lobisomem e depois híbrida, e o Kalel que foi transformado por feitiço e matou a própria esposa. Terminou comigo por um motivo besta, sabia o que eu era e mesmo assim quis-me.
— Eu só queria...
— Não fala nada, responde-me você pediu para ser Bruxa e ter pai Lobisomem, não né, você não podia julgar-nos. Agora tem uma assassina como tia e que deseja o seu sangue, vai lá e a mata. Só mais uma coisa, eu quero um tempo agora.
- Não fica assim Catleia, as coisas irão se ajeitar entre vocês, ele ficou magoado.
- Não sei, as coisas complicaram no momento em que transformou minha tia.
- Fico complicado aqui, também já temos uma Lobisomem novata, que na próxima lua vai se transformar e agora uma vampira descontrolada, loca por sangue.
- Como assim?
- Há Catarina, a sua vampira está quebrando o quarto todo, no maior desespero, acho que é melhor matá-la.
- Se você matar minha tia...
- Vai fazer o que? Suponho que explodir meu cérebro, alguém tem que limpar a sujeira dos novato.
- Fica quieto Kalel, vai para sua casa, ela vai ficar bem.
— Está bem, cuida bem dela Catarina.
— Vou subir ver ela, o Luck vai pagar pelo que fez.
— Aí que ódio, ela fugiu.
— Onde será que ela foi? Que problema esse seu amigo nos arrumou!
— Luck, vem aqui. — Desço as escadas gritando e chamando ele.
— Porquê grita tão alto?
— Você transformou a Ana, agora vem nos ajudar a procurar, antes que ela faça uma matança.
— Ela deve ter ido para a casa de Catleia.
— Mas porque ela iria? Afinal ela é uma vampiro, vai matar quem passar na sua frente e até lá pode muitos cruzar o caminho, está descontrolada e com fome.
— O garoto tem razão, vamos começar a procurar na casa da Bruxa, já é noite, vamos logo.
Enquanto isso na casa de Catleia...
— Estou no banho escuto um barulho. — Tem alguém aí, droga, odeio isso, hei tem alguém. — O barulho continua e algo cai no chão, o meu coração acelera, vou ir a olhar, com medo, vejo alguém parado de frente para a cozinha. — Tia é você.
— Juro não quero-te machucar, mas não consigo controlar-me, a vontade que tenho de tomar o seu sangue é mais forte, mata-me Catleia imploro-te, se não as coisas irão piorar, só consigo pensar no seu sangue, corre, estou a ir ao seu encontro.
— Não tia, por favor, sou sua sobrinha. — Ela vira-se e começa a contar, saio correndo, entro no meu quarto e passo a chave, ela grita o meu nome, consegue arrebentar a porta.
— Não consigo pensar em você como sobrinha, olho e vejo apenas sangue fresco, quente, nos meus dentes perfurando as suas veias e eu satisfazendo-me, aqui não habita mais a sua tia.
— Olho a minha volta e não vejo nada, para que possa defender-me, estou sem saída, será meu fim.
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Atualizado até capítulo 49
Comments
Ana Regina Fernandes Raposo
NOSSA AGORA FERROU.
2023-03-10
0
Rute Luiza
esse Lucky é um retardado
2022-11-10
0