— Merda, aonde ele foi, desgraçado.
— O que há Catarina…
— Tenho certeza que era ele.
— Não estamos a entender.
— O Michel, meu ex-noivo que agora quer me matar.
— Devemos ligar para os outros.
— Não, a minha noite não vai ser estragada por aquele lixo, vamos beber e tudo por minha conta.
Bebemos muito, dançamos e um cara veio tirar a Jennifer para dançar.
— Vai boba — Fala a Catleia .
— É isso mesmo e dá uns pegas nele, até que é bonito — Bato com a mão no seu ombro.
— Está certo, vou a ir.
— Olha Catarina, estão se aproximando dois caras e agora.
— Não se preocupe, só concorda com tudo que eu disser — Pisco para ela.
— E, nessa altura duas gatas sozinhas, o que acham de sairmos dar uma volta na minha Lamborghini.
— E quem disse que estamos sozinhas, somos namoradas — Me viro é dou um beijo nos lábios de Catleia — Viu, somos “gays”, vocês realmente não fazem o nosso tipo — Passo a mão no rosto do mais velho.
— Vocês precisam de uma transa, com nos dois aqui.
Vejo ele passar a mão nos seios de Catleia, pego o seu braço e torço até escuta os ossos se quebrar, e vem o outro dar-me um soco, desvio-me e bato nele jogando no meio da pista e vem os seguranças, nos (expulsão) do local.
— Bom, parece que a nossa festa acabou.
— Nos resta ir embora, mas falta alguém — Aponto com a mão para o local, encenando que a Jennifer ficou lá dentro.
— Esqueci completamente, qual de nós vamos chamá-la.
— Nenhuma, fomos expulsas, nos resta esperar ela, paciência Catleia.
— Já se passou meia hora e ela não venho, não aguento mais esperar.
— Está vindo, finalmente Jennifer, pensei que não ia mais ir embora, estava tão bom assim?
— Estou aqui, vamos, e estava ótimo, deu até para fazer uma rapidinho.
— Sério a sua vaca, mas você não perde tempo. - falo enquanto embarco no carro - Anda se mexam ou vão ficar aí paradas.
Estamos a ir, e vemos alguém parado no meio do caminho e no se aproximar é um homem, paro o carro, ele simplesmente vem na nossa direção e começa a sua transformação, arranco o carro o mais rápido que posso, acelero e vem atrás de nós, escuto um barulho, já está em cima do carro, Catleia e Jennifer começam a gritar em desespero e o Lobisomem começa a rasgar ao capô do carro, destrói completamente.
— Tenho que parar.
— Mas vamos morrer.
— Não deixarei isso acontecer, irei segurar ele e vocês corram o mais rápido que podem.
— Estou com medo.
— Vai ficar tudo bem Jennifer, prontas. — Paro o carro e elas dessem e começam a correr e transformo-me em híbrida corro rápido na direção do lobisomem e lutamos, ele olha a direção em que as garotas foram e vai atrás, começo a persegui-lo para impedir de se aproximar delas, mais é tarde, em pouco tempo já estamos junto.
— Cuidado garotas — Ele vai na direção de Jennifer, pulo para cima e enfio a minha mão nas costas, arrancando o seu coração. — Vocês estão bem.
— Catarina, ele mordeu-me e agora.
— Calma Jennifer, droga, desgraçado o propósito dele era morder uma de vocês duas, não era matar-me. Vamos voltar para o carro e ir para a minha casa. Entrem garotas, senta Jennifer.
— O que houve?
— Fomos atacadas...
— Eu avisei-te, não dá para saírem sozinhas.
— (Gritando) Já entendi Kalel, sou a errada só de querer me divertir um pouco.
— Se acontece algo com a Catleia, você seria culpada.
— Você também Luck, sério? Mas não aconteceu a Jennifer foi mordida por um lobisomem, a sua adorável namorada está inteira. A intenção dele era essa, transforma uma delas em lobisomem, e não se preocupe estou ótima, constatei o Michel na balada, mas fugiu.
— Porque vocês estão a crucificar a Catarina, nos dois somos de maior e tomamos as nossas próprias decisões, não sabia que estava a namorar um idiota.
— Desculpe...
— Não é para mim, que você deve pedir desculpas.
— Certo, fui grosso com você Catarina. ĺ
— Tá! Esquece, a minha preocupação agora é outra, o que faremos com a Jennifer? Na próxima lua cheia, vai virar uma (lobisomem).
— Não, prefiro morrer do que virar um monstro, horrível, peludo, meu braço ainda (dói).
— Não se preocupe, amanhã vai estar bem melhor nem cicatriz vai ter, precisamos conter ela o provável é amarrar com correntes, mas precisa ser muito forte.
— Catarina, se vocês não tivessem saído isso não tinha acontecido.
— Já entendi, Kalel, agora chega.
— Vai doer, quando eu me transforma?
— Vem aqui, senta, não vou mentir para você, dói e muito, quando virei uma (lobisomem) eu tinha catorze anos, sentia os meus ossos se esticando, nervos, pelos crescendos, o meu rosto mudando completamente, no dia seguinte o meu pai comemorou a minha transformação e eu só queria morrer, pelo fato de não sabermos o que fazemos enquanto somos monstros, a nossa fúria é incontrolável, mas com o tempo não sentimos mais tanta dor o Marcos ainda vive isso, contudo ele tem controle, se transforma quando quer.
— Eu também posso ser como ele?
— Não, Jennifer naquela época, sentia muito ódio de Catarina e fui atrás de uma bruxa para me ajudar, fiz um acordo com ela, para poder obter a imortalidade e conseguir controlar-me.
— Como assim?
— Eu teria que matar Catarina e Kalel, as bruxas ficaram revoltadas, por seres como eles serem criados, algo fora da natureza e então o resto vocês já sabem, vocês dois precisam tomar cuidado, quando viraram esses seres imortais, junto conseguiram muitos inimigos.
— Sei disso, fui caçada durante tanto tempo, sempre fugindo e lutando, nem sei quantos já matei e pode ter certeza, lutarei até o final.
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Atualizado até capítulo 49
Comments
Cecilia geralda Geralda ramos
está complicando agora a Jennifer lobisomem aff
2024-01-08
1
Yara Cristina Alonso Fagundes
situação complicada
2023-09-25
1
Ana Regina Fernandes Raposo
VIXI TA COMPLICADO
2023-03-10
0