Já é madrugada e estou a retornar para casa, com a companhia de Catleia, conversamos e rindo, ela está-me a contar de quando fez faculdade.
— Silêncio Catleia!
— Por quê? O que está a acontecer?
— Cuidado!
Surge na nossa frente vários Lobisomens…
— Vai Catleia e liga para o Luck vir.
Me transformo na híbrida, olhos amarelos, dentes afiados e unhas grandes e começo a lutar com eles.
— Meu Deus! o que você é?
— Sem perguntas, agora não é o momento, apenas vai e avisa os meus amigos.
Corro, e em algum momento olho para trás vejo Catarina, lutando, consigo ver apenas com a luz da lua cheia, ela arrancando corações e, ao mesmo tempo, desviando dos lobisomens ou o que são, resolvi não olhar mais e apenas correr, tento ligar para o Luck e não consigo. Observo a casa de Catarina, estou exausta, bato na porta grito, chamo com o tom de voz alta, até que o rapaz que esteve no bar atrás de Catarina abre porta, entro rapidamente.
— Luck, Luck?
— O que você quer?
— A Catarina...
— O que tem ela, fala de uma vez garota.
— É com o Luck que quero falar.
— Sou o namorado dela o que houve com a minha mulher?
— Está-me a machucar - vejo Luck descendo as escadas.
— Larga Kalel.
— Fomos atacadas no caminho para cá, por uns monstros horríveis e a Catarina virou em algo que não sei explicar…
— Você fica aí com a Jennifer, vamos Marcos e Luck a Catarina precisa de nós.
— Soltem- me seus lobisomens desgraçados, quem é o Alfa, seguem ordens de um híbrido, vocês entendem-me o que falo. — Um deles se volta a ser humano, e vem onde estou de joelhos, se abaixa e fala no meu ouvido.
— É uma pena ter que acabar com a sua vida, mas antes vou divertir-me ver você sofrer, quebrem os braços e as suas pernas, quero ver essa vadia rastejar, você matou a maioria dos meus Lobisomens e vai sofrer por isso. É uma delícia, e o seu vampiro, está sozinha, andem façam o que mandei.
Eles pegam os meus braços e quebram como se fosse um galho, escuto os meus ossos se quebrando, grito devido à dor e, em simultâneo, rindo alto.
— Você pensa que vai conseguir-me matar, sério?
- O meu chefe quer o seu coração. — Enfio a minha mão no seu peito, sinto o seu coração na minha mão, batendo forte e mesmo assim, ela não baixa a cabeça.
— Tira a suas mãos da minha mulher — Começo a correr em direção ao cara que está com a mão no coração de Catarina e arranco a sua cabeça, ele cai. Pego ela no colo, levo para longe, vai demorar até se curar.
— Vai ajudar os outros, vou ficar bem.
— Está bem, já volto.
Fico a olhar eles lutarem é tanto sangue jorrando e cabeça, eles são os melhores, sabia que jamais me vão abandonar, são fiéis a mim, o Marcos era para ter-me matado com o Kalel e não conseguiram, afinal eles amam-me e sempre irão-me proteger.
— Como você está, desculpe…
— Luck, não peça desculpa, você não tem culpa de nada.
— Ela vai ficar bem, está se curando rápido e vai ficar nova, o único problema agora é Catleia.
— Isso eu resolvo, já está na hora de contar toda a verdade e você Luck faça a sua parte, já que ela está apaixonada por você.
— Vocês chegaram. — Vou a correr abraçar Luck.
— Jennifer, vai para o seu quarto.
— Porquê? Também quero saber, a Catleia contou-me tudo.
— Você vai esquecer de tudo e vai subir para seu quarto. — Falo olhando nos seus olhos.
— O que você acabou de fazer? O que é?
— Senta, irei-te contar. — Começo a falar que sou híbrida, conto sobre todos nós.
— Como pode? Nunca acreditei em nada do que me contavam, sobre essa cidade.
— Você é Bruxa, como não imaginar que existem outros seres sobrenaturais.
— Não sei, e como você sabe? Vou ir preciso assimilar tudo isso.
— Levo você, é perigoso ir sozinha.
— Está bem Luck , vou aceitar, mas não se aproxima de mim.
Estou a levar a Catleia, mas ela não olha-me e nem conversa.
— Me diz, a quanto tempo você é vampiro?
— Pouco tempo... A Catarina transformo-me.
— Você não a odeia por fazer você virar um monstro.
— Não, ela salvou-me, somos como irmãos, sempre um cuidando do outro.
— Ela a quanto tempo... e o Kalel?
— Há muito tempo, a relação dos dois é complicada, eles são vítimas, mas fizeram coisas erradas e tudo complicou ainda mais, não os odeie, são legais.
— Mas a Catarina sabia que sou bruxa, imagino que veio atrás de mim por um propósito é por você.
— Suspiro fundo e a respondo — Sim, não posso andar durante o dia, se fizer isso morrerei, desculpe, sei que é difícil acreditar, mas passei a gostar de você, nós vampiros somos diferentes em relação a sentimentos, é tudo ao extremo, paixão, desejo.
— Sou apaixonada por você Luck, desde o momento que te conheci, algo surgiu em mim, tenho medo de sofrer, já passei por maus momentos devido a um cara, mas vou ajudar, darei um jeito de descobrir um feitiço para você e o namorado da Catarina.
— Chegamos, obrigado Catleia.
— Você quer entrar?
— Tem certeza...
— Vem entrar, só um pouco.
— Está bem — Entro e não sei o que fazer, apenas fico a olhar e a admirando cada centímetro dela, desejar, quero envolver nos meus braços, mas posso machucar, devido a forte vontade e desejo que me queima.
— Por quê está-me a olhar assim?
— Nada, já vou.
— Fica, quero você.
— Catleia, tenho medo de machucar-te.
— Confio em você — Subimos até o meu quarto e começo a beijar os seus lábios, e tirar a sua camisa, a minha respiração está ofegante, sinto borboletas no meu estômago, ele tenta se controlar, mas percebo que não vai demorar muito para me agarrar com vontade.
— Não estou mais conseguindo controlar-me — Puxo ela com força e a beijo, rasgo a sua roupa a deixando nua, começou a beijar os seus seios com força e passo a minha mão em cada parte do seu corpo, a faço se contorcer de desejo, até penetrar e socar com força, paro e começo a morder o seu corpo a cada mordida tiro um pouco do seu sangue e volto a fazer sexo novamente, mas não me consigo segurar e mordo o seu pescoço enquanto faço com loucura cada penetrada. Quando terminamos, percebo que a machuquei e o seu corpo frágil todo marcado, sinto-me culpado e arrependido.
— O que houve?
— Tenho que ir.
— Você está arrependido de termos feito sexo.
— Como não me arrepender, se olhe no espelho, o seu corpo, devia ter tido controle.
— Olha aqui Luck, eu quis, você avisou e mesmo assim insisti, dá-me um pouco do seu sangue e estarei curada.
— Está bem, precisamos evitar algo como hoje.
— Não quero evitar, quero sempre mais.
Estou a voltar e pensando em tudo na minha vida, primeira vez que desejo ser humano novamente.
Entro na casa e o Kalel e Catarina bebem sangue da Jennifer, Marcos tem outra mulher com ele.
— Consegui, a Catleia vai procurar um feitiço, para nos ajudar.
— Que ótimo notícia Luck — Vou abraçar ele, mas evita-me.
- Só um aviso Catarina, não ouse machucar a Catleia.
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Atualizado até capítulo 49
Comments
Ana Regina Fernandes Raposo
ISSO MESMO NÃO DEIXA QUE NADA ACONTECA COM ELA
2023-03-10
0
Rute Luiza
problemas no civil dos transformados.
2022-11-07
0