Estou pensar, de como o Michel conseguiu o sangue de Kalel.
— Você poderia nos explicar, afinal até hoje não entendi como você conseguiu entrar no quarto dos meus pais e matá-los, sem quebrar a janela.
— Certo, o Michel abriu a Janela, deixou destrancada, ele queria vingar a morte do pai, nos encontramos algumas vezes e uma certa noite um lobisomem invadiu a minha taberna e mordeu-me, dormia e acordei no susto. Com certeza quando você o matou, ainda estava com o meu sangue no organismo.
— Não posso acreditar, que você fez isso, planeio tudo com o meu noivo. — Vou rápido na sua direção e enfio a minha mão no seu peito, pegando o seu coração — Nesse momento sinto os batimentos, na minha mão, está com medo que arranque do seu peito, você merece, mas ainda preciso que viva. — Tiro a minha mão de dentro do seu peito.
— Vou ir buscar a Jennifer, acabei de receber a sua mensagem.
— Não, se ela quiser caminhe ou durma no Campus, tem a pensão, tudo que ela fez, merece castigo. E não me importo nenhum pouco. Vou ir para meu quarto e não quero ser incomodada por ninguém.
— Marcos, você que a conheceu naquela época, diz-me como ela era?
— Bom, Luck, eu era amigo do Joaquim pai de Catarina e sempre ia na sua casa, mas não éramos próximos, mas ela era uma garota sorridente, feliz, sempre vivia para todos os lados com Michel, cresceram juntos, mas Joaquim contava-me da sua rebeldia, não aceitava ser lobisomem, odiava tudo, o sonho era ser humana, nas noites de lua cheia ela se amarrava para não matar ninguém, mas as correntes eram fracas, algumas vezes a vi chorar. E hoje quando olho para ela, percebo que não é mais a mesma, existe uma escuridão dentro dela, acredito que não matou a Jennifer porque iam suspeita e para se proteger.
— A culpa é minha, causei tudo isso, transformei a vida dela, para me vingar.
— Agora não adianta mais, temos de ficar de olho nela, qualquer coisa vai sair a matar por aí e só para se vingar de você e o ódio que tem do mundo. Você Luck é um cara de sorte, conseguiu fazer ela se apegar a você, mas vou dar-te um conselho, não a traía jamais, se não vai ser um cara morto.
— Sei Marcos, não se preocupe, com ela eu entendo-me. Bom vou recolher-me também, boa noite!
— Restaram nós dois, acompanha-me em mais um drink.
— Não Kalel, obrigado, hoje foi uma noite agitada.
— Então ok — Levanto o copo que tenho em mãos.
Dois dias depois...
— A droga, não tem ninguém para atender a porta — Desço a escada gritando. — há é você
— Oi? Catarina, posso entrar?
Estendo a mão fazendo sinal que ela pode entrar. — O que você quer Catleia?
— Vim falar com você, já que não foi mais trabalhar.
— Sério? Depois de tudo, pensei que não queria ver-me, afinal aproximei-me de você apenas por interesse.
— Eu sei, mas acredito que não seja esse monstro que aparenta ser, e vou ajudar o Luck e o seu namorado, estou a procurar o livro de feitiço que era da minha mãe.
— Vou deixar claro o Kalel não é meu namorado e como você confia em mim se não me conhece, por acaso quer ser minha amiga, fazer as unhas juntas, fazer o cabelo,ir ao Shopping as compras... É isso que quer? — Me aproximo dela.
— Talvez, mas estávamos nos tornando amigas e quero continuar.
— Está certo, vou tentar ser sua amiga e voltarei a trabalhar, tá!
— Então... vamos sair para dançar, nos divertir a noite será só nossa, sem homens por perto, e podemos levar a Jennifer junto, o que acha?
— Escutei o meu nome, quero saber.
— Convidei a Catarina para sair dançar à noite, você quer ir junto?
— Se a chata deixar, está no meu pé a dias, só por que aprontei algo, mas não foi grave.
— Vou pensar, você não está atrasada.
— Estou mesmo, preciso ir, tenho trabalho para fazer.
— Já que está aqui senta, vamos beber,o que deseja, café, vinho, whisky?
— Vou ao vinho mesmo.
— Tenho que te avisar, nós vampiros não ficamos bêbados, então não procure acompanhar-me.
— Como vai fazer para descobrir onde está o livro?
— Penso na pensão, a minha tia não quer me ver a praticar magia e com certeza escondeu.
— A sua tia nos odeia e jamais vai entregar-te.
— Darei um jeito, tenho que ir mais tarde nos vemos.
— Passo na sua casa e levarei a doida da Jennifer.
Algumas horas depois.....
— Aonde vai?
— Não vê que vou sair.
— Irei também…
— Mas nem pense nisso, se você aperceber por lá mato-te Kalel.
— Você sabe que tem aqueles animais atrás de você.
— Eu sei defender-me, as meninas vão ir também, queremos dançar, e principalmente quero ficar longe de você.
— Põe uma calça pelo menos, está com tudo a mostra.
— Deixa de ser idiota, vou sem hora para voltar.
Desço as escadas, estou com um vestido curto, aberto nas costas, da cor vermelha e sandália de salto, cabelo preso, a minha maquiagem ressalta principalmente os meus olhos que é esverdeado.
Chamo a Jennifer, que está linda também, com um vestido preto curto e superdegotado, com o seu cabelo da cor preta com algumas mechas vermelha solto, sua pele morena e olhos castanhos. Convido para irmos de uma vez, embarcamos no carro e seguimos para a casa de Catleia. Chegando, o Luck está e morrendo de ciúmes, discutem, entramos.
— O que acontece?
— Só porque a relação sua e do Kalel é complicada, quer estragar a minha, convidando a minha namorada para ir à balada.
A Catleia vai falar e a impeço,me acusando.
— Sim e daí, tem algum problema, não podemos, apenas por que você não quer, não confia nela?
— Confio, mas…
— Luck, sou sua amiga e não vou deixar nada de mau acontecer com ela e se te ama não vai ficar com ninguém, numa relação é preciso ter confiança e respeito, dos dois, apenas queremos divertir-nos.
— Certo, qualquer coisa ligue-me.
Faço sinal de continência e saímos, a Catleia está de calças e sandália e de blusa, cabelo é até o ombro, feito luzes e olhos negros. Estamos a ir a conversar, escutando música, cantando. Chegando na balada, pagamos a entrada, fomos revistadas pelas seguranças, entramos, fui logo comprar um coquetel e as meninas também.
— Tem muita gente.
— Vocês não vêm aqui.
— Vim pouco, quase não tenho tempo devido ao trabalho — Falo sorrindo e olhando para Catarina, apesar do seu jeito, gosto dela, quero ser sua amiga assim como Luck.
— E você Jennifer, bom é Universitária, acredito sair e se divertir.
— Já te disse, não tenho amigos é da faculdade para a casa, sou do tipo que não nasci para namorar e tão pouco ter amigos — falo olhando para Catarina, ela olha-me e sorri, passa a mão no meu cabelo, arrependo-me do que fiz para eles, penso que ela será minha primeira amiga.
— Viemos aqui para dançar ou ficar se lamentando, vamos para a pista de dança — Dançamos, quando de longe a visto um homem olhando na nossa direção e quando fixo os olhos, vejo ser Michel, saio correndo na sua direção e ele some, olho para todos os lados e não o vejo.
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Atualizado até capítulo 49
Comments
Hadassa Ágata
JESUS,MEU CORAÇÃO TÁ ACELERADO😱😱
2024-04-29
1
Ana Regina Fernandes Raposo
O CARA NÃO ESTÁ MORTO, TEM QUE TER CUIDADO
2023-03-10
1
Rute Luiza
o fantasma.
2022-11-07
0