...Alejandro...
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...
Eu ainda não consigo acreditar nisso, o Jackie está na família a tantos anos, porque ele nos trairia agora, ou será que é a Bea, não quero nem pensar nessa possibilidade, a Amara ficaria arrasada, se a Bea estiver nos traindo, eu olho para os meninos que estão sentados na minha frente, Albert tenso e o Elliot decepcionado.
-Elliot, eu vou deixar você fica responsável pela Bea e pelo Jackie, eu vou também pedir ao Lucas para vir e te ajudar a encontrar a Soraya, o que não vai ser tão difícil, já que sabemos que ela se encontra com Jackie toda noite, mantenha ela e ele vivos até voltarmos… - Elliot me interrompe.
-Eu não vou deixar você enfrentar os russos sozinho, eu tenho que estar ao seu lado.. - Ele fala firme.
-Não se preocupe, eles não vão fazer nada comigo e também eles não querem me matar, esse plano de levar os filhos do Tatsuo foi com certeza ideia do Josh para nós atrair até lá. Por mais que isso possa parecer uma emboscada, o Orlov é esperto o suficiente para não deixar que nada aconteça comigo. E tem mais, eu tenho que ir, são inocentes que estão na mira. - Eu respiro fundo. -E eu tenho um plano, caso algo saia do controle. Albert você junta a equipe de soldados de Elite, vocês vem comigo.
-Você vai levar o Tatsuo? - Albert pergunta. - Ele está abalado, pode agir por impulso. - Ele conclui.
-Sim, mas ele confia em mim, e é a família dele. - Eu falo e vou em direção a porta. - Vamos?
Juntos vamos todos para sala, a Bea tem os olhos vermelhos, provavelmente estava chorando, Amara está ao seu lado e a Elle do outro. Ninguém fala nada e todos estão com o rosto sério. Eu me aproximei da minha esposa, toquei seus cabelos.
-Vamos para a Rússia querida. - Eu falei acariciando seus cabelos. - Bea, Elliot vai ficar aqui para te apoiar nesse momento, infelizmente, depois de pegar seu pai e a Soraya, nós vamos mantê-los presos, até que eu volte. Elle eu vou pedir para o Lucas vir para cá com a Isa, então vou deixa-lá para recepcioná-los, os acomode em nossa casa até a nossa volta. Tatsuo arruma suas coisas, você vem conosco. Iremos ficar os dias necessários para voltar com as crianças sã e salvas. - Eu falo e todos concordam, como tem que ser.
-Alejandro. - Bea me chama. - Eu gostaria de conversar com meu pai enquanto ele estiver preso. - Ela faz uma pausa. - E… eu também… Eu gostaria de me desculpar em meu nome e em nome da minha irmã, nós não temos nada haver com essa traição.
Eu a encaro sério, na verdade eu quero muito acreditar em sua inocência, Bea além de amiga da minha esposa, eu peguei carinho pela menina. Mas nesse momento eu tenho que ser coerente e com tudo isso acontecendo, todas as provas estão contra ela e sua família. Porém se ela for mesmo a informante, o melhor é mantê-la tranquila e vigiada. Eu tiro a expressão séria, pois ela está no rosto dela o quanto ela está mal e com medo, também tudo isso deve ter sido um choque para ela, caso ela seja inocente, mas devido ao meu histórico de confiar nas pessoas erradas, eu tento não me deixar levar pelos meus sentimentos.
-Desculpas aceitas, mas você está sem permissão de sair do lado do Elliot. - Amara me encara com um ponto de interrogação na testa, então eu sou franco. - Olha Bea, eu não desconfio de você, mas espero que você entenda meu lado, se realmente alguém da sua família é o informante, você e seu pai são as duas únicas pessoas que estão sempre na minha casa e tem acesso às minhas informações, então não entenda isso mal, eu apenas preciso garantir a segurança de vocês, são medidas de segurança. Além de que você e a Gigi estarão bem mais seguras na casa do Elliot, não sabemos quem mais pode estar ajudando a Soraya.
-Eu entendo perfeitamente, e eu agradeço por não me manter presa e me deixar ficar com a minha irmã, ela ainda é muito nova, mas com certeza isso também vai ser um choque para ela. - Ela fala e suspira.
Cazzo! A pequena Giulia, tem a idade do meu menino Zac, uma criança não deveria ter que passar essas coisas. Eu respiro fundo.
-Não fale nada com a Gigi, até termos certeza de algo. - Eu falo isso e volto para o meu escritório, dessa vez sozinho.
Eu me sento na minha cadeira e me encosto, fechando os olhos, Dio santo, se eu tivesse uma chave para voltar no passado, eu do fundo da minha alma, teria excluído a amizade que fiz com o Josh um dia. Ele pegou os filhos do Tatsuo, por minha culpa, fui eu, que na época confiei e contei a ele sobre o Tatsuo. Eu sinto a mão pequena da minha esposa nos meus ombros, eu a reconheço pelo cheiro maravilhoso que só ela tem.
-Você está muito tenso, Chefe. - Ela sussurra em meu ouvido, enquanto massageia meus ombros.
-Como não ficar minha Rainha, isso tudo é minha culpa. - Eu falo e ela deita minha cabeça no encosta para que eu olhe em seus olhos.
-Você não tem culpa de nada meu amor. - Ela falou olhando nos meus olhos e depois me deu um beijo casto. - Nós não temos culpa. - Ela completa.
-Fui eu quem disse ao Josh, sobre o Tatsuo. Mesmo na época ele pedindo para aquilo ficasse somente entre nós… E eu sou o responsável por vocês… - Ela me interrompe.
- O Josh era alguém de sua confiança na época, ele era como um irmão para você… - Ela suspira. - Você foi enganado, assim como todos. - Ela conclui.
-Eu fiquei tão preocupado em como me livrar do Josh, que deixei coisas básicas passarem, eu devia ter trazido os filhos do Tatsuo para cá, mesmo que a ex-esposa não quisesse vir, assim como devia ter trazido a Isa e o Lucian, por sorte não fizeram nada com eles... Eu abaixei a guarda. - Eu falo e sinto uma dor no peito. - Eu deixei o meu desejo de vingança me cegar. - Eu fecho meus olhos.
Ela passa o polegar lentamente pelo meu rosto.
-Você estava buscando uma maneira de proteger a todos nós amor, não se culpe tanto. - Ela vira minha cadeira e se senta no meu colo. - Você não é o único culpado aqui, e nós vamos trazer não só os filhos e a ex-esposa do Tatsuo, de volta e com vida, assim como ainda vamos trazer o Josh, e dar a ele o que ele merece. - Ela fala e depois me beija.
Ela se aconchega no meu peito, e inspira meu perfume, e eu faço o mesmo com o perfume de seus cabelos. Ficamos assim por um tempo, eu aos poucos me acalmo nos braços da minha mulher, ela me passa confiança, me trás paz. Mas logo somos tirados da nossa bolha, por alguém batendo na porta.
-Sr e Sra, as malas estão prontas, e o piloto avisou que o avião já está preparado no aeroporto. - A empregada fala.
-Tudo bem, Obrigado. - Eu respondo e a empregada sai. Eu beijo os cabelos da Amara. - Está pronta para nossa segunda Lua de mel minha Rainha? - Eu pergunto e ela me encara, mordendo o lábio inferior.
-Sempre estou pronta para você, Meu Rei. - Ela fala, com uma ponta de malícia e eu meu membro endureceu na hora, quando eu vi seus olhos brilhando de desejo, eu a beijei com intensidade.
-Eu.Te.Amo.Minha Rainha.Minha. - Eu falo possessivo, subindo as mãos por suas coxas. Ela arfa.
-Eu também te amo. - Ela fala e solta um gem’ido, quando aperto sua bun’da, e a puxo para mim pressionando minha intimidade na dela.
Eu aprofundo o beijo, e ela esfrega sua intimidade na minha, eu solto um gemi’do em seus lábios, e ela arfa novamente, quando passo meus dedos pela sua intimidade molhada, ela ge’me mordiscando minha orelha. Ela soltou meu cinto e desabotoou minha calça, colocando sua calcinha para o lado, ela colocou meu membro na sua intimidade encharcada, me fazendo ge'mer em seus lábios. Ela ge’me e eu rosno chupando o se’io dela por cima do tecido. Ela tira eles para fora do decote, me dando livre acesso, eu brinco com um depois com o outro, enquanto ela cavalga.
Ela se senta me fazendo ir fundo dentro dela, eu seguro firme em seus cabelos, puxando a cabeça dela um pouco para trás me dando livre acesso ao seu pescoço. Eu chupo ali antes de voltar aos seus lábios, ela ge’me alto, e eu seguro em sua cintura, aumentando a intensidade de seus movimentos. Eu amo estar dentro dela. Eu a coloco na minha mesa, penetra'ndo mais rápido e forte ela envolve as penas na minha cintura enquanto nossos olhos se encaram, eu não vou durar muito mais e eu quero que ela chegue lá comigo.
Eu sinto sua intimidade apertando meu membro, ela se contorce e arranha meus braços, eu sinto seu mel quente no meu membro que desliza para dentro dela com mais facilidade, com mais algumas estocadas eu chego no meu limite beijando seus lábios, eu amo o gosto da minha mulher.
Ofegantes e suados, eu a beijo novamente enquanto eu guardo meu membro e arrumo minha calça, ela fica na mesma posição, eu vou até o banheiro do escritório, pego uma toalha e limpo sua intimidade, que está sensível e inchada, linda, perfeita, gostosa.
-Vamos nos arrumar, quero chegar na Rússia o quanto antes. - Ela fala e se levanta para ajeitar sua roupa.
-Sim chefa. - Eu falo e ela sorri.
Juntos saímos do escritório, e vamos para o nosso quarto, pegar nossas coisas pessoais. Nos despedimos dos nossos filhos e vamos para o carro, onde nosso motorista nos aguarda. Vamos direto para o aeroporto e quando chegamos lá, vamos direto para a área de fretados, quando entro no avião, me surpreendo ao encontrar, Lucas e sua tropa, já no avião.
-Boa Noite Rei e Rainha, sentiram minha falta. - Ele fala se aproximando para nos abraçar. - Achou mesmo que eu ia deixar vocês embarcarem nessa missão sozinhos, o Bratva que nos aguarde. - Ele fala sorrindo e abraçando a minha esposa.
Eu o abracei e cumprimentei o resto do pessoal, eu realmente fiz uma nova família, quando conheci a minha Amara.
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Amo a maneira que o Ale trata sua esposa, como a Rainha que ela é.
Estavam com saudades do Lucas e da tropa?
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Atualizado até capítulo 63
Comments
Maria Helena Macedo e Silva
agora a tropa estar completa🤜🤛😉🌪💣💗
2024-05-17
0
Silvana Pereira
maravilhosos, essa tropa é do barulho!!
2024-02-14
2
Celma Rodrigues
Que maneira excelente de se preparar para uma missão não é Alejandro e Amara? 🤣 😂 Agora sim, com o Lucas e sua tropa a equipe está completa.
Não gostaria que a Bea fosse traíra. Mais ainda tem muitos mistérios para serem desvendados.
2023-02-05
1