-Não vá, fica aqui comigo.
-Buscarei um remédio para você e já volto.
-Promete? Jura que não vai me deixar?
-Juro, dorme que logo estarei de volta.
Saí e fui ao meu quarto trocar minha roupa molhada, deixarei ele pegar no sono e volto lá para fazer o curativo e dar a injeção de antibiótico. Esperei meia hora e voltei, ele dormia feito um anjo, entrei, sei que agora não vai acordar, dei a injeção de antibiótico, fiz o curativo do ombro e descobri para fazer o curativo da coxa, acabei e saí do quarto.
Ainda é cedo, peguei meu notebook, me sentei na sala e escrevi um hot, porque só assim minha mente conseguirá relaxar, colocando no papel tudo o que eu queria poder fazer com o homem do quarto ao lado. Este é um bom nome de livro. Vou salvar, escrevi quase três mil palavras, quando me dei conta já era de madrugada. Fui ao quarto dar uma olhada em meu paciente que dorme tranquilo, sem febre e fui ver se consigo dormir um pouco, porque já estou completando duas noites sem dormir, daqui a pouco parecerei um zumbi.
“Roberto”
Acordei e a casa está um silêncio, como será que vim parar aqui? Este negócio de esquecer o dia que passou está me deixando estressado.
Levantei e estou nu, nossa, como isso aconteceu? Será que fiz alguma coisa com a Rose e agora não me lembro? É melhor procura-lá e sentir como está, mas como vou sair do quarto sem roupas?
Preciso ir ao banheiro com urgência, enrolei o lençol na cintura, abri a porta e atravessei a sala em direção ao banheiro, muito estranho a única alma que vi foi o Fígaro, fui ao banheiro saí fiz um carinho na cabeça do gato e ia indo de volta para o quarto, vi um notebook em cima da mesa da sala, será que ela coloca senha? Senão, posso tentar pesquisar a placa da moto que tem no galpão, que com certeza deve ser a que cheguei até aqui.
Abri o notebook e Rose não fechou, tem um texto sendo escrito, ela é escritora? O nome da história, “Felicidade”, parece um romance, corri o mouse até a última atualização, que foi ontem à noite. Comecei a ler:
***Cheguei na praia e Antônio estava deitado na areia, parecia absorto olhando as estrelas. Cheguei perto e ele esticou o braço e pediu para que eu me deite com ele. Sei que se fizer isso não terá volta, mas meu amor por Antônio só cresce a cada dia, resolvi me deixar levar. Deitei-me em seu braço, que logo me puxou para mais perto, me beijou, calmamente, como se me absorvesse a cada toque.
-Melissa, você realmente está comigo, não é uma miragem?
-Não, Antônio, estou aqui e agora é para sempre.
-Meu amor, vou te mostrar que nossos corpos são um só.
Antônio começou a me beijar, enfiou a língua brincar com a minha e logo sua mão estava em meu seio, massageando o bico que ficou pronto para que ele chupasse, tirou meu biquíni e ficou olhando com admiração para meus seios, desceu devagar e saboreou cada um, desceu a mão e achou minha intimidade, me abri para ele esperando o contato da mão em meu clitóris. Ele logo achou e massageou, eu gemi de prazer em sua mão.
-Rebola para mim, querida, vou te deixar tão pronta que gritará meu nome na hora de nossa ligação.
-Tenho medo, Antônio, me disseram que sentirei dor.
-Confie em mim, farei você sentir bem mais prazer do que dor.
-Confio, meu amor.
Antônio tirou minha calcinha e abaixou a cabeça me chupando, eu quase não acreditei no que estava sentindo. Quando ele enfiou a língua, eu já estava desesperada de prazer. Antônio subiu até perto de meu rosto, fiquei tensa por um momento, mas logo a mão dele estava em meu clitóris de novo, me excitando e, quando senti o membro dele me penetrando, a ardência não foi tão grande e logo eu estava entregue ao prazer do meu amor.***
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Atualizado até capítulo 121
Comments
Marli Da Silva Gouvêa Castro Rosa
Quando ela disse o homem do quarto ao lado, já pensei que seria ótimo para um título de livro.
2025-01-17
4
Bernadete Barros Rocha
Uauuuuuu que deliciaaaa de capítulo autora maravilhosooo
2025-01-09
2
Débora Oliveira
linda história
2024-12-15
1