Capítulo 7: A Caçada pelos Artefatos Perdidos

Parte 1

Após o sucesso temporário em repelir a entidade, o grupo se deu conta de que precisavam desesperadamente dos artefatos mencionados no livro antigo. Esses itens pareciam ser a chave para a contenção definitiva da força que os atormentava.

Sarah, olhando para os outros, disse: “Nós sabemos que os artefatos foram escondidos ou destruídos. Precisamos descobrir suas localizações antes que a entidade recupere sua força total.”

Michael, revirando os mapas antigos da fortaleza, comentou: “Se esses artefatos estão em algum lugar, devem estar em áreas que ainda não exploramos completamente. Talvez nas catacumbas ou em câmaras ocultas.”

Amanda, que estava examinando mais uma vez o livro, encontrou uma pista: “Aqui, há menções vagas de uma sala oculta nas profundezas da fortaleza, onde os itens mais perigosos eram guardados. Deve ser lá que encontraremos o que precisamos.”

Parte 2

Decididos a encontrar os artefatos, o grupo se preparou para descer às partes mais antigas e inexploradas da fortaleza. Jonathan e Ethan lideraram o caminho, usando o equipamento de mapeamento para tentar localizar a sala oculta mencionada no livro.

“Essas áreas são instáveis,” disse Jonathan, enquanto guiava o grupo por um corredor estreito e cheio de escombros. “Precisamos ter cuidado, ou podemos acabar presos aqui embaixo.”

Ethan, ajustando seus sensores, concordou: “Estamos vendo algumas anomalias nas leituras. Pode haver energia residual dos rituais antigos, então precisamos estar prontos para qualquer coisa.”

Sarah, seguindo de perto, perguntou: “Você acha que essa energia pode nos ajudar a localizar a sala? Talvez haja uma concentração maior onde os artefatos estão escondidos.”

Ethan respondeu: “Possivelmente. Se houver uma fonte de poder antiga ligada aos artefatos, os sensores devem detectá-la.”

Parte 3

À medida que avançavam, o grupo começou a sentir uma presença mais forte e opressiva. As paredes pareciam mais próximas, e o ar, mais denso. Amanda começou a sentir uma pressão crescente, como se algo estivesse observando cada passo que davam.

“Está ficando mais difícil respirar aqui,” Amanda sussurrou, sua voz carregada de nervosismo. “Vocês sentem isso também? Como se estivéssemos sendo vigiados?”

Jonathan parou por um momento, olhando ao redor. “Sim, algo está definitivamente diferente. Pode ser um sinal de que estamos nos aproximando do que estamos procurando... ou de que estamos entrando em uma armadilha.”

Michael, com um mapa na mão, analisou a situação. “Se o livro estiver certo, a sala oculta deve estar logo à frente. Mas parece que precisamos passar por um antigo santuário primeiro.”

Parte 4

Ao entrarem no que parecia ser o santuário, o grupo foi recebido por uma visão aterrorizante: as paredes estavam cobertas de símbolos antigos, alguns dos quais pareciam ainda brilhar com uma luz fraca e sinistra. No centro da sala, havia uma estátua imponente de uma figura encapuzada, com as mãos estendidas como se estivesse oferecendo algo.

Sarah, examinando os símbolos, comentou: “Esses símbolos são diferentes dos que vimos antes. Eles parecem mais antigos e... mais poderosos. Talvez essa seja a proteção final antes da sala oculta.”

Amanda, tocando a estátua, sentiu uma vibração através da pedra fria. “É como se essa estátua estivesse viva, esperando por algo. Talvez ela seja a chave para abrir a sala oculta.”

Michael, examinando as mãos da estátua, notou um espaço vazio. “Pode ser que algo deva ser colocado aqui. Um artefato que a própria estátua esteja pedindo.”

Parte 5

O grupo começou a vasculhar o santuário em busca de pistas sobre o que poderia estar faltando. Jonathan encontrou um pedestal no canto da sala com inscrições antigas.

“Isso pode ser um enigma,” disse Jonathan, tentando decifrar as inscrições. “As palavras falam sobre sacrifício e recompensa... talvez precisamos oferecer algo para desbloquear o caminho.”

Ethan, preocupado, perguntou: “O que exatamente deveríamos sacrificar? Algo nosso ou... talvez algo que encontramos?”

Sarah, refletindo sobre o que haviam descoberto, sugeriu: “Pode ser que o próprio livro seja a chave. Ele contém informações sobre rituais e invocações. Vamos tentar colocá-lo na mão da estátua.”

Parte 6

Com hesitação, Sarah colocou o livro nas mãos da estátua. Imediatamente, uma reação foi desencadeada: os símbolos nas paredes começaram a brilhar mais intensamente, e a sala tremeu levemente. A estátua começou a girar lentamente, revelando uma escada em espiral que descia ainda mais profundamente na fortaleza.

“Conseguimos,” disse Sarah, aliviada, mas ao mesmo tempo, ansiosa pelo que viria a seguir. “Mas isso é só o começo. A verdadeira prova ainda está por vir.”

Amanda, olhando para a escada que descia na escuridão, murmurou: “Precisamos estar preparados. Não sabemos o que nos espera lá embaixo.”

Jonathan segurou a lanterna com firmeza e disse: “Vamos continuar. Temos que pegar os artefatos antes que a entidade fique mais forte.”

Parte 7

A escada levava a uma câmara secreta, muito mais antiga e bem preservada do que o restante da fortaleza. No centro da sala, havia três pedestais, cada um segurando um artefato diferente: um medalhão, um bastão ornamentado e um espelho antigo, coberto de poeira.

Ethan, examinando os artefatos, disse: “Esses itens irradiam uma energia diferente. Acho que encontramos o que estávamos procurando.”

Sarah se aproximou dos artefatos, mas sentiu uma resistência invisível, como se uma barreira os estivesse protegendo. “Precisamos descobrir como desativar essa barreira. Os símbolos que encontramos no livro podem ser a chave.”

Amanda, observando o espelho, comentou: “Este espelho... parece estar conectado a algo. Talvez a entidade esteja ligada a ele de alguma forma.”

Parte 8

Michael começou a traçar símbolos ao redor dos pedestais, seguindo as instruções do livro. À medida que completava o ritual, a barreira invisível começou a enfraquecer, até desaparecer completamente.

“Está funcionando,” disse Michael, enquanto terminava o último símbolo. “Podemos pegar os artefatos agora.”

Jonathan, pegando o bastão, sentiu uma onda de poder atravessar seu corpo. “Isso... é mais forte do que eu imaginava. Precisamos ter cuidado com esses itens.”

Sarah pegou o medalhão e Amanda, o espelho. “Esses artefatos são a chave para conter a entidade,” disse Sarah. “Mas precisamos usá-los corretamente, ou podem nos destruir.”

Parte 9

Com os artefatos em mãos, o grupo começou a planejar como usá-los para finalmente derrotar a entidade. Sabiam que o confronto final estava próximo e que não podiam se dar ao luxo de cometer erros.

Amanda, olhando para os outros, disse: “Temos que voltar ao centro da fortaleza e usar os artefatos juntos. Eles devem ser ativados ao mesmo tempo para criar a barreira que precisamos.”

Jonathan, concordando, afirmou: “Se conseguirmos fazer isso, podemos finalmente conter a entidade e acabar com esses tormentos.”

Sarah concluiu: “Vamos seguir com cuidado. Este é o nosso último chance. Se falharmos, a entidade será libertada para sempre.”

Com essa determinação, o grupo se preparou para enfrentar a entidade com tudo o que haviam aprendido e descoberto. A batalha final estava para começar, e o destino de todos dependia do sucesso ou fracasso de seus esforços.

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