capítulo 16

DOMINIC MARTINI

DIA SEGUINTE.

Passei a noite inteira pensando nas palavras de Eudora. Senti que ela se sentiu tristes com as minhas palavras. Será que fui muito rude?.

Bem agora não é o momento de pensar nisso, agora que a inauguração acabou, devo focar na empresa no momento e depois voltar. Não sei muito bem o que aconteceu para estar tão emotiva, porém nada me tira da cabeça que ela está grávida. Isso só é um motivo para estar ainda mais longe dela.... Pensei que poderia tê-la ao meu lado, mas por enquanto vai ser perigoso.

O meu pai quer que me case com ela, mas sempre achei isso complicado de mais, mesmo que fosse apenas por negócios entre famílias. Devo focar em expandir o meu poder, e depois posso pensar em casa e ter uma família.

Todos aqueles bandidos de merda estão querendo a minha cabeça e não mediria esforços para te-la. Assim que matar todos eles, vai estar seguro o suficiente para me te-la nos braços e se possível a criança que carrega em seu ventre... Se ela realmente estiver esperando um filho meu.

Chamada ativa...

— Alô, filho? — o meu pai me liga.

— Sim? — Pergunto calmamente, ajeitando o meu terno.

— Vem no restaurante palace, vou estar esperando ao lado dos acionistas da nova empresa. — Diz.

— Ok, já estou indo.

Assim que termino saio do quarto e pego o elevador. Dois seguranças me seguem para a minha segurança.

____________________

...NARRAÇÃO: AUTORA. ...

Eudora irá ao encontro do seu pai em um restaurante, e logo em seguida irá pega o avião para volta para casa. Ela vai tentar de tudo para conseguir provar ao seu pai que não depende dele para nada e muito menos da sua mãe. Caso ela não consiga, irá tomar uma decisão definitiva!

Ela desce do carro, assim que o motorista abre a porta do carro. O seu pé levemente se mostrar do lado de fora, revelando o seu charme logo em seguida. Ela dá passos leves, enquanto um dos seus seguranças segura a sua bolsa.

Há muito tempo, ela não podia anda assim tão livre, pois seu pai ainda era um gangster sem muito poder e com muito inimigos.

— Pai, mãe — Fala levemente ao chegar na mesa. O seu segurança arrasta a cadeira levemente para ela se sentar. — Obrigado Billy — Fala e o seu segurança se reverência levemente, deixando a bolsa dela na cadeira ao lado e saindo logo em seguida.

— Filha, até que fim a vi.— Jhully fala com a sua filha, com um pouco de aborrecimento.

— Desculpe, aconteceu um pequeno imprevisto e não deu para me vê-la, mãe — Diz, cruzando as suas pernas calmamente. Eudora é uma mulher elegante e educada apesar de tudo...

— Eudora, como ousou não vir falar com os seus pais, assim que chegou a Londres? E por que diabos não me atendeu quando fui ao seu quarto? Está querendo fugir das suas obrigações? — Fala num tom baixo, mas ainda assim levemente irritado.

— Haha! — Dá risada baixinha, deixando o seu pai mais irritado e a sua mãe curiosa. — Não tenho obrigação nenhuma, apenas vim a essa comemoração por respeito ao sr. Alan, que queria a minha presença. Quer dizer, isso foi o que o Sr. Me disse, pai. — Fica seria, enquanto chama o garçom, que vem rapidamente ao seu chamado.

— Haa! Sua garota inso... — Interrompido

— O que deseja srta? — Pergunta.

— Uma água e um bife — Diz educadamente e o garçom sai.

— Filha, você está diferente de antes.. — Jhully fala num tom preocupado..

— Ela está assim por que você a mimou muito! — Vinci diz, colocando os dedos nas têmporas.

— Bem, vou responder cada pergunta de vocês meus queridos pais. Por onde começo... Ah! Então pai, eu não o recebi em meu quarto, por que havia saído para tomar uma ar fresco. — Mente, sem fazer expressões suspeitas.

— E as mensagens que mandei? — Pergunta.

— Oh, eu não havia levado o meu celular.— Diz, e o seu pedido chega. Vinci a olha suspeitando dela e tentando achar alguma falha nas suas palavras.— Mãe, respondendo a sua pergunta; eu não mudei, apenas estou me adaptando, antes de me tornar dona de mim. — Jhully fica incrédula com as palavras da sua filha.

— Eudora você não vai chegar a lugar nenhum desse jeito, então por que não para com isso e faça o que lhe mandei? Você nunca vai precisar trabalhar ou ser deserdada. — Diz num Tom serio e frio. Eudora começa a rir. — Qual é graça? — Pergunta irritado.

— Pai, o Sr. É um gangster e eu sou a sua filha, então nunca voltaria atrás com as minhas palavras. — Bebe água e come o seu bife.

Os três ficam conversando calmamente durante a refeição, mas Eudora não pensa em mudar de ideia. O seu pai não gostou nada disso, mas não irá intervir... Por enquanto! Já Jhully, não sabe o que dizer; ela apenas aceitou as palavras da sua filha.

— Bem, pai, mãe, agora devo ir ou chegarei tarde no aeroporto. Até logo — Abraça os dois e o motorista abre a porta para a sua chefe.

Vinci e Jhully não irão nesse mesmo dia, mas sim na próxima semana: eles resolveram ficar e passear um pouco sobre as ruas de Londres.

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