capítulo 2

...----------------...

Restaurante sallange. — Dois dias depois do jantar.

Como esperado o jantar foi uma merda e não tive como escapar. No fim de tudo Dominic o Filho do senhor Alan me levou para casa, porém não dissemos uma palavra durante o caminho.

Ágora estou aqui sentada num restaurante, esperando por ele. Não queria vir a esse encontro, mas não tive escolha. O meu pai me obrigou a vir. Ele insiste que me case com Dominic, um homem impiedoso e frio e tudo isso para ambas as partes ficarem ainda mais poderosas.

Mensagem°

Helionor ¹ (on)

— “Dora, você vai para o casamento da Iizy?”

— “Sim, irei. Não quero que eles pensem que não superei.”

— “ Mas Dora, ela roubou o seu namorado! E sem contar que isso é o cúmulo.”

Mensagem*

Quando paro para pensar nisso o meu coração doi muito, eu realmente recebi um golpe grande. Eu poderia muito bem não ir nesse casamento, mas se eu não for vou dar motivos para falarem que ainda gosto daquele homem maldito.

Talvez a minha vida fosse diferente se não fosse a filha de um gangster. Todos me desprezavam, fazendo-me sofrer bullying e sem contar com o medo das pessoas em se aproxima.

Quando imagino que a lizy roubou alguem que eu amava me machuca intensamente, mas a culpa não é só dela. O Bryan também se aproveitou da minha inocência e me usou, porém vou mostrar que superei essa dor, mesmo que seja uma mentira.

— Senhorita, a sua bebida. — O garçom trás o meu quinto copo.

— Obrigada.

Fico pensando o que esse maldito Dominic está fazendo para demorar tanto, estou começando a ficar entediada. Haha! Mas vou esperar por mais alguns minutos, não quero ter problemas com o meu pai, por não ter esperado aquele cara. Assim que ele vir vou dá um fora nele e sair, não quero me envolver com os negócios do meu pai e muito menos casar com alguém que nem gosto.

— Desculpe a demora. — Falando no diabo. Dominic, ajeitar o seu palito e se senta a minha frente.

— Não tem problema, já que essa é a primeira e última vez que o senhor vai me fazer esperar tanto. — Digo com uma expressão calma, enquanto levo o meu copo até os meus lábios vermelhos.

Dominic apenas me olha como se não se importasse com as minhas palavras. Ele acende um cigarro de menta, sem se importa com as pessoas ao redor e claro, ninguém ousar falar algo, já que todos sabem quem é ele.

— Então Srta. Darcy, vamos direto ao assunto. Não quero perder o meu tempo com bobagens, então vou dizer algo. Já dei tempo o suficiente para srta fugir, mas ainda assim permaneceu aqui me esperando.

— Haha! Ok, vamos direto ao assunto. — Tomo mais uma dose da minha bebida.

— Não quero mais vê-la, eu não acho que uma relação por interesses vai dar certo.

— Senhor Martini, para começo de conversar nunca quis ter algo com você, estou apenas aqui pelo meu pai. Mesmo que não falasse nada, eu mesmo teria feito. — Termino minha bebida e se levanto do meu acento. Ele me olha nas profundezas dos meus olhos castanhos, como se estivesse avisando que não gostou das minhas palavras rudes. — Bem, agora devo ir. Passa bem! — Pego a minha bolsa e saio sem fizer mais nada. Já que não vejo motivos de prolongar algo tão simples.

_____________________

Alguns Minutos Depois.

Fico do lado de fora do restaurante, esperando o meu segurança vir me buscar. Estou com uma leve tontura, devo ter exagerado na bebida.

Um carro escuro para na minha frente e o vidro do fundo se abre, revelando um semblante sério e frio.

— Deixe-me leva-la para casa, srta. Darcy — Fala calmamente.

— Não precisa se preocupar Sr. Martini, logo o meu segurança virá — respondo.

— Vamos, não quero que o seu pai fale que eu não fui um cavaleiro ao não levar a srta para casa. — Diz com um olha distante.

Bem, acho que não é um problema ir com ele. Estou sem paciência de esperar por meu segurança, sem contar que estou com uma dor de cabeça.

— Ok — O motorista do carro desce e abre a porta para me. Entro rapidamente, o frio está mais intenso.

Não digo uma palavra durante o caminho inteiro, e nem me importo em falar algo. Após alguns minutos o carro para na frente do hotel onde moro, desço assim que o motorista abre a porta.

— Obrigada pela carona Sr. Martini e até nunca mais — Digo e saio sem esperar uma resposta, porém tenho um leve impressão de que ele sorriu.

A presença de Dominic Martini é como estar num ninho de cobras, onde a qualquer momento você pode ser atacado; ele exala o veneno de uma cobra peçonhenta que está pronta para dar o bote. Graças aos Deuses não vou encontrar-lo novamente, porém a questão é o velho; ele não vai me deixar em paz.

Baixar agora

Gostou dessa história? Baixe o APP para manter seu histórico de leitura
Baixar agora

Benefícios

Novos usuários que baixam o APP podem ler 10 capítulos gratuitamente

Receber
NovelToon
Um passo para um novo mundo!
Para mais, baixe o APP de MangaToon!