capítulo 10

DIA SEGUINTE.

Acordei logo pela manhã para ir ao trabalho, mas antes disso tomei café ao lado dos meus pais. Os dois ainda me olham estranho, deve ser devido ao clima de ontem a noite.

Passei a noite inteira pensando em como agir para me sair dessa situação complicada e criar o meu bebê longe de qualquer perigo.

Primeiro devo colocar bastante dinheiro numa conta privada e secreta, para isso devo mostrar as minhas as habilidades como filha de um gangster. Devo achar um emprego de meio período por um mês, após a inauguração, que acontecera em duas semanas, sem contar com uma casa. Após conseguir o emprego como fachada vou sair do caffe por uns tempos e deixar tudo nas mãos de Ayla e dos outros funcionários de confiança. Em seguida devo pedir a minha amiga de confiança, Helionor para comprar uma passagem para algum país distante. com mais tempo vou pensar direito no que fazer.

Ando pelas ruas movimentadas da Alemanha, acompanhada por dois seguranças, apenas por precaução e porque o meu pai insistiu. Apesar de ser severo, ele continua super protetor. Hoje ele saiu para resolver algumas coisas na sua organização e na empresa de fachada que maneja, já a minha mãe saiu para ir ao salão e fazer compras: ela também tem alguns negócios, mas nada que envolva coisas ruins.

As vezes é um saco, por que até ela me enche com esse negócio de encontro as cegas. Ela insiste que me case com Arthur Germin, o filho de um advogado corrupto, que quer somente o poder da minha família e status.

Bem, seja lá como for não irei dar esse gostinho a ninguém, principalmente a ela. Apesar do jovem Arthur parecer ser uma boa pessoa.

Após alguns minutos chego numa loja de conveniência, onde vende varias coisas, devo comprar algumas coisas para levar para a viagem. Devo comprar antes, pois sou uma pessoa muito ansiosa e rápida, não quero que nada falte durante essa viajem a Londres.

— Oh, srta. Darcy? — Uma voz família chama o meu nome, e por coincidência é o Arthur.

— Oh, Sr. Germin!

Ele me cumprimenta, com um beijo na mão e em seguida ficamos conversando por alguns minutos, ele é uma pessoa interessante de se conversar.

— Que tal irmos tomar um café e comer algo, aqui perto? — Pergunta com educação.

— Oh, claro — Acabo aceitando, já que quase não tomei café direito no café da manhã.

Vamos até uma lanchonete perto da loja onde estávamos, e os meus seguranças me esperam do lado de fora, enquanto fumam cigarros. Se sentamos a uma mesa e pedimos algo para comermos e tomarmos, enquanto conversamos um pouco mais.

— Então Srta. Darcy, pensou no que lhe disse da última vez? — Pergunta com um olhar esperançoso.

— Oh sim. Eu já tenho uma resposta há um tempinho, mas não tive a oportunidade de lhe dizer. Então sr. Germin, eu realmente o acho interessante, porem não quero me envolver, além disso. Eu não quero machucar-lo e muito menos envolve-lo no meu mundo, sinto que cada vez que o vejo, percebo que isso não passa de uma pequena fachada, onde você é o bobo e o seu pai é chefe. Devemos encerrar esse tipo de ideia, antes que você se machuque. — Falo, sabendo das intenções do seu pai, mesmo que não seja culpa desse pobre homem a minha frente.

— Entendo, mas eu realmente sou sincero em querer se envolver ainda mais com a srta. Eu não me importo com o que o meu pai quer, só quero que você me dê uma chance. Mas já que não quer se envolver comigo, irei respeita-la.— responde num tom distante e compreensível, mas ao mesmo tempo sério e sinistro.

— Fico grata que entendeu. Bem, agora devo ir, muito obrigado pela refeição — Me despeço de Arthur e saio sem dizer mais nada. Ele fica parado no seu lugar sem dizer uma palavra.

_______________________.

DUAS SEMANAS DEPOIS.

Agora estou no avião para ir a Londres, para a grande inauguração e comemoração da empresa dos Martini. Logo irá decolar, mas parece que estão esperando alguém importante vir a bordo. Os meus pais foram há dois dias antes, pois queriam ser pontuais, resolvi ir hoje, já que dias atrás tinha que preparar tudo para sair do caffe e deixar tudo nas mãos de Ayla.

Estou um pouco enjoada, por sorte ainda tenho comprimidos para náuseas, minha médica médico receitou para tomar durante essa fase enjoada. Fico pensando em algumas coisas, enquanto olha para a vista de fora da janela. Ouço uma voz famíliar chama o meu nome, após se senta ao meu lado. Me viro para olhar a pessoa ao meu lado e fico surpresa…

— Sr. Martini! O que faz aqui!? — Fala em surpresa.

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