Capítulo Doze

Charlie Cliford

Acordo com os meus filhos na minha cama, me perguntando que horas a Ella chegaria.

—Já estão sentido a falta dela?— pergunto, mas até mesmo eu desejaria que ela estivesse na fazenda.

— Papai, o senhor está namorando a Ella?—Bella pergunta-me com entusiasmo, fazia tempo que não a via assim, desde que havia aprendido a cavalgar e quando ganhou o seu primeiro cavalo.

— Gostaria que eu estivesse namorando a Ella?

— Sim! Mas ela vai morar aqui na fazenda não é?—Bella me pergunta.

— Ainda não sei, mas acho que seria o melhor a ser feito, já que ela cuida de vocês, o que acham disso?

—Charlie, uma das vacas está prestes a ter seu bebê, o pai me pediu para te chamar—disse o Jack entrando no meu quarto.

— Tio Jack a Ella vai morar aqui na fazenda.

— Sério? Seu pai está mais rápido que a velocidade da minha caminhonete, ela vai dormir na sua cama? Se for aqui neste quarto, é melhor trocar esse colchão, ele já está impregnado com o cheiro de todos animais que cuida—disse o Jack, sendo sarcástico como sempre.

— Deixa eu ajudar o pai, melhor trazer um bezerro a esse mundo do que escutar as suas piadinhas.

— Papai, podemos ver a Ella na fazenda da vovó Dete?—Bella me pergunta e o Bil também me pede.

—Assim que eu voltar, iremos ao hotel fazenda, iremos almoçar no restaurante de lá e vocês podem ver a Ella.

Eles ficam felizes e eu saio do quarto, escutando o meu irmão dizendo que o pai dos seus sobrinhos também está com saudades para ver a babá deles.

De certa forma ele tem razão, cada momento que passei com Abby na noite anterior, só me fez desejá-la ainda mais, não estava sendo fácil.

Não demorou muito e a vaca teve seu filhote, voltei para casa, tomei um banho, me arrumei e passei um perfume, o que me fez ter que ouvir o meu irmão zombar por eu estar perfumado mais do que todo o jardim da fazenda.

— Cuidado crianças, não deixem seu pai fechar as janelas do carro, senão vocês vão acabar sendo sufocados pelo cheiro de álcool do perfume do pai de vocês—disse Jack, ainda zombando.

— Eles já estão acostumados com o cheiro do tio deles de neurônios queimados, não será difícil para eles sentirem ao menos um bom aroma que vem do pai deles— digo rindo e meu pai também sorri.

Entro no carro com os meus filhos e dirijo até o hotel da Bernadete, assim que estaciono o carro, vejo a Abby passando em direção ao estábulo, ao que parecia, ela havia cavalgado, seus cabelos soltos, uma calça colada, uma blusa escura, ela estava linda, assim que ela desce, um homem aparece e a acompanha, penso que talvez seja um dos hóspedes, então não me importo muito, saio do carro com as crianças que logo correm em direção ao hotel assim que vêem a Bernadete.

Tranco o carro com suavidade, meu coração batendo ansioso para beijá-la, enquanto me aproximo de Abby. Num instante, testemunho aquele homem se ajoelhando e a olhando com ternura, revelando uma caixa que guarda uma aliança. Embora eu não esteja imediatamente próximo a eles , é inegável que a mulher que mais uma vez conquistou meu coração está prestes a ser pedida em casamento e não era eu quem lhe fazia o pedido.

Continua...

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Comments

Fatima Maria

Fatima Maria

GENTE O QUE É ISTO?¿ O CÃO QUANDO NÃO VEM, MANDA O SECRETÁRIO(DIABO) VAI PRA LÁ EMCRENCA. UFFFFFF

2025-03-20

0

Livia Marina Romao Salmazo

Livia Marina Romao Salmazo

Ah que coisa hein!

2024-07-30

3

luciane souza

luciane souza

Eita melou 😮😮😮😮

2024-06-22

3

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