Charlie Cliford
Meu pai olhava para a cafeteira e para Bernadete e eu sabia o motivo daquele utensílio estar ali, uma aposta dela com o Jack que se eu fosse a um encontro ela daria a cafeteira do hotel para ele.
— Jack, a cafeteira é sua!
— E o que fez a senhora mudar de ideia? Não vai me dizer que o Charlie tem um encontro, a Ella vai permitir isso?—Jack pergunta olhando para Ella que estava relutante ao olhar na minha direção.
— Claro que ela vai permitir, se ela quem vai a um encontro com ele, se não quer ganhar a cafeteira, então vou levá—la de volta para o meu hotel—disse Bernadete e o meu irmão rapidamente abraçou a cafeteira e sorriu para mim, como se tivesse agradecendo pelo presente.
— Preciso ir, tenho que preparar tudo para o encontro de vocês que será no meu hotel, você não vai escapar Charlie, até seus filhos querem que se encontre com a Ella, se duvida de mim, pode perguntar a Bella o que eles pediram de presente de natal ao papai noel este ano—disse Bernadete e logo olho para os meus filhos, os dois pareciam felizes com isso.
Saio em direção a Bernadete e pergunto:
— É por isso que queria que eu fosse a um encontro com a filha da sua amiga?
— Não é só pelos seus filhos, mas por você, já está na hora de ser feliz—disse ela, agindo como uma boa mãe.
— Eu já sou feliz, tenho um bom trabalho, meus filhos e minha família.
— A quem você quer enganar Charlie? Não sou mais jovem, sei muito mais sobre a vida do que você possa imaginar, ninguém é feliz sozinho, sem contar que sei sobre você e a Abby, ela não me contou muito sobre o passado dela, mas sei que ela não voltou para o Texas só por que estava com saudades dos momentos que viveu aqui, vocês dois precisam um do outro, mais do que tentam negar, eu vejo fogo e paixão e ambos tem uma história inacabada, apenas dê uma chance a si mesmo de descobrir que sua felicidade não se resume ao que já possui—disse Bernadete e logo subiu em seu cavalo.
O dia foi intenso, eu não conseguia parar de pensar no que aconteceu mais cedo com a Abby e no que poderia acontecer no nosso encontro a noite.
Passei o dia dando as vacinas dos bois e ouvindo o Jack e James falar sobre o meu encontro e como deveria ou não tratar uma mulher no jantar.
Já era noite quando entrei na minha casa, os meus filhos já estavam dormindo e Abby estava na cozinha lavando os pratos, aproximei dela sem que notasse e toquei eu seus cabelos o cherei e disse:
— Vou tomar um banho e logo saímos.
— Para onde?— disse ela sem sequer me olhar.
— Hoje temos um encontro, em meia hora saímos.
— Achei que não era o momento, ou você mudou de ideia?—ela perguntou ainda tentando fingir que nada havia acontecido mais cedo.
— É apenas um encontro, não quero decepcionar a Bernadete, então por favor me ajude indo a este encontro.
Saio de lá, vou para o meu quarto, me arrumo e assim que saio, sento no sofá e aguardo ela aparecer, logo sinto o perfume doce, na sala e assim que a olho, fico hipnotizado, ela usava um vestido florido, botas e o meu chapéu que havia a dado no passado quando ganhei um torneio de rodeio na cidade.
Saio com ela e logo abro a porta do carro e após ela entrar, entro e dirijo até a fazenda vizinha da Bernadete.
Sob o vasto céu escuro do Texas, eu estava bastante ansioso, entramos no restaurante do hotel que havia sido preparado apenas para nós dois, vesti meu melhor traje, com a minha camisa xadrez nova, meu chapéu de cowboy, ela com um vestido leve e botas de couro. O aroma de churrasco pairava no ar, enquanto música country tocava no ambiente.
Sentamos em uma mesa de madeira rústica, ela olhava para o horizonte poeirento e trocando sorrisos tímidos. Chegaram dois pratos de costelas suculentas, uma especialidade da Bernadete e Abby compartilhava nossas histórias.
A atmosfera descontraída e a música ao vivo criaram um cenário perfeito para uma dança improvisada.
Me levanto e ergo o meu braço ao som de uma melodia nostálgica, a giro e trocamos passos de dança, nossos olhares eram quentes, eu a desejava de uma forma tão incontrolável que o meu corpo dava sinais claros.
À medida que a lua brilhava no céu, trocamos olhares cúmplices eu sabia que aquele encontro seria muito mais do que apenas uma refeição. Era o início de uma jornada compartilhada, onde o nosso calor humano se entrelaçavam, criando memórias que perdurariam, saímos do restaurante e entramos na caminhonete para voltarmos para a fazenda, antes de chegarmos, ela toca na minha perna, eu a encaro e imediatamente paro o carro e de forma voraz ela vem para o meu lado do carro e toca em meu cinto o tirando de forma lenta, enquanto toca seus lábios em meu pescoço, o que me deixa alterado e louco para tê-la ali mesmo.
Toco nela e rasgo um dos lados da sua calcinha, levanto seu vestido e ela senta em cima de mim, enquanto me beija com prazer.
Continua...
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Atualizado até capítulo 36
Comments
Fatima Maria
EITA MOLESTA DOS CACHORROS QUE TESÃO QUE ELES ESTÃO SENTIDO.😋🔥😉
2025-03-20
0
Celia Chagas
Eita 🔥🔥🙂🙂💯
2025-02-21
1
Livia Marina Romao Salmazo
Eita porra qu calor é esse?
2024-07-30
6