NICOLAS NARRANDO
Levei Antonella para o meu apartamento. Ela me questionou várias vezes, estava brava como uma pantera, me deixando completamente excitado com sua desobediência e suas respostas repentinas de forma malcriada.
Assim que chegamos no condomínio, dei a volta no carro e abri a porta, tentando ser cavalheiro, mas ela se recusou a pegar na minha mão e quase passou por cima de mim para sair do carro.
Quando chegamos ao meu apartamento, Antonella ficou parada fazendo birra. Mandei ela entrar e pedir para me acompanhar até o meu quarto.
Já tive muitas submissas, mas nunca trouxe nenhuma para minha casa, muito menos deixei entrar no meu quarto. Antonella é a primeira mulher que se deita na minha cama.
Por mais que Antonella esbravejasse e a sua boca falasse algo, o seu corpo reagia de forma diferente, Nem precisei tocar nela para ver os seus pelos se arrepiarem.
Ordenei que ela ficasse Nua, e castiguei Antonella por me desobedecer. Sei que ela adorou, em seguida a gente transou loucamente. Sentir a Büceta da Antonella mesmo com o preservativo foi uma delícia.
Antonella se entregou, de corpo e mente para mim. Senti que estava dominando todos os sentidos dela, Quando Ela gozou me sentindo dentro de sua Buceta. Ali não foi uma cena, foram dois corpos extasiados de prazer.
Quando fui descartar o preservativo, senti uma pontada no peito. Não posso deixar Antonella sair daqui dessa forma, claro que vou fazer todos os cuidados, isso toda mulher merece. Após uma Foda.
Mas antes de qualquer cuidado, vi ela deitada na minha cama e já fiz a proposta.
— Você é maravilhosa Antonella e eu quero você para mim de papel passado.
— Me desculpe, mas eu não sou uma mercadoria, não tenho nota fiscal — Ela respondeu de Forma irônica.
— Eu não quero comprar você, Quero que seja minha submissa. Por tempo indeterminado.
Antonella estava com os olhos fechados e abriu de repente me encarando, ela abriu e fechou a boca algumas vezes sem conseguir formular uma palavra sequer.
— Mas se você quiser, podemos nos casar ou apenas fazer um contrato de união estável — falei tranquilamente, pois estou interessado no assunto e também nela.
— Eu não quero me casar, também não quero contrato nenhum, e nem sou submissa. Eu apenas gosto da prática, só isso — Ela respondeu tentando se levantar.
Quando Antonella se levantou, eu me levantei junto e pedi a ela para que me desse os seus termos. Convidei Antonella para almoçar comigo e tivemos uma conversa civilizada, como dois adultos que gostam da mesma prática e estão dispostos pelo prazer.
Mas o meu prazer vai além do corpo, já penetrou na minha alma e na minha mente e está chegando ao meu coração. Sinto que estou me apaixonando por ela.
— Nicolas, por favor, entenda, eu já fui submissa e não gostei da experiência. Não quero me prender a ninguém por tempo indeterminado.
— Você vai estipular as suas regras, eu vou te passar as minhas, e juntos vamos entrar em um consenso que seja bom para ambos. Se você quiser, eu posso até implorar para que seja minha submissa, mas eu não quero e nem vou aceitar ver ninguém tocando o teu corpo naquele clube. Tendo o teu prazer nas mãos, eu quero o seu prazer só para mim. Almoça comigo , hoje?
Ela aceitou, tomou banho se vestiu novamente. Ofereci os primeiros cuidados mas ela falou que não tínhamos feito uma cena e sim sexo.
Deixei Antonela na frente da mansão dos Moreiras, combinamos de nos encontrar no restaurante em duas horas. Voltei para o meu apartamento, liguei para um dos restaurantes que pertence a minha família, tomei banho me arrumei e corri para o restaurante, fiquei esperando Antonella no estacionamento.
O almoço com Antonella foi um momento de intensa negociação e descoberta mútua. Sentamos em uma mesa discreta, discutimos os termos que definiriam nossa relação na prática de BDSM.
Enquanto o garçom nos servia, mergulhamos em uma conversa franca e aberta, expondo nossos desejos, limites e expectativas. Antonella, com sua atitude e olhar penetrante, deixou claro desde o início que não é o desejo da sua mente e sim o do seu corpo.
— Então atenda ao seu corpo, entregue o prazer que só eu posso te dar, Antonella.
— Tudo bem, sei reconhecer, mas eu quero que você inclua uma cláusula. Continuarei fazendo minhas cenas no clube, sabe que sou exibicionista.
Concordei em colocar essa cláusula em nosso contrato, porém acrescentei que seria apenas para fazer as cenas comigo.
Nós dois estudamos com cuidado o contrato proposto, negociando cada cláusula com cuidado e precisão. Antonella expressou sua necessidade de liberdade e autonomia, enquanto eu buscava a entrega total e a confiança absoluta. Entre trocas de olhares carregados de desejo e toques sutis, encontramos um terreno comum onde nossas vontades se entrelaçavam.
À medida que o almoço Avançava nossas conversas se aprofundavam, indo para outro lado totalmente desconhecido, Descobrimos afinidades, Antonella assim como eu busca o prazer Mas sem tirar os pés do chão.
No final, chegamos a um acordo, Antonella concordou em explorar sua submissão de uma maneira mais flexível e empoderada, enquanto eu prometi guiá-la com respeito, cuidado e dedicação.
Assinamos o contrato ela estipulou o tempo de seis meses, prometemos a respeitar todas as regras. Se houver quebras de regra por parte da Antonela poderia castigá-la como achar necessário.
Nos despedimos, ela foi embora para sua casa, eu voltei para o meu apartamento. Feliz da vida dormir igual um anjo a tarde toda, porque essa noite Vamos fazer uma cena no clube onde nos vimos pela primeira vez.
AUTORA!
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Atualizado até capítulo 33
Comments
Sueli Silva
simplesmente maravilhoso
2025-03-25
0
Leoneide Alvez
muito bem
2025-02-13
0
Dalva de
bem interessante
2025-01-19
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