ANTONELLA NARRANDO
Nicolas ficou me olhando; em nenhum momento ele fez questão de ser discreto. Eu olhava para ele, mas desviava o olhar, embora bem que eu quisesse admirar aquele homem lindo. As lembranças da nossa noite no clube invadiram a minha mente até me deixar desconcertada.
— Amiga, tá tudo bem? — perguntou Maribel, olhando para mim e para Nicolas, sorrindo.
— Sim, tudo ótimo — Respondi, tirando o olhar dele e sorrindo para minha amiga.
Nicolas estava cumprimentando as pessoas até que ele chegou perto dos meus pais, e meu pai abraçou Nicolas. Ele só costuma fazer isso com quem conhece. Meu coração acelerou; tenho muito medo de que meus pais descubram que curto praticar BDSM. Isso seria um choque muito grande para eles.
— Fernando, o Nicolas conhece o meu pai? — Perguntei, pois nunca ouvi meu pai falar dele.
Bem que ele não fala muito de negócios dentro de bem que ele não fala muito sobre os sócios, só sobre os problemas jurídicos que são de foro judicial.
— Sim, eles têm negócios, Você não sabia? — Não respondi, apenas neguei com a cabeça.
Cada garçom que passava, eu pegava uma taça de champanhe ou qualquer bebida que eles estivessem oferecendo. Minha mãe veio falar comigo e pediu para eu parar de beber um pouco. Não costumo beber desse jeito.
— Antonella, você está bem? — Perguntou minha mãe, tirando uma taça da minha mão e me puxando para sentar.
Minha mãe pediu água com açúcar ao garçom e me deu para beber. Eu estava bem, apenas ficando um pouquinho animada.
Começou o discurso da Dayane Reis e chamou Nicolas ao palco improvisado. Ele fez o discurso pedindo doações, e nossos olhares se encontraram algumas vezes.
Pela primeira vez, vi meu pai falar de Nicolas. Ele falou com admiração, dizendo que ele é um bom rapaz, um ás nos negócios.
Após o discurso, todos estávamos aplaudindo. Ele veio caminhando em nossa direção e meu coração disparou, as mãos suando. Ele parou na frente da nossa mesa e falou algo com Fernando, meu pai. Muito gentil, meu pai o convidou para sentar em nossa mesa.
Nessa hora, prendi a respiração, esperando a resposta e pedindo internamente para que ele não aceitasse. Graças aos céus, ele agradeceu mas recusou, indo sentar com seus pais em uma mesa do outro lado. Eu estava de costas e não tinha como ficar encarando.
— Vamos ao Toalete comigo Amiga? — Chamei a Maribel
Nos levantamos e fomos para ao Banheiro, fiz minhas necessidades e quando sai da cabine o Nicolas estava escorado na pia.
— O que você está fazendo aqui, não viu que esse banheiro é feminino, o banheiro masculino fica do lado — Falei
— Eu sei, minha mãe que Construiu esse lugar — Ele respondeu sorrindo.
Fiquei parada na porta da cabine esperando ele liberar a passagem para que eu pudesse lavar as mãos e sair do banheiro. O Nicolas ficou me encarando e sem dizer uma palavra ele em apenas um passo dele ficamos cara a cara, minha respiração ficou ofegante olhando dentro dos olhos dele.
— O que você quer de mim?— perguntei com um fio de voz
— Quero Você — Ele respondeu e atacou os meus lábios.
Começamos a nos beijar de forma intensa. Nicolas me pegou no colo, imprensado meu corpo contra a parede. Nos beijamos até me faltar o fôlego.
Ouvimos Maribel bater na porta e outras vozes de mulheres reclamando que queriam entrar no banheiro. Nicolas me colocou no chão e, ainda me encarando nos olhos, falou:
— Pega o meu número com Fernando e me manda mensagem. Quero te ver ainda hoje.
Não respondi. Abri a porta e saí, deixando-o lá. As pessoas reclamando, fiz de conta que não estava ouvindo, peguei na mão de Maribel e saí puxando-a, e ela estava sorrindo igual uma boba.
Por que você deixou ele entrar? — perguntei.
Amiga, ele me pediu licença, eu não tinha muito o que fazer, esta propriedade pertence à família Reis.
Conheço bem a Maribel, ela saiu por livre e espontânea vontade, tá querendo bancar a cupido. Pedi a Maribel para olhar a minha maquiagem, ver se meu batom não estava borrado. Tudo perfeito, voltamos para a mesa e eu fingi que nada tinha acontecido.
Ficamos conversando até o final do evento. Não pedi o número do Nicolas ao Fernando, pois não tenho interesse em ter nada com ele. Não quero relacionamento amoroso com ninguém, tenho alma livre e vou continuar assim.
Minha mãe adorou o evento, estava encantada com tudo. Meu pai fez uma grande doação em nome da empresa. Entrei na conversa, comentando uma coisa ou outra, só para participar mesmo. Na verdade, não prestei atenção em nada, a não ser no Nicolas Reis, mas não poderia falar isso para os meus pais.
Assim que chegamos em casa, subi direto para o meu quarto, tomei um banho frio, lembrando daquele beijo maravilhoso.
Me joguei na cama só de calcinha e dormi. Assim que acordei com o despertador do meu celular. Como é final de semana, me dei o luxo de dormir até mais tarde, mas marquei com a Maribel para a gente correr na praça do bairro. Lá tem muitas árvores e eu adoro ir lá.
Tomei uma vitamina sem açúcar e saí para correr. Encontrei a Maribel, estávamos nos alongando para começar a corrida enquanto conversávamos entre sorrisos. Quando, de repente, para um carro esportivo e, quando abriu o vidro, era ele, o Nicolas.
AUTORA!
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Atualizado até capítulo 33
Comments
Ingrid Marliese Tiepner
So acho meio estranho e chato,esse negócio de ela ter relações nas orgias com Fernando para a namorada dele🫢🫢 ficar de deliciando ,sendo que Fernando é Amigo de Antonnella e de Nikolas e trabalhando para ele..
2025-03-25
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Leoneide Alvez
que história os já estão apaixonados
2025-02-09
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Ingrid Natassia Nascimento de Brito
manda quem pode e obedece quem quer prazer🤣🤣🤣🤣🤣🤣
2025-02-11
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