Vlad
Esses últimos dois meses trabalhando com Mary, tenho a observado seu jeito doce o com as pessoas ao redor, somente comigo é fechada e arrisca, mas também não posso recriminá-la depois de quase matá-la sufocada.
Posso entender porque Serguei é fascinado por ela, esse cheiro gostoso de chiclete que ela tem esta mexendo comigo de um jeito esquisito.
“Ponhe a cabeça no lugar Vlad”, falo para mim mesmo me levantando o volume na minha calça naquele dia, foi somente por ela me provocar daquele jeito.
“Porra, estou com problemas, preciso afastar essa mulher da minha cabeça”, falo me servindo de uma dose de uísque.
“Amor, aquela fofinha me ignorou, precisa chamar a atenção dela”, ouço a voz da Vera e dessa vez sou eu que reviro os olhos.
“O que está fazendo aqui no escritório?”, pergunto me sentindo frustrado.
“Pensei em almoçarmos juntos”, ouço Vera falar vindo em minha direção remexendo os quadris.
“Vá para casa”, falo me afastando dela indo abrir a porta do escritório.
“Vlad”, ela fala me encarando, “Tem uma semana que não transamos. Está com outra?”, Vera pergunta parando na minha frente.
“Vera, quando for para casa te aviso, agora vá”, falo sem paciência e ela sair feito um, furacão, fecho a porta e volto para minha mesa.
A semana passou rápido, estou atolado com uns documentos, esse fim de semana Mary estará de folga e isso está me incomodando. Olho para sua mesa vazia, suspiro fundo, um barulho de porta abrindo e seu cheiro doce invadi o ambiente, posso ver seu vulto indo até sua mesa e se acomodar.
“Está tudo bem?”, ouço ela fala comigo.
“Do que está falando?”, pergunto distraído.
“Perguntei se está tudo bem. Parece preocupado”, ela fala me encarando, devido a um procedimento cirúrgico posso ver um pouco melhor, não como antes, mais cada procedimento minha visão melhora mais.
“Os projetos dos Cantarelli, é isso”, falo.
“Ah, Sim, é um pouco complicado posso levar para casa e estudá-los esse fim de semana”, ela se oferece.
“É sua folga, depois vejo isso”, digo fingindo indiferença.
“Não tem problema, o projeto é ótimo”, fala vindo até minha mesa pegando a pasta do projeto.
“Tem certeza?”, pergunto satisfeito por ela esta em casa esse fim de semana. Porra Vlad o que está acontecendo contigo, penso.
“Irmãozinho, vim buscá-lo para sairmos mais tarde”, Pedro entra feito um furacão, seus olhos vão direto para Mary, isso me irrita.
“Prazer Pedro, irmão do Vlad”, fala estendendo a mão, ela sorrir e o cumprimenta e volta sua atenção aos documentos.
“O que faz aqui?”, pergunto sem paciência por ele não tira os olhos dela.
“Essa noite tem mercadoria nova, vir buscá-lo para provamos”, ele se aproxima e fala.
“Te encontro lá, agora vai embora”, falo, mas ele apenas me olha, puxa a cadeira e se senta.
São quase duas da madrugada, quando chego em casa vou direto para o meu quarto, tomo um banho, visto meu short e uma camiseta e vou para o escritório, percebo que a porta está aberta, me aproximo e a Mary está sentada com alguns papéis no chão e um bloco de anotações.
“O que esta fazendo?”, pergunto me aproximando dela que concentrada lendo algo e parece não me escutar. Meus olhos passam pelo seu corpo, suas coxas grossas, cintura fina, seios fartos e boca pequena, totalmente fora dos padrões que estou acostumado, sento ao seu lado ela se assusta e me olhar com esses olhos esverdeados que a deixa mais linda.
“Me assustou”, fala séria, posso sentir medo na sua voz, me odeio por isso.
“Cheguei tem alguns minutos, falei com você, mas não ouviu”, falo sentindo seu cheiro me embriagar.
“Desculpe, estava distraída com esse documento”, fala mordendo o lábio olhando para o papel, suas vibrações e seus movimentos me permite vê-la.
“O que é?”, questiono.
“Vou ler”, ela começa e eu presto atenção no que esta dizendo e percebo que os cantarelli estão querendo me passar a perna, dou um sorriso perverso, Alfredo Cantarelli, precisa de uma lição.
“Parece que estão querendo nos amarrar em uma cláusula tendenciosa” falo.
“Exatamente”, ela fala, continuamos revisando todos os documentos, olho para o relógio é são quase quatro horas da madrugada.
“Vou fazer um sanduíche, esta afim?”, ela me olha confusa.
“Sério, um lanche?”, pergunta como se não acreditasse que sou capaz.
“Dúvida da minha capacidade?” pergunto e ela arregala os olhos.
“Não claro que não é que… eu aceito”
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Atualizado até capítulo 257
Comments
Neide Kiyoko Tanaka Akiyama
*Põe, não existe ponhe. Não mate a língua portuguesa/brasileira, por favor autora.
2024-10-24
3
Leonor Santana
Ah já ficou sem graça pois esperava mais fogo de ódio entre eles.
2024-10-11
0
Maria Aparecida Alvino
nem falo nada
2024-09-27
0