Crises
Espero o Sr Vlad está sozinho em seu escritório e vou até ele, paro em frente a porta e suspiro fundo e bato, ouço ele manda entrar.
“Desculpe incomodar, mas gostaria de falar com o sr”, falo. Ele me olha de por um tempo e suspira.
“Vá direto ao assunto, porque se não percebeu já está falando comigo”, diz grosseiramente.
“Precisa interagir mais com as crianças”, falo. Ele se levanta e vem para frente da mesa, se apoia e cruzar os braços e me encara, seu semblante não está nada amigável.
“Prossiga”, ouço ele dizer.
“As crianças estão sentindo a falta dos pais deles e o senhor não está presente”, falo soltando o ar preso nos pulmões.
“Por isso pago você, sou um homem ocupado, não posso perder tempo”, falo batendo o sapato no chão, as vibrações me permite enxergar melhor as pessoas. Ela revira os olhos e faz uma cara feia.
“Não vire os olhos quando estiver falando comigo”, falo me aproximando dela com raiva, que arregala os olhos.
“Desculpe senhor”, fala fazendo reverência como seu eu fosse um rei. Abusada se aproveitando da minha condição, para debochar, penso.
“Apenas faça o seu trabalho”, digo saino deixando-a para trás, mulherzinha atrevida a colocarei em seu devido lugar, não gosto que meu pessoal seja insubordinado, minha ordem não é para ser questionada e sim cumprida.
Encontro meu assistente no corredor, como sempre vestido impecável.
“Senhor, o restaurante onde receberíamos os japoneses, teve um vazamento de gás, temos uma hora chegar até eles chegarem”, fala nervoso.
“Reserve outro”, ordeno sentindo meu corpo estranho, porra era só o que faltava, dá uma crise.
“Impossível, Sr, fecharam todos até encontrarem o vazamento”, ele fala.
“Merda, não estou a fim de pedir ajuda ao meu pai”, falo o encarando.
“Eu posso ajudar”, ouço a voz da babá, olho para ela com escárnio, bato aponta dos pés e posso vê-la revira os olhos isso me irritar.
“Como poderia ajudar?”, meu assistente pergunta esperançoso.
“Sei fazer alguns pratos, e poderia prepará-los, de quanto tempo dispomos?”, ouço ela perguntar.
“Uma hora e meia”, falo duvidando da sua capacidade.
“Está perfeito”, ela fala olhando para meu assistente, “O jantar estará pronto, apenas os traga para cá”, ela fala com determinação, passando por nós.
“Vá e fique ao lado dela e veja se não fará bobagens”, posso ouvi-lo, fala com seu assistente, balanço a cabeça indo para cozinha.
“Maria, o que houve?”, escuto Carol, me pergunta curiosa, conto para ela que me ouve calada.
“Sério, não parece ser cego”, digo a encarando.
“Tio Vlad sempre foi assim desde que conheço, também demorei a acredita que é cego. Então como posso ajudá-la a preparar esse jantar?”, ouvi ela fala, conto para ela a minha ideia, que aplaude empolgada.
“Senhorita, realmente consegue preparar esse jantar?”, o rapaz me pergunta olhando para Carol.
“Sim, pode ficar tranquilo”, falo, ele sorrir mais aliviado e pede para ajudar e eu assinto com a cabeça e ele tira o paleto colocando na cadeira.
Uma Hora depois estamos, contudo, preparado deixo eles arrumando os restantes das coisas, suspiro fundo e vou até o quarto do Sr Vlad. A porta esta entre aberta, ouço barulhos de coisas quebrando e algo caindo, entro sem pensar e o encontro Sr Vlad caído no chão se contorcendo vou ao seu encontro, corro o colocando sua cabeça no meu colo, faço igual fazia com as meninas de Jorge que dava crise quando usava as drogas pesadas.
Tiro minha blusa, faço um pequeno rolo e coloco na sua boca, para evitar que ele mordesse a língua e a puxo para fora, ergo mais ele que fica com a cabeça entre meus seios.
“Calma, vai ficar tudo bem!”, falo, sinto sua mão, aperta meu braço com força e morde o pequeno rolo, não sabia o que fazer, então começo a cantar e embalá-lo com um bebê, sua respiração fica, mais regular e gradualmente ele vai se acalmando ficamos ali alguns minutos.
“Estou melhor”, ouço ele fala com minha blusa na boca, olho para ele buscando qualquer vestígio da crise.
“Tem certeza?”, questiono preocupada.
“Sim”, ele tira o pano da boca, se afasta de mim se sentando no chão, respirando fundo.
“Obrigado, espero que isso fique entre nos, entendeu?”, fala com seu tom autoritário costumeiro.
“Claro, senhor Scannell, apenas vim lhe comunicar que esta tudo pronto”, falo pegando minha blusa desenrolando e vestindo.
“Ótimo, agora vá, se vista decente”, diz se levantando, entrando no banheiro, pegando algo na gaveta, jogando na boca, mastigando.
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Atualizado até capítulo 257
Comments
Laura Boloko
unica coisa que desejo é que mais enfrente a autora escreva os nomes antes deles falarem para podermos entender
2024-12-14
1
Leonor Santana
Caramba ainda é viciado em drogas? aonde ela foi se meter. Sai de uma desgraça e se mete noutra?
2024-10-11
1
Quelluz
seu ogro
2024-10-06
0