Hoje é sábado acordo cedo e vou até o quarto das crianças e abro as cortinas, os raios do sol invadem o ambiente.
“Ah, Mary, fecha isso é sábado”, os meninos falam cobrindo a cabeça.
“Exatamente, vamos espero os dois lá em baixo”, falo sorrindo saindo do quarto indo para o da Carolina.
“Vamos mocinha, levante”, falo deixando a luz invadir o lugar, mas nem sinal dela se mexer, puxo o lençol, somente almofadas.
“Onde você está Carol”, falo voltando a cobrir o seu disfarce, vou até a porta e fecho e me sento no canto do quarto e espero a fujona aparece. Não demora muito ela entra com um vestido justo, cabelos bagunçado e maquiagem borrada e com os sapatos nas mãos.
“Onde estava?”, pergunto ela dá um grito deixando os sapatos cai levando a mão no peito.
“Mary, me assustou”, fala sem graça, “Pensei que fosse o tio Vlad”, fala.
“ Sorte sua ser eu e não ele. Onde esteve? E não quero mentiras”, falo brava com ela que revira os olhos.
“Sai com uns amigos do colégio, fomos para uma boate”, fala indo para o banheiro.
“Boate?esta maluca Carolina?, se seu tio descobri isso mata você”, falo. Ela coloca a cabela para fora e diz:
“Mais ele não vai, porque você não ira contar nada”, ela diz dando um sorriso.
“Pior ele me matar”, falo levando a mão no pescoço, vou até o banheiro e ela esta limpando a maquiagem.
“Relaxar, Mary, ele não está aqui e nem liga para mim e meus irmãos”, ouço ela falar.
“Isso não verdade, e também não é motivo para passar a noite fora”, falo.
“Vou conversa com seu tio”, aviso saindo do quarto, ela vem correndo atrás de mim me agarrar pelo braço assustada.
“Não, o tio Vlad é mafioso e vai querer matar o Roger se descobrir”, ouço ela falar e a encaro.
“Quem é Roger?”, pergunto desconfiada.
“Meu namorado, cheguei agora porque dormir na casa dele”, fala chorosa.
“O que você fez Carolina?não me diga que…” não termino de falar e ela balança a cabeça afirmando.
“Por favor, eu amo o Roger e todas as minhas amigas já transaram…”, fala deixando as palavras morrerem e seu rosto fica pálido, não preciso me vira para saber que o seu tio está atrás de mim.
“O que está acontecendo aqui?”, ele pergunta, olho para ele sinto meu corpo tremer de medo.
“Estou perguntando Mary” ele fala com as mãos no bolso.
“Nada, tio, é que estou tendo aula de sexualidade e Mary não quer conversa sobre”, Carolina mente na cara dura. Ele me olha de um jeito esquisito, sinto meu corpo esquenta e fico vermelha.
“Espero você na cozinha”, falo a encarando passando por ele, seguindo em direção à cozinha, vou direto à geladeira, pego um pouco de água e bebo.
“O que houve?porque esta nervosa?”, ouço a voz do meu chefe atrás de mim perto do meu ouvido. Quase me engasgo com a água, me afasto dele.
“Carolina, foi numa boate sem me avisar”, falo evitando o encarar.
“Só isso?”, pergunta, os meninos entrar na cozinha sorrindo e ficam sério quando o ver.
“Bom dia! Tio Vlad”, eles o cumprimenta.
“Bom dia!”, fala mais sem tirar os olhos de mim.
“Mary, porque nos acordou tão cedo?”, Antony pergunta, enquanto Fred me olha empolgado.
“Pensei em passeamos em algum parque”, falo.
“Vamos tio Vlad?”, Fred pergunta.
“Não posso estou ocupado”, fala se retirando da cozinha, respiro aliviada e começamos a preparar as coisas para nosso passeio. Alguns minutos chego na pensão da Ellen que me abraça com força.
“Está sumida, venha entre. Jack olha quem apareceu”, ela grita pelo seu irmão que aparece. Ele entra na cozinha seguido por seu filho.
“Vlad libertou do cativeiro”, diz.
“Isso não é verdade, tenho trabalhado bastante, mas hoje queremos ir ao parque”, digo.
“Humm, pensei em levar o pequeno Jack também”, fala olhando para o filho pequeno.
“Podemos ir juntos”, falo empolgada.
O parque esta relativamente vazio, escolhemos um lugar perto das árvores e com um rio bem a nossa frente. As crianças saem correndo, enquanto Carol se afastar para tirar algumas fotos.
“Está tudo bem?”, Jack pergunta me encarando.
“Sim, não tenho tido aqueles pesadelos”, falo olhando as águas do rio.
“Que bom, pensei que tinha esquecido dos amigos”, ele fala isso e o encaro por um tempo.
“Jamais esqueceria de vocês”, sorrio.
“Estava pensando se gostaria de sair um dia desses na sua folga”, assinto com a cabeça.
“Parece ótimo, no próximo fim de semana estou livre”, falo, ele me olha de um jeito estranho desvio os olhos.
“Esse cara que deixou as cicatrizes, tem notícias dele?”, arregalo os olhos assustada por ele ver minhas marcas.
“Não, espero que nunca mais” suspiro.
“Entendi, deve ter sido muito difícil fugir dele”. Jack fala sinto sua mão na minha, puxo minha mão rapidamente.
“Porque pensa que fugir?”, pergunto nervosa.
“Quando teve o pesadelo, eu e minha irmã vimos as marcas”, ele fala pegando uma pedrinha e joga no rio, “Não acredito que mulher alguma ficária com um homem assim”.
“Podemos muda de assunto?”, pergunto incomodada. Ele assentiu com a cabeça, o dia passou tranquilo, com as crianças jogando bola e no final fizemos um piquenique.
Voltamos para casa, os meninos foram tomar banho, Carol e eu limpamos e guardamos, as coisas que levamos.
“Precisamos conversa Carolina”, falo enquanto ela seca a mão no pano.
“Não tem nada para falar Mary, eu quis”, fala.
“Sério?, pois para mim parece que foi influenciada por suas amigas”, digo a encarando.
“Nada a ver, mas parece que o Jack gosta de você. Vi ele segurando a sua mão”, fico vermelha quando ela fala isso.
“Mary, venha ao meu escritório”, nos assustamos com seu tio atrás de nós. Sigo até o entro e encosto a porta.
“Esta usando meus afilhados para seus encontros amorosos?”, ele fala com cara de poucos amigos.
“Não, senhor”, falo com raiva desse babaca, é eu sei que devia respeitá-lo, mas xingá-lo em pensamentos que mal tem?, penso o encarando.
“Há alguns meses essas crianças se tornaram meus tutelados legais”, diz cruzando os braços, isso fez com que seus músculos ficassem mais evidentes, reviro os olhos fazendo cara de deboche. Num instante ele me puxa em sua direção fazendo meu corpo colidir com o dele, isso me assusta.
“Me soltar”, falo nervosa.
“Não revire os olhos quando estou falando”, diz apertando meus braços com força.
“Desculpe”, falo.
“Sempre a mesma coisa, agora vou lhe dar uma lição”, ouço ele falar e fico desesperada, ele me arrastando para o sofá, tento sair do seu abraço, mas não consigo, ele senta comigo em seu colo. Sinto meu corpo se arrepia de um jeito diferente meus seios ficam duros, ele me colocar de bruço, sinto o primeiro tapa na minha bunda.
“Está maluco”, falo mais ele continuar a me dá várias palmadas, tendo me levantar, mas é inútil.
“Agir como uma menina então será tratada como uma”, ele fala, perto do meu ouvido, ele muda de posição me colocando sentada no seu colo me imobilizando com apenas uma mão.
“Não tem o direito de me bater”, falo com raiva me esquecendo do medo que tenho dele.
“Ao contrário tenho todo direito, afinal estava me expiando com a Vera”, fico muda e vermelha, na hora abro e fecho a porta sem ter o que falar.
“Gostou do que viu?”, pergunta se aproximando seu rosto do meu fico paralisada, nunca tive contato muito próximo com outros homens, Jorge me mataria se me visse agora.
“F foi sem querer pensei que estava passando mal”, falo por fim.
“Hummm”.
“Não estava expiando vocês dois, na verdade, não vi nada”, digo com meu coração acelerado.
“Serguei tem razão”, ouço ele falar franzo a testa.
“Do que está falando?me solta por favor, já aprendi a lição”, falo sentindo meu corpo estranho por está tão próxima dele assim.
“Da próxima vez o castigo será pior”,fala se aproximando mais meu coração parece que vai sai pela boca. Nosso rosto está tão próximos que nossas bocas quase se encostam.
“Pior do que me enforca e bater na minha bunda”, falo, assim que as palavras saem da minha boca.
“Sim, posso ser muito mal, Mary você nem imagina o quanto”, ele fala pegando uma mecha do meu cabelo com a mão livre, tento me desvia mais, sua mão me puxa, sinto solta meus cabelos, e seus dedos passar sobre eles.
“Não”, falo mais, seus dedos se fecha fazendo uma leve pressão, minha nuca.
“Devia andar com eles soltos, fica mais linda assim”, sua voz sai rouca, isso afetar meu corpo, nunca sentir isso antes fico meio confusa.
“Prefiro preso”, provoco-o Deus da onde essa ousadia está brotando em mim?, penso apreensiva.
“Você em cheirinho de chiclete”,fala,sinto seus dedos corre pelo meu rosto e passar pela minha boca, minha intimidade lateja, isso me faz morde os lábios.
“Chiclete”, repito suas palavras e ele sorrir.
“É, eu adoro chiclete”, ele roça seus lábios nos meus, sinto como se borboletas voassem na minha barriga.
“Nunca vi chupando chiclete”, falo a primeira bobeira que vem na minha cabeça.
“Não quero Jack perto de você ou qualquer outro homem entendeu”,fala mordendo minha boca de leve, sinto como se uma corrente de energia elétrica passe pelo meu corpo todo.
“Por quê?” questiono, mais lembro do que ele falou no escritório, isso me dá raiva, mais ao mesmo tempo, uma ideia passar na minha cabeça.” Então meu chefe que brinca de sedução”, penso.
“Pensa que não sei o que esta fazendo?não sou boba, não vou cai nesse seu joguinho ridículo”, falo ele franze a testa confuso.
“Joguinhos, do que está falando?”, pergunta, me aproximo dele, passo a língua na sua boca e mordo fazendo ele emitir um gemido. Não acredito que estou fazendo isso.
“Não vai me seduzir, e não me toque outra vez”, aproveito que ele afrouxou meus braços do aperto saio do seu colo.
“Não lembrava mais disso”,fala ficando sério.
“Limite-se os seus jogos de sedução a sua noiva”, falo com raiva mais de mim do que dele, saio do escritório.
“Fofinha, cadê meu noivo?”, ouço a boneca inflável fala, olho para ele, balanço a cabeça e sigo para cozinha.
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Atualizado até capítulo 257
Comments
Laura Boloko
ele deveriá ser o duplo do batman
2024-12-14
0
Lusia Maria Nunes
ele está apaixonado, ķķķk
2024-12-15
0
Solange Maria Martins
gosta do dinheiro dele
2024-12-10
0