Estou com meu pai no escritório tem uma hora que ela esta falando e falando como se importasse comigo.
“Você sabe que não aprovo esse casamento”, esbraveja, minha mãe apenas me olha me pedindo para ficar quieto.
“Meu filho, seu pai está certo, essa família, mexe com coisas erradas”, ouço ela fala e sorrio.
“Olha, esse imbecil está rindo”, meu pai fala me encarando.
“Que porra de hipocrisia, sou uma máfia mãe, matamos, vendemos troca, traficamos mulheres”, falo.
“Cala a porra da boca moloque. Não posso conta contigo para nada”, ele fala isso me irritar tanto.
“Chega”, me levanto socando a mesa “Entrou na minha casa há uma hora e só me ofendeu, vão embora da minha vida, cuido eu”, falo os encarando.
“Vlad filho, escuta seu pai”, minha mãe pede desesperada. Meu pai vem em minha direção me empurra o empurro de volta.
“Max, e Vlad parem com isso agora. Vocês são pai e filho, era só o que faltava brigarem”, ela fala entrando na frente.
“Está de sacanagem, mãe? Desde quando ele agiu como pai só existe, as meninas e meus irmãos para ele”, falo irritado com essa invasão dele e cobrança.
“Porque eles não são inúteis como você. Devia te obrigado sua mãe te abortar”,fala saindo do escritório. Olho para minha mãe que está horrorizada com a mão na boca.
“Filho, seu pai está nervoso, ele não quis dizer isso”, ela fala se aproximando de mim com os olhos cheios de lagrimas.
“Por que está chorando, não quero sua pena, não é minha mãe”, falo a encarando com ódio do meu pai. Ouço ele grita o nome dela da sala.
“Vlad, filho, não fale assim. Eu te amo, sabe disso”, diz se aproximando de mim, tocando meu rosto, mas eu seguro sua mão evitando seu toque.
“Não, apenas me aceitou sempre apoiou meu pai nunca questionou o modo como ele me tratava”, falo cheio de raiva.
“Vlad, filho”, vejo as lagrimas rola pelo seu rosto, me sinto péssimo, mais não vou retirar o que disse “Seu dono está chamando”, ela sai chorando, pego uma garrafa e arremesso na parede fazendo cacos voarem para todos os lados. Sinto meu controle fugir de mim, começo a quebrar tudo, jogo tudo para o alto. Meu corpo começa a perder a porra do controle, droga, uma crise, agora era somente o que me faltava, cai no chão, começo a me contorce.
“Vlad”, ouço a voz da Mary, logo ela esta ao meu lado, sinto ela colocar o líquido com gosto ruim na boca e segura minha cabeça colocando um pano na minha boca para eu não mordo a língua. Sinto seus dedos passea nos meus cabelos fazendo carinho depois de algumas horas sinto meu corpo no controle.
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Atualizado até capítulo 257
Comments
Maria Aparecida Alvino
eu que não é um bruto mas os brutos também amam é Vlad engravidou a boneca e agora como fica vc e a Janete até pq ela não é uma qualquer
2024-09-27
1
Maria Joelma
quem quer um pão desse
2024-09-08
2
Deise ousada
q pai horroroso
2024-08-03
5