Sr Takashi, me olha e dar um pequeno sorriso, e o Sr Nakamura, fala fazendo um gesto com a mão.
“Rejeitamos todas as propostas de outras empresas”, declara, com seriedade, confrontando-me com um semblante austero.
“Sigo de perto o seu negócio e acredito que podemos ser parceiros”, respondo, sentindo-me confiante em minhas habilidades de persuasão.
“Sua proposta é interessante, mas rejeitamos”, retruca, mantendo a postura inabalável.
“Entendo”, murmuro, mal contendo a vontade de estrangular aquela babá insolente que arruinou meu negócio bilionário.
“Senhores, após analisar as propostas que receberam, concluímos que a nossa é a mais vantajosa”, declara Serguei com confiança.
“Sim, excelente!, mas sentimos que algo está faltando”, interrompe o Sr. Tanaka, e um pensamento obscuro atravessa minha mente enquanto minha raiva aumenta pelo estrago causado por minha babá neste jantar de família.
“Temos informações sobre o senhor”, diz o velho me olhando.
“Sobre mim?”, questiono, perplexo com a reviravolta da conversa.
“Sim”, diz o intérprete, trazendo uma nuvem de desconforto para pairar sobre a mesa.
“Peço desculpas, mas não compreendo”, digo, lutando para manter a compostura enquanto a raiva fervilha dentro de mim.
“A nossa empresa é uma instituição familiar, com valores arraigados em nossos antepassados”, explica o intérprete, tentando esclarecer a situação.
Com um olhar significativo, Serguei intervém, insinuando que as informações sobre mim foram mal interpretadas, enquanto discretamente me chuta sob a mesa. No momento seguinte, a babá retorna com uma bandeja, trazendo consigo um sorriso que desejo esmagar com toda a minha força.
“Vlad, espero que goste, fiz do jeito que gosta”, ela murmura, piscando inocentemente, enquanto sinto uma onda de ira crescer dentro de mim.
“Entendo que possam estar preocupados, pois eu mesma tive minhas reservas em estar com Vlad”, diz ela, pegando minha mão e sorrindo. Porém, aperto seus dedos com tanta força que ela solta um pequeno gemido e seu sorriso vai sumindo, posso ver tudo através do meu mundo fosco.
“Esses dois são assim o tempo todo”, diz Serguei, tentando dissipar a tensão, mas eu lhe dou um chute em resposta. E, mantenho a baba ao meu lado, pronto para castigá-la assim que os outros saírem.
“Sua família é encantadora, sua noiva será uma excelente esposa”, comenta o Sr. Tanaka.
“Ela é um anjo”, murmuro entre dentes, apertando ainda mais sua mão, determinado a fazê-la temer as consequências de seus atos.
“Concordo com meu pai, as informações sobre o senhor são conflitantes”, diz o mais jovem.
“Não acredite em tudo que ouve”, retruco, deixando claro que há mais do que aparenta na minha história.
“Pode nos dar um tempo, para conversamos?”, assinto com a cabeça me levantando e Serguei os levar até o escritório.
Assim que eles saem solto a mão da baba num movimento rápido seguro seu pescoço e a levo para cozinha.
“Viu o que fez com meu jantar de negócio?vou quebrar seu pescoço”, falo encostando-a na parede, ela tenta puxa minha mão, mas não consegui.
“Desculpe, só queria ajudar”, fala com dificuldade batendo no meu braço, posso ver seus olhos lacrimejar e seu ar falhar nos pulmões.
“Vlad, solta ela, por favor”, intervém Serguei, puxando-me para longe e me forçando a liberar o aperto em seu pescoço. Posso sentir o medo dela, enquanto busca desesperadamente por ar.
“Me solta, droga!”, rosno, encarando a babá com fúria enquanto ela massageia o pescoço.
“Eles vão aceitar sua proposta”, suas palavras ecoam antes que Serguei intervenha novamente, agarro-a pelo pescoço mais uma vez, empurrando-a com força, um gemido de dor escapa de seus lábios enquanto suas costas encontram a parede.
“Solta ela, Vlad”, insiste Serguei, me puxando, mas desta vez me mantenho firme, sem me mover, apenas ordenando:
“Saia e feche a porta”, digo com firmeza, ele respirar fundo antes de sair, deixando-me sozinho com a babá, presa em minhas mãos como uma marionete.
“Está me machucando”, ela fala com dificuldades. Aperto mais seu pescoço, ela começa a se debate, suas unhas me arranhar, tentando se liberta do meu aperto
“Quero ver você morre, sua maldita sabe quanto tempo levei para conseguir esse jantar?”, falo encostando meu corpo no seu. Um cheiro doce de chiclete invadi meu nariz, enquanto seus movimentos vão diminuindo.
“Vlad, venha”, Serguei fala, me afasto dela, seu corpo cai no chão, saio sem olhar para trás.
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Atualizado até capítulo 257
Comments
Maria Cristina Santos
ESSE VLAD PRECISA DE TRATAMENTO URGENTE!/Toasted/
2024-12-18
0
Luana Mddm
louco
2025-02-17
0
Angela Santos
Escroto esse Vlad
2024-12-03
1