Que porra foi essa, meu deus!
Sai do banheiro sentindo meu corpo pegar fogo, precisava de um banho gelado urgente, sai do banheiro e fui em direção a saída e nem olhei para trás, fui descendo o morro, quando alguém segura meu braço.
— Onde a gostosa pensa que vai? — Um cara fala.
— Da pra me soltar porra. — Digo tentando me afastar.
— Toda nervosinha, vem aqui que eu tiro esse nervosismo na marra. — Diz me puxando pra mais perto.
Na hora senti uma raiva percorrer meu corpo e dei um soco na cara do maldito, ele foi indo pra trás e eu dei um chute que o fez cair no chão.
Na mesma hora que ele caiu, pegou uma arma e apontou pra mim.
— Você tá fudida sua piranha. — Diz se levantando ainda com a arma na mão.
— É melhor você abaixar essa arma, caralho. — Diz pesadelo logo atrás dele.
— Chefe, fica tranquilo, essa piranha aqui vai morrer, ela veio de ideia errada pro meu lado. — Ele diz vindo em minha direção.
— Eu mandei largura a porra da arma, agora filho da puta. — Ele diz mais uma vez e o cara abaixa a arma com raiva.
— Qual foi pesadelo, vai deixar a mina sair impune, a vagabunda me bateu. — Ele diz furioso.
— Eu vi você pegando ela à força. — Diz dando um soco na cara do cara, que na mesma hora cai desacordado no chão. — Leve esse maldito pra salinha. — diz pra um vapor que estava próximo. — Vamos Catarine, eu te levo em casa.
Ainda estava nervosa, aquele maldito poderia ter feito com outra menina, por sorte ele veio em mim e eu consegui me defender.
— Tá calada porque ? — ele pergunta.
— Aquele maldito, podia ter feito isso com outra menina. — digo parando. — Deixa eu torturar aquele filho da puta pesadelo? — Encaro ele com ódio e ele me encarava surpreso.
— Vou deixar, mas primeiro quero que descanse, você tá nervosa po. — Ele diz me puxando e me abraçando. — Vamos pra sua casa logo.
Descemos o morro e logo estávamos na minha casa.
— Bom está entregue. — Ele diz me encarando.
— Obrigada por me trazer. — Digo abrindo um sorriso.
— Boa noite Catarine. — ele diz e vem na minha direçao.
Ele pega em minha cintura e me puxa pra um beijo, eu logo dou abertura e ficamos nos beijando até o ar acabar.
— E melhor eu ir descansar pesadelo, nós vemos amanhã. — Digo me afastando.
— Até amanhã Viúva. — Diz andando em direção ao topo do morro.
Porque ele me deixava desta forma, porque ele tem esse controle em mim, não entendo. Preciso focar no que realmente importa.
Pesadelo (William)
Hoje tinha baile e eu tava querendo me divertir, ia resolver uns bagulho na boca e depois ia dar uma volta.
Me arrumei e peguei minhas coisas, subi pra boca e já trombei os muleque, senti falta de ver a Viúva na porta, mas iria ver ela a noite.
— Ph alguma informação do Pantera ? — pergunto.
— Po parceiro, parece que ele recebeu uns armamentos novos. — Ele diz me mostrando umas fotos. — O estrangeiro estranho ainda tá se encontrando com ele.
— Nosso armamento já tá tudo certo, quero segurança redrobada, ainda mais hoje que é baile. — Digo encarando eles.
— Pode deixar que vamos deixar tudo ok. — Diz Bak. — Já entramos em contato com o comando e os outros morros aliados, os cara tá do nosso lado até o final.
— É isso aí, me deixem avisado de tudo. — Digo.
— O churras tá de pé amanhã ? — Ph pergunta.
— Tá sim, mas só vamos chamar os mais chegado tá ligado.
— Pode deixar, amanhã de manhã também vou levar as coisas pra já deixar lá. — Diz Bak.
— Minha mãe e minha irmã vão fazer as coisas em casa, e nós só vamos ficar no churrasco. — Digo me encostando na cadeira e relaxando um pouco.
— Pode Pah parceiro, vai ser legal po. — Diz Ph.
— Agora bora trabalhar, que a noite vamos curti um baile porra. — digo aos meninos.
— Hoje eu arrumo uma esposa caraio. — Bak diz rindo e mandando passinho.
— Logo o rei da putaria. — Ph fala dando risada.
— Quero uma fiel po, cansei de ser cachorro. — Bak fala e caímos na gargalhada.
Ficamos conversando por mais um tempo, até que os meninos desceram pra comer algo e eu continuei na boca. Quando deu umas 18h fui pra casa tomar uma ducha e me arrumar.
Quando estava descendo as escadas vi minha mãe assistindo tv.
— Eai minha veia. — digo me sentando ao seu lado.
— Velha e seu passado menino, me respeita. — Ela diz e eu caio na risada.
— Que isso Dona Maria, Po tava só brincando. — Digo rindo.
— Vai pro baile hoje ? — Ela pergunta e me encara.
— Vou sim, a Ana tá aí ainda ? — Pergunto me levantando.
— Foi na casa da menina tatuada. — Ela diz e eu dou risada. — Espero que essa menina seja legal com ela.
— Ela é muito gente boa mãe, você também vai gostar dela. — Digo sorrindo.
— Que cara é essa em ? — Ela pergunta me encarando.
— Nenhuma, tá doida po. — Digo andando até a porta.
— Você gosta da tatuada, não gosta ? — Ela pergunta vindo atrás de mim
— Tô indo nessa mãe, boa noite. — Digo quase correndo.
— Volta aqui William… — ela diz algo mais, mas nem ouço.
Minha mãe é meio louca, se cismar que tô gostando da Catarine, eu tô lascando.
Subi na moto e fui direto pro baile, assim que cheguei já tava lotado, os meninos estavam me esperando no camarote e alguns catar dos outros morros também.
Fui andando no meio do pessoal e subi pro camarote.
— Fala Ae Pesadelo. — Diz Kennedy, dono do morro da Rocinha.
— Como tá irmão? — digo comprimentando ele.
— Po tá tudo tranquilo, mas se sabe né, essa calmaria toda da até medo. — Ele diz me encarando.
— Po, nem me fala parceiro, papo reto, estamos já algumas semanas de aviso de invasão, e se loko tá foda.
— Aí e foda irmão, mas tá ligado que se precisar, nos fortalece aqui. — ele diz e eu só confirmo com a cabeça.
Fui comprimentar os meninos, ficamos um tempo la em cima até que vejo geral olhando pra um ponto específico, quando sigo os olhares vou até a entrada do baile, e vejo minha irmã e a Catarine, as duas quase sem roupa, o'que me deixou puto de raiva, mas ainda sim, Catarine tava gostosa demais, não deixei de olhar ela um segundo. Olhei e as duas estavam no bar pedindo bebida e logo subiram pra ficar com a gente.
Ficamos conversando até que as duas desceram e já tava ficando bolado, todo mundo ficava olhando as duas dançarem, e por mais que Catarine não fosse daqui ela dançava bem demais.
— Oi meu amor. — Diz Nathalia se sentando no meu colo.
— Já falei pra parar de me chamar assim. — Falo olhando a mesma. — e nem te dei liberdade pra senta no meu colo, vaza daqui.
— Nossa Pesadelo, vamos ali no cantinho aí tiro toda essa sua raiva. — Ela diz e eu já fico puto.
— Sai daqui porra. — digo tirando ela do meu colo.
A mesma não fala nada e sai bufando. Volto o meu olhar pras meninas e o Rick meu vapor tá falando com elas. Soube pelos meus outros vapor que ele tá bem próximo dela, eu sei que não tenho nada com a mina e nem quero ter, mas eu sinto uma raiva quando vejo alguém olhando ela ou falando com ela. Essa mina não sai da minha cabeça, só pode ter feito macumba, porque não e possível.
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Atualizado até capítulo 77
Comments
Maria Sena
A macumba vai ser mais forte quando ela te dar o famoso golpe chave de perna e o famoso chá de buceta, aí vai ficar doidinho mesmo.
/Joyful//Joyful//Joyful//Joyful//Joyful//Joyful//Tongue//Tongue//Facepalm//Facepalm//Drool/
2024-11-26
2
Boravercuriosa🌹🌪️
Aí vai mais um CPF cancelado.🤭🤣
2024-04-11
5
Andressa Silva
tá com os pneus arriados kkkkkkkk
2024-04-09
0